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Categoria: surf music


14:26 · 30.06.2011 / atualizado às 15:21 · 30.06.2011 por

Beach Boys: feios, mas sempre fofos!

O eterno guerreiro do Beach Boys ganhará cinebiografia. É o que informou o New York Times. O projeto, que ainda está em fase embrionária, pretende abordar a trajetória do frontman. De acordo com a produtora independente River Road Entertainment, que adquiriu os direitos para filmar a história, o roteiro será assinado por Oren Moverman (que coescreveu e dirigiu o indicado ao Oscar “O Mensageiro”).

Sem previsão de lançamento nem elenco ou diretores definidos, o filme terá “uma abordagem não convencional sobre processo musical único de Brian Wilson, assim como sua luta contra os problemas mentais, e como ele conseguiu perseverar como artista com o amor e a ajuda de sua esposa, Melinda”, segundo comunicado oficial da produtora.

Fundado em 1961, o Beach Boys foi um dos grupos responsáveis por popularizar a surf music. O disco “Pet Sounds” (1966) chegou a ser considerado uma das obras-primas do rock n’ roll – daí porque Wilson teimava – de ficar doente – competindo com os álbuns dos Beatles.

Chegando aos 50 anos em 2011, sua finada banda poderá ser ressuscitada para um revival. O cantor estuda a possibilidade de uma reunião com Al Jardine (guitarrista), Mike Love (vocal) e Bruce Johnston (baixo, teclado e vocal) para celebrar o aniversário. A gente torce para que o quarteto passe por aqui! Vale lembrar que o querido Wilson completou 69 anos no último dia 20. Happy Birthday to you! Veja Get Around”, videozinho muito cool (para fugir das óbvias – porém ótimas – “Wouldn’t it be nice”, “Good vibrations” e “God only knows”)! Para adoçar a vida de vocês, galera!

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10:52 · 30.05.2011 / atualizado às 11:55 · 30.05.2011 por
Jack Johnson leva fãs ao delírio em show no Marina Park FOTO: ALEX COSTA

Apesar do clima de “matinê”, mesmo o show tendo começado depois das 22h (com abertura do amigo folk G.Love), Jack Johnson se sagrou ídolo pop dos moderninhos. Durante a apresentação do astro da surf music, na última sexta (dia 27), no Marina Park, o coro ensurdecedor da seleta turma do frontstage valeu por todo o público presente  em se tratando de decibéis.

Causando tanto frisson, a entusiástica receptividade da plateia cearense (não faltaram, obviamente, os gritinhos de “lindo, lindo!”) surpreendeu o próprio cantor. Tímido como é, o havaiano sorria meio sem-graça, como se não estivesse acostumado com tanto assédio.

Apesar da histeria em alguns momentos, os fãs conquistaram o compositor ao saber na ponta da língua suas músicas. O clima praieiro também contagiou curiosos, com os ânimos menos aflorados, que marcavam presença na área VIP.  No eclético público, além de adolescentes, casais e adultos das mais diversas faixas etárias se deixaram embalar pelo set list solar de Johnson (para ficar perfeito, só faltava o pôr-do-sol!).

Com uma banda competente, formada por Adam Topol (bateria, percussão), Merlo Podlewski (baixo) e Zach Gill (teclado), Johnson, que se revezou entre o violão, a guitarra e o ukelele, cumpriu com o objetivo de entreter as massas com um repertório recheado de hits da carreira e inéditas do último álbum, o badalado “To the sea”, líder das paradas em 2010. 

Apesar de pouco interagir com os fãs, mesmo em inglês, o astro realmente não precisava falar muito para seus admiradores extasiados. Sua empatia é algo tão natural que compensou seu tamanho acanhamento, tendo tentado ainda algumas palavras em português como “valeu” e “obrigado”. Quem pareceu mesmo muita à vontade foi o seu irreverente tecladista. Zach Gill cantou, dançou e ainda se dividiu entre a escaleta e o acordeom.

Sucessos como “Sitting, waiting, wishing”, “Upside down”, “Flake” e “Breakdown” levaram a galera ao delírio (em dado momento, o blog desistiu de ficar no gargalo do palco por causa do calor acima da média (em parte,  por causa aglomeração dos fanáticos). Um outro momento empolgante do show foi o cover de “Mas que nada”, de Jorge Ben Jor, com uma levada mais funkeada e participação do elétrico G.Love. Em determinado instante, Johnson, que também penou com o calor, ainda surpreendeu ao soltar um “É um constrangimento, mas preciso ir ao banheiro”, levando a plateia e músicos aos risos. 

No bis, bem intimista por sinal, Johnson veio acompanhado só do violão ao tocar as fofas “Better Together”, “Do you remember” e “Times like these”. Assim como começou, esse foi o fim da apresentação: tranquilo e cativante como Johnson.

Só sentimos falta do lado ativista ambiental do cantor durante a apresentação. Estranhamente, em nenhum momento se pronunciou em relação à  preservação a natureza , mesmo que no telão, antes de subir ao palco, houvesse mensagens sobre a importância da reciclagem, de se manter o local limpo e de outras ações para diminuir o impacto ambiental. 

O pessoal da pista também não ficou muito satisfeito com o som baixo e disperso: para quem não comprou os (caros) ingressos de visão privilegiada, sofreu por não conseguir ouvir direito às canções. E eu não queria dizer não, Jack, mas vimos garrafas PET no chão…

18:54 · 27.05.2011 / atualizado às 19:08 · 27.05.2011 por
Lucas Novaes poderá assistir ao show de Jack Johnson direto do palco do astro!

Daqui a pouco o Sound tá chegando no Marina Park para a cobertura do show do Jack Johnson, previsto para começar às 22h (quem quiser saber mais sobre o astro americano, clique aqui para ler matéria do Zoeira). Antes disso, o blog teve a oportnidade de conhecer Lucas Novaes, fanzaço do cantor havaiano desde 2004. O estudante de Publicidade, de 19 anos, diz que até agora não está acreditando que irá ver o show do ícone da surf music.  “Antes da confirmação da apresentação em Fortaleza, cheguei a cogitar viajar para o exterior ou mesmo para outro estado nessa turnê (‘To the sea’). Acho que só vou acreditar na hora”, conta o rapaz que, depois de garantir seu ingresso frontstage, ainda teve a sorte de ganhar um concurso, o qual poderá assistir a performance do palco, com direito a dois acompanhantes, no caso a namorada e o melhor amigo.  Surreal, né?

Assim como Johnson, Lucas é também surfista e se identifica com o trabalho desenvolvido pelo cantor em prol do meio ambiente. “Eu sempre fui muito ligado à natureza, desde à época em que eu acampava com o meu irmão e os meus amigos. Em Fortaleza, fico com raiva porque vejo as pessoas jogando lixo na rua”, conta.

Influenciado pelo som praieiro do compositor, Lucas chegou a ter uma banda. No repertório? Clássicos da surf music e de Johnson, claro! Apesar do grupo estar desfeito, o universitário continua se apresentando em festas de amigos e familiares.

Confiram Lucas Novaes dando uma palhinha em dois hits do cantor: “No Other Way” (do disco “In Between Dreams) e “My little Girl” ( do mais recnte “To the Sea”)

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