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14:57 · 26.04.2016 / atualizado às 14:57 · 26.04.2016 por

* Ingrid Schrijnemaekers – Consultora Internacional de Gestão de Mudanças, com foco em Planejamento, Cultura Organizacional e Valores. Brasileira/Holandesa, Administradora de Empresas pela PUC-SP

Recentemente fui convidada para aplicar um workshop em espanhol sobre um programa de trabalho em equipe chamado Le Gourmet. Participaram 100 gerentes, 10 equipes, e profissionais de 10 países da América Latina.

Estávamos em uma competição para ver quem fazia a melhor sobremesa. Foram exatos 60 minutos, e no final, todas as sobremesas estavam prontas. Foi interessante observar que havia equipes colaborando entre si. Algumas pesquisaram para entender melhor a sobremesa, mas em geral, todos se organizaram de uma maneira orgânica ou sistematizada.

Durante a ação circulei entre as equipes e tomei nota das observações, que foram parte do feedback fornecido aos participantes, no fechamento da atividade. Em seguida, informei que não era Chef, mas sim uma consultora para conduzir esta atividade. Alguns não acreditaram e continuaram a perguntar sobre o critério de avaliação.

Correlacionei todo este aprendizado às vivências que observo dos empreendedores, sendo eu mesma uma empreendedora. Diria que a receita não é fácil, porque geralmente você nunca empreendeu antes, é uma receita nova. Seguir um processo aumenta a chance de sucesso, mas não é a maior qualidade dos empreendedores.

Vamos ver o que podemos aprender com os Chefs:

Estratégia: querer participar, decidir ser um empreendedor, ou estar abertos às oportunidades que surgem; e

Processo: escolher uma receita, ou seguir um processo (adaptando ou criando), mas com uma certa disciplina. Também vale aquela disciplina interior, que te sinaliza para qual caminho seguir. Um método de planejamento como o ‘Canvas’ é ótimo, pois faz com que você pense e se estruture.

Conheça as habilidades e atitudes, em 7 temperos especiais:

– Amar – Você ama o que faz? O amor ajuda a sonhar, te dá forças a prosseguir quando ninguém mais consegue, e aí sim você se torna um vencedor. É a energia mais forte do universo para qualquer empreendedor;

– Coragem – Saber começar de novo, mesmo quando não deu certo, pois pode ser na próxima tentativa que o sucesso ocorra;

– Criatividade – Ao desenvolver um novo negócio a criatividade é uma habilidade necessária para dar volta ao que não pode ser enfrentando. O caminho raramente é reto e flui, ele dá voltas, é sofrido, e a criatividade ameniza o caminho;

– Disciplina – Seguir um roteiro ou processo, revisar se algo não deu certo, voltar ao processo e seguir adiante;

– Foco – Do começo ao fim o foco se faz necessário. Como é que vamos conseguir realizar um projeto se não terminar o que foi proposto? Cabe lembrar a importante função do coach, que pode ser um elemento de reforço ao seu foco;

– Perdoar – Vamos errar muitas vezes, e é assim que você aprende. Então, aprenda a perdoar-se e a perdoar os outros. Não os culpe, assuma sua responsabilidade e siga em frente mais leve; e

Trabalho em equipe – O trabalho em equipe se faz necessário, mesmo que você esteja empreendendo de maneira solo, pois é com parcerias que você consegue otimizar seu trabalho e ir mais longe, com melhores soluções.

Vamos experimentar novos temperos no dia a dia e avaliar o que ganhamos em utilizá-los?

13:51 · 11.02.2016 / atualizado às 13:51 · 11.02.2016 por

Por Martin Ciriani é diretor geral da Pixelz no Brasil, empresa especializada na edição e retoque de imagens

O comércio eletrônico brasileiro tem apresentado constante crescimento e as lojas online estão cada vez mais profissionais graças ao fácil acesso à tecnologia. Porém, ainda há uma área que parece ser problemática para muitos varejistas online, a qualidade da imagem dos seus produtos.

O relatório de comércio eletrônico Webshoppers, realizado pelo E-bit e Buscapé Company aponta que no primeiro semestre de 2015, o e-commerce brasileiro apresentou um crescimento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior, contabilizando um faturamento de R$ 18,6 bilhões.

Imagine que ao entrar em uma loja virtual, o consumidor encontre o produto que tanto almeja, mas ele não pode vê-lo adequadamente pois as imagens são pequenas, um pouco embaçadas e há apenas uma foto de cada produto. Será que esse e-commerce irá inspirá-lo a comprar? Provavelmente não e há duas razões para isso: o consumidor não consegue ter tanta certeza de como o produto realmente é ou ele duvida da confiabilidade da loja por apresentar imagens pouco profissionais.

De acordo com um teste A/B realizado pela Visual Website Optimizer (software flexível de testes variados), imagens maiores aumentam as vendas em até 9%.

Veja alguns requisitos essenciais para as imagens do seu e-commerce:

· Tamanho: é importante que as suas fotos tenham um tamanho adequado para alcançar alta qualidade. Praticamente todas as câmeras digitais lançadas nos últimos cinco anos e até mesmo os smartphones podem reproduzir imagens de alta resolução. As fotos dos produtos online devem ter pelo menos 2000 pixels, pois você poderá utilizam zoom nas imagens e estas também serão aceitas em todos os principais mercados online.

· Função zoom: para mostrar os detalhes do produto é muito importante que o consumidor possa ampliar a imagem para ver os detalhes que possam lhes interessar. Para adicionar o zoom ao e-commerce basta instalar um plugin no site, mas mesmo assim é interessante disponibilizar imagens múltiplas e ampliadas dos detalhes mais importantes do produto.

· Alinhamento e margens: determinar um padrão de alinhamento e margem branca nas imagens de produto e criar páginas de categoria de produtos visualmente consistentes resulta em uma melhor experiência de compra ao usuário. O mais importante é que páginas de categoria de itens com aspecto profissional constroem uma relação de confiança com os seus clientes e retratam a sua loja on-line como um negócio respeitável.

· Sombras: As sombras podem favorecer ou arruinar uma imagem de produto. Uma foto feita com má iluminação pode lançar sombras desagradáveis sobre o produto, no entanto, se bem iluminada, a sombra sutil pode adicionar profundidade e dimensão a fotografia. Há diferentes tipos de sombra que podem ser usadas. Sombras projetadas criadas durante a sessão de fotos ou na pós-produção, as naturais são criadas a partir da utilização de uma fonte de luz natural, tal como uma janela, já as refletoras são produzidas com o auxílio de refletor durante a sessão de fotos ou na pós produção e por fim, as sombras amplas podem ser produzidas de diversas maneiras em um estúdio de fotografia.

· Fundo: Um fundo liso e limpo é um fator relevante ao criar as suas imagens de produto on-line. Para a maioria dos produtos um fundo branco liso é o mais adequado. Ao mesmo tempo, este fundo branco também permitirá que você use as mesmas fotos de produtos em muitos mercados on-line. O ideal é utilizar o mesmo fundo para todos os produtos, pois isso dará consistência e profissionalismo ao e-commerce.

· Ângulos: Mostrar vários ângulos do seu produto é crucial. Isso também ajudará o seu cliente a entender o tamanho do item, visualizar melhor os detalhes do produto, como: bolsos extras, forro, costura especial, etc. Para cobrir bem um produto, fotografe a frente, a parte de trás, na diagonal, o fundo, o topo, o interior e os detalhes do produto. Quanto mais imagens você fornecer, melhor!

· Cor: a cor é outro fator importante para a experiência de compra online. As cores da imagem devem corresponder as do produto, para mostrar aos clientes o que eles vão receber e reduzir as devoluções. É importante saber que as telas de computador, bem como navegadores web, tem um perfil de cores diferente, o que significa que cada tela e navegador interpreta as cores um pouco diferente. Para corrigir esse problema e ter a certeza de que as suas imagens de produto são as mais fiéis possíveis, recomendamos que você mude os seus arquivos .jpeg para o perfil de cor SRGB.

· Suportes: o uso de suportes pode ser útil para a sua imagem, especialmente se você precisa mostrar as funções de um produto ou o tamanho dele. No entanto, o suporte não deve desviar a atenção do produto e só considere usá-lo em uma imagem da série. No caso de um acessório, ter o produto mostrado por uma modelo pode ajudar o cliente a compreender o tamanho real dele.

O tempo gasto na produção da imagem é vantajoso uma vez que está diretamente ligado a conversão de vendas da loja virtual. Lembre-se que o pós-produção (edição e retoque de imagens) também é um passo fundamental para criar imagens comerciais de produtos.

16:28 · 25.11.2015 / atualizado às 16:28 · 25.11.2015 por

Luiz Vergueiro, diretor de logística da Infracommerce, empresa especializada em soluções para o comércio eletrônico

O Black Friday é o dia de maior venda do varejo eletrônico brasileiro. O evento é muito aguardado pelos consumidores, que sempre destinam parte de suas economias para aproveitar-se das ofertas e oportunidades que aparecem na data. Além disso, de acordo com a consultoria Conversion, em 2015, 40% dos consumidores já devem antecipar as compras de Natal com as oportunidades geradas pelo evento do dia 27 de novembro, que já está cravado no calendário oficial do comércio eletrônico.

Como toda situação em que há pico de demanda, há uma grande necessidade para toda a cadeia varejista – online e offline -, se planejar e organizar para atender consumidor. A organização deste planejamento deve considerar os seguintes pontos:

a) Aumento da disponibilidade de produtos: ter os produtos disponíveis nas quantidades necessárias é importantíssimo para que a loja consiga efetivar todas as vendas, focando principalmente nos produtos mais desejados. Isso acontece, em média, com dois meses de antecedência ao dia do Black Friday. O objetivo é dispor do maior portfólio possível para oferecer ao consumidor;

b) Aumento da capacidade de recepção dos pedidos: o site e os sistemas, ferramentas que são utilizadas para concretizar uma venda, não podem falhar. Para evitar isso, as estruturas que suportam esses sistemas devem ser aumentadas, permitindo que 100% dos pedidos sejam processados e executados.

c) Aumento na capacidade de processamento dos pedidos no armazém: com o objetivo de minimizar ao máximo os prazos de entrega originais dos pedidos, uma estrutura extra deve ser montada para atendimento dos processos de separação, faturamento, embalagem e expedição. Uma equipe extra temporária, somada a mudanças nos processos permitem mais que dobrar a capacidade de processamento.

d) Alinhamento nos prazos de atendimento da distribuição: há um grande gargalo no processo de distribuição dos pedidos gerados pelo Black Friday. As empresas que fazem a entrega não conseguem absorver totalmente esse volume adicional e, em função disso, a proximidade deles é importante para evitar a frustração do consumidor. Os prazos de entrega por região precisam ser ajustados;

e) Readequação da estrutura de atendimento ao consumidor: junto a este aumento de volume de vendas acontece, paralelamente, o aumento do número de contatos dos consumidores. Por isso, prometer um prazo de atendimento factível e alertá-los, em caso de possível atraso, são fatores importantes para dar tranquilidade a quem realizou a compra.

16:46 · 24.11.2015 / atualizado às 16:46 · 24.11.2015 por

Carlos Passos – especialista em formação de equipes de vendas, desenvolvimento gerencial, treinamento, marketing e comercial e sócio-proprietário da UpGrade

É possível observar uma mudança fundamental no comportamento das empresas que possuem uma visão nítida das suas estratégias, chamadas “vencendo a crise para o próximo ano”. O ano de 2016 parece ser visto como um ano de desafios e muitas dificuldades – cenário econômico adverso, retração do consumo e mudança de comportamento do consumidor, que a cada dia mira seu radar para opções de produtos mais baratos e de eficiência igual àqueles anteriormente consumidos, considerados “etiqueta” e, obviamente, mais caros.

As empresas agora buscam, de forma criativa, focar seus esforços nas áreas de produção, marketing e comercial, disponibilizando produtos atraentes sob este ponto de vista. É hora de ter estes produtos nas gôndolas, na vitrine e sob a mira do consumidor, mas para tal, é preciso rever seus conceitos internos, tendo como objetivo produzir com menor custo, vender e distribuir com maiores margens e receber suas cobranças em prazos cada vez menores.

Como nos últimos meses, grande parte das empresas amarga um déficit considerável entre o que foi orçado em janeiro e o realizado até o presente. O resultado tem sido uma verdadeira praga que se espalha em todo o Brasil: a redução do quadro de funcionários seja na área de produção, administrativo, marketing ou comercial. É preciso reduzir, mas é preciso garantir minimamente o resultado de sobrevivência.

Aí entra o verbo “qualificar”. Ao reduzir o headcount da empresa, o foco da área de recrutamento e seleção (RH) voltou-se para o mercado em busca de profissionais qualificados e que satisfaçam a equação 1=2. Um bom profissional que vale por dois é a premissa que poderá fazer a empresa enfrentar os desafios do próximo ano Funcionários mais comprometidos, criativos, mais preparados e focados em produtividade é o perfil do momento.

Recentemente, ao me entrevistar com um alto executivo de uma indústria farmacêutica, ouvi o retrato desta equação sendo emoldurada: a empresa priorizou internamente a análise de desempenho de funcionários da área de marketing e comercial. Tomou a decisão de desligar cerca de 100 funcionários tidos como de “mau desempenho” para, em seguida, contratar 60 novos profissionais bem qualificados.

E quem está mais qualificado? Quem recebeu um bom treinamento, quem foi aplicado, desenvolveu competências-chave e trabalhou com foco no resultado. Treinamento é a chave.

16:43 · 24.11.2015 / atualizado às 16:43 · 24.11.2015 por

Davi Frate, Consultor de E-commerce da Rakuten Brasil

Você está começando um e-commerce, pretende se aventurar sem apoio de agências ou parceiros, mas nem sabe o que é SEO? É muito importante hoje em dia entender sobre Search Engine Optimization, conjunto de certas técnicas que irão ajudar a classificar seu site o mais alto possível em páginas de resultados de motor de busca (SERPs). Essa pode ser a forma mais barata e eficaz para te gerar mais tráfego.

Mas para se obter resultados de otimização de busca, é preciso criar uma boa estratégia de SEO, se preocupar com o que vai além do On-Page. Ou seja, muitos profissionais tratam de analisar o que podem fazer dentro de seus sites para ajudá-los na classificação mais alta, como títulos da página, links internos, meta tags e descrições, etc, e acabam se esquecendo de outra parte muito importante: o Off-Page.

O conjunto que refere-se a todas as coisas que podem ser feitas diretamente fora de seus sites para ajudá-los a subir no ranking, como as redes sociais, artigos, fórum e blog de marketing é, muitas vezes, deixado de lado. Então, se você quer ter um plano realmente eficaz para melhorar a posição de sua página nos motores de buscas, atente-se a alguns pontos:

1. Redes Socias – Todo o mundo está lá!

Às vezes conhecido como “Gestão de Reputação Online”, se envolver com redes sociais é o passo fundamental para você começar a anunciar, comercializar e construir sua reputação online dentro do seu nicho. Inscreva-se nas redes sociais mais populares, tais como; Facebook, LinkedIn, Twitter, Google+, e crie um perfil de sua preferência. Isso te permite estender sua rede online de contatos, se conectar e interagir com seus amigos, para compartilhar informações e, o mais importante, promover o seu site / blog e ajudar a construir a sua reputação online.

2. Blog da loja – Blogar é uma das melhores maneiras de promover o seu e-commerce

Ao escrever um blog para o seu site, você dá uma razão para que os visitantes voltem à sua página para acompanhar novos posts, por isso é importante trazer conteúdo relevante sobre produtos, nicho no qual você atua e mostrar a identidade da sua marca ou loja. Produza conteúdo exclusivo para o seu blog, tais como; infográficos, top lists, tutoriais e vídeos virais, e seja claro e conciso no que você está tentando transmitir aos seus leitores. Se você não é muito bom em escrever o conteúdo, então contrate um blogueiro convidado e peça para escrever o conteúdo preciso e único. Isso também ajuda os motores de busca a indexarem o seu e-commerce com mais frequência, pois eles atualizam conforme as suas alterações no blog.

3. Marketing Blog – Siga, comente…

Poste comentários em outros blogs dentro do mesmo nicho que o seu, que permitem que você adicione um link na seção de comentários. Esses links podem ser rastreado pelos motores de busca, ajudando a apontá-los para o seu site.

4. Fórum de Marketing – Posicione-se como especialista

Encontre fóruns on-line que estejam relacionados ao seu nicho e participe. Responda tópicos, responda perguntas que você tenha conhecimento, ofereça conselhos, etc Isso tudo ajuda a construir a sua reputação como alguém que é um especialista dentro desse nicho. Tente usar “comentar” nos fóruns de modo que você possa incluir um link para seu site em sua assinatura, o que ajuda os motores de busca indexarem o seu site.

5. Resposta e Perguntas

Você também pode participar ativamente respondendo perguntas em sites como o Yahoo Respostas. Ao responder e fazer perguntas relevantes em seu site de nicho, você ajuda a construir a sua reputação como alguém que é um perito em seu campo escolhido. Você pode colocar um link para seu site na seção de origem, se necessário, de modo que as pessoas encontrem facilmente o seu site.

6. Search Engine Submission – Inscreva-se

Os motores de busca encontrarão o seu site, mas isso pode demorar um pouco. Para acelerar tudo, você deve enviar seu site para os motores de busca mais populares, como Google, Yahoo, Bing, etc.

7. Compartilhamento de foto – Imagem também é conteúdo

As fotos do seu e-commerce podem e devem fazer parte do conteúdo, então você pode compartilhá-las nas principais plataformas específicas para isso, como o Flickr, Picasa, Pinterest e Instagram. Outras pessoas podem buscar conteúdo relacionado ao seu e ver suas imagens. Não esqueça de colocar um link direcionando para seu site, preferencialmente levando para o produto da imagem divulgada.

8. Vídeos

Produza também vídeo de produtos, institucional, conceitual e tutoriais. Disponibilize esse conteúdo em sites como YouTube e Vimeo.

09:48 · 18.11.2015 / atualizado às 09:48 · 18.11.2015 por

*Por Thamiris Rezende, especialista em gerenciamento de mídias sociais e diretora de comunicação da agência HUG Comunicação Corporativa

Na última segunda-feira (17), as mídias sociais foram invadidas por um novo viral, o “Já acabou, Jéssica? ”. O vídeo que expõe troca de agressões físicas e verbais entre duas adolescentes ganhou proporções inexplicáveis e esteve entre os assuntos mais comentados do Twitter.

Inevitavelmente algumas marcas aderiram ao viral e geraram o buzz marketing, afinal, está cada vez mais difícil atingir de forma orgânica os consumidores que por sua vez mostram-se mais resistentes aos modelos de propagandas tradicionais nas redes sociais.

De fato, os conteúdos virais são bons aliados das marcas que objetivam posicionamento e aumento da presença no meio virtual, mas para que o aproveitamento desse recurso seja positivo é preciso pré-avaliar e planejar as ações de comunicação.

Antes de entrar na onda e aderir a conteúdos virais, repense os seguintes pontos:

O conteúdo infringe normais e leis da sociedade?

As normas e leis têm importância fundamental para garantir direitos e deveres de cada cidadão e, ao contrário do que alguns usuários de redes sociais pensam, a internet não se trata de um campo sem lei. As mesmas normas seguidas na “vida real” são aplicadas no mundo online.

Além disso, todas as redes sociais possuem termos e condições de uso que são apresentados aos usuários no momento da criação da conta. Se a empresa descumprir normas determinadas pela plataforma online, a conta da marca pode ser banida a qualquer momento.

Por isso, nunca poste conteúdos pornográficos, preconceituosos, que incentivem o uso de armas ou drogas, transmitam juízo de valor e que incitem a violência ou maus tratos a pessoas e animais.

Além de correr o risco de ser banida da rede social, a marca terá prejuízos significativos na manutenção e posicionamento da imagem no mercado de atuação.

O conteúdo está de acordo com os valores da marca?

Com a expansão e popularização, as redes sociais tornaram-se canais importantes no branding, ou seja, na gestão das marcas.

Por isso, antes de gerar ou compartilhar qualquer tipo de conteúdo nos canais online é preciso analisar estrategicamente se a postagem está de acordo com os valores da empresa e com a imagem que ela quer transmitir ao público-alvo.

Ao disseminar conteúdos que divergem com os princípios sociais e valores, a marca fica sujeita a receber duras críticas dos seguidores, o que pode resultar em uma crise de imagem e perda de audiência.

O conteúdo está relacionado à atuação da marca?

Se o viral está dentro das normas e leis e a marca opta por aproveitar do buzz gerado, é preciso analisar estrategicamente como adaptar este conteúdo para o seu público-alvo sem perder o foco no mercado que a marca está inserida.

Em qual plataforma é possível promover este conteúdo?

Cada rede social possui uma dinâmica, por isso é preciso analisar dentro do planejamento estratégico de conteúdo em quais plataformas o conteúdo se adequa. Por exemplo: o Linkedin, rede social focada em networking, dificilmente terá a mesma abordagem de conteúdo que a Fanpage, o Instagram ou o Twitter da marca.

A marca está preparada para gerir a repercussão do conteúdo?

Mais importante que gerar o conteúdo e aproveitar o alcance orgânico proporcionado por posts virais, é estar preparado para as possíveis reações da sua audiência. Para evitar qualquer reação contrária da esperada tenha domínio do perfil do público que a marca dialoga diariamente.

O buzz gerado pelos virais é muito atrativo aos olhos das marcas, mas é indispensável analisar o cenário, dominar o público e planejar a ação de comunicação para que uma descontração não jogue fora todo o trabalho desenvolvido para o posicionamento de marca.

Gerir crises de imagem é um processo mais complexo e moroso do que alcançar seu público de forma planejada nas redes sociais.

Pense estrategicamente antes de compartilhar, afinal os canais de mídias sociais devem estar alinhados com o DNA da marca.

 

13:24 · 21.10.2015 / atualizado às 13:24 · 21.10.2015 por

Por Alessandro Candiani, Presidente da Permute

Com o aumento do desemprego, sentido desde 2014, e apesar das perspectivas pouco otimistas dos economistas, muitas pessoas estão aproveitando a desocupação para formalizar pequenos negócios em setores ligados à alimentação para consumo domiciliar, comércio de alimentos, reparos domésticos (instalações elétricas, hidráulicas e de gás), estética e reparação de bens duráveis, como automóveis.

A taxa de empreendedorismo no Brasil cresceu exponencialmente nos últimos 10 anos, saindo de 24% em 2004 para 34,5% em 2014, sendo que metade desses abriu seu próprio negócio nos últimos três anos. Os dados são da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), feitos no país pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), e que indicam que o Brasil é o maior empreendedor mundial, com quase oito pontos acima do segundo colocado, que é a China, com 26,7%.

Porém, para abrir uma startup, apenas boa vontade não é o suficiente. É necessário ter coragem e uma boa ideia. Empreender exige tempo e estratégias para administrar o dinheiro aplicado, e táticas especiais para atrair novos clientes. Uma boa oportunidade de fazer seu negócio conhecido e seduzir interessados é criando ocasiões por meio de trocas.

A permuta hoje é muito comum no mundo dos negócios, porém existem alguns serviços e produtos que são mais simples de permutar. Mas se você é novo nesta modalidade de negócio, para não errar, se concentre no que realmente pode ser um novo cliente e fornecedor ao mesmo tempo.

Primeiro avalie seus custos e separe os gastos fixos dos variáveis. Dificilmente conseguirá uma permuta com consumo preciso, como aluguel, luz, condomínio, telefone e impostos. Porém outras despesas permanentes, como contador, serviços de entrega ou portador, faxina, segurança, portaria, manutenção geral, entre outros, são mais fáceis de contratar de forma terceirizada e por permuta.

Dá também para reduzir os custos variáveis, como marketing, publicidade e toda comunicação corporativa, como rede social, site, impressão de folders, eventos, cursos preparatórios, entre outros. Por exemplo, alguém que já possui um negócio home office e quer crescer e migrar para um escritório para poder agregar funcionários ou prestadores de serviço, além de divulgar seu negócio através de troca, ainda pode conseguir através de permuta os móveis de escritório, materiais de construção, equipamentos eletrônicos, informática, internet, filtro de água e material de escritório, entre outras coisas.

Mas alguns ainda podem estar em dúvida de como fazer! Funciona assim: os novos empreendedores disponibilizam na empresa de permuta, que funciona como um banco de crédito, produtos ou serviços ociosos, com foco em trocá-los por créditos de Unidades de Permuta (UPs). Com este crédito, podem escolher entre os itens disponibilizados na rede, aquilo que precisam. Tendo desta forma a facilidade de adquirir o que necessita sem precisar gastar dinheiro ou mexer no caixa da empresa. Os clientes aparecem, porque na troca existe a oportunidade de experimentar e conhecer os novos produtos ou serviços e desta forma, contratarem também fora da permuta ou indicarem para outros interessados.

Quem sabe não é esta alternativa que aquecerá seus negócios!

15:13 · 02.10.2015 / atualizado às 15:13 · 02.10.2015 por

Cenas comuns em reuniões de negócios são executivos disputarem quem está trabalhando mais, como se isso fosse motivo de orgulho, contudo, o que não se percebe nessas situações é que pode se estar caracterizando uma disfunção, que é o fato de ser um workaholic.

Mas, o que é workaholic e quais os riscos envolvidos com esse problema? CelsoBazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, listou as principais dúvidas relacionadas ao tema.

Veja alguns pontos relacionados:

1 – Características do workaholic
Características de pessoas com esse problemas são fáceis de perceber, são elas que constantemente trabalham mais de 12 horas por dia no escritório e ainda leva serviço para casa, é ela também que constantemente recebe críticas por no fim de semana ficar sempre de olho no celular e checar as mensagens a cada hora para ver se existe alguma pendência no trabalho.

2 – Eu sou?
Segundo o especialista em recursos humanos Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, é mais fácil localizar uma pessoa com esse problema do que tratar. “Hoje são constantes os casos de workaholics e isso se percebe a partir do momento que a pessoa não consegue se desligar do trabalho, deixando de lado sua convivência social, seja com familiares ou amigos. Assim a pessoa se torna um trabalhador viciado e compulsivo, mesmo fora de seu ambiente de trabalho ele cria um novo ambiente recheados de temas sobre seus negócios, não há situação que o faça se desligar do trabalho”.

Sintomas desse distúrbio de comportamento é uma autoestima exagerada, insônia, mau-humor, impotência sexual, atitudes agressivas em situações de pressão e, muitas vezes, depressão.

3 – Problemas relacionados
Para Bazzola, a situação pode ser bastante problemática e pode trazer sérios prejuízos para o profissional e, até mesmo, à empresa. “Acredito que para empresa a situação traz mais desvantagens do que vantagens. Inicialmente pode ser interessante, pois a velocidade dos resultados é satisfatória, porém há um desgaste emocional natural do profissional, pois ele estará isolado e restrito ao tema trabalho, bloqueando sua sociabilização o que poderá resultar em sérios transtornos futuros para sua vida”.

A situação pode ser tão grave que estudos recentes de casos clínicos em consultórios psicológicos e psiquiátricos apontam que o vício de trabalho é similar à adição ao álcool ou cocaína. Tornado o trabalho, nesses casos uma obsessão doentia.

4 – É preciso saber viver!
Segundo Celso Bazzola, “não há pecados em trabalhar esporadicamente além de sua carga diária, desde que essa ação seja meramente por necessidade de urgência e de impacto específico. Isso, para o mercado de trabalho, acaba sendo um diferencial, mas, o profissional e as áreas de Recursos Humanos devem identificar quando não há exageros em uma rotina normal de trabalho. A partir do momento que a carga horária começa a extrapolar constantemente é momento de refletir. O trabalho será saudável enquanto não aprisiona a pessoa na necessidade constante de falar e estar agindo pelo trabalho”.

O caminho para combater esse problema é assegurar o equilíbrio, entre a vida pessoal e profissional, buscar valorizar mais os momentos de lazer e perceber que o descanso é fundamental para melhoria de resultados e busca de novas ideias que podem potencializar os resultados no trabalho.

5 – Workaholic x Worklover
É importante sabermos diferenciar o amor ao trabalho do vício. Um worklover tem noção de que o excesso se refletirá em conflitos nos relacionamentos pessoais, além de proporcionar efeitos nocivos à saúde e bem-estar. Existem profissionais que buscam entregar resultados e isso é positivo. É importante ter em mente que, o fato de ser um workaholic não significa que o profissional seja mais produtivo. Muitas vezes, vemos pessoas que não conseguem ter organização no seu dia a dia e acabam trabalhando mais tempo para entregar o mesmo resultado.

É importante lembrar que a vida é muito mais do que só trabalhar e que uma mente que não descansa não é totalmente sã. Assim, não adianta trabalhar demais, isso possivelmente ocasionará erros e retrabalhos. Portanto, tem que parar de trabalhar até para poder trabalhar bem. É uma questão de lógica.

17:16 · 01.10.2015 / atualizado às 17:16 · 01.10.2015 por

Por Raquel Serafim é jornalista e diretora de estratégias da Anunciattho Comunicação

É bastante comum, e recomendável, que empresas contratem uma agência de Relações Públicas para melhor se relacionarem com seus públicos: os seus steakholders. Os principais motivos que os levam a buscar esse tipo de serviço são ampliar as possibilidades de negócios com os mercados, e, é claro, manter um bom relacionamento com eles na maior parte do tempo. Mas pensando bem, quem é que não precisa saber se relacionar com seus variados ‘públicos’? Quem é que não quer aumentar suas chances de uma indicação de emprego ou de ser chamado para determinado projeto?

Qualquer pessoa, ao longo da vida, vai passando por diferentes fases, seja por um novo trabalho, mudança de residência e qualquer outro motivo que o faça deixar para trás pessoas e o coloque diante de novas possibilidades. Conheça cinco dicas de ouro para que você aproveite melhor desses antigos e novos relacionamentos que se estabelecem, e possa criar para você mesmo novas oportunidades.

Organize-se: Se você não tiver tempo de se dedicar um pouco a essa tarefa, ninguém mais o fará. Por isso, é recomendável que este seja um compromisso semanal (ou quinzenal) na sua agenda. Com dia e hora para acontecer. Caso contrário, esta será apenas mais uma das suas tarefas que um dia, quem sabe, serão feitas.

Entenda seus objetivos: Quer fazer um mestrado? Abrir uma empresa? O que você quer? Entender, nos diferentes campos da sua vida, quais são seus objetivos e em quanto tempo gostaria de alcançá-los, será parte essencial para que você consiga criar uma boa estratégia. Cuidado para não ser muito ousado com as suas metas, pois se ao longo do processo você as sentir distantes demais, acabará desistindo!

Defina prioridades: Depois de definir seus principais objetivos, faça um mapeamento de todas as pessoas que passaram e que estão na sua vida atualmente. Entenda quais delas podem, de alguma forma, te auxiliar a dar um passo a mais em direção aos seus objetivos. Veja como está seu grau de relacionamento com ela (crie uma escala própria, de 0 a 5, por exemplo, e entenda quais estão mais próximas e quais estão mais distantes).

Defina temas e assuntos que os conectem, e se mantenha a par deles sempre que possível, dessa forma você poderá retomar os contatos de forma natural. Agora será a vez de estabelecer prioridades. Cabe a você definir se vai começar a lutar por um objetivo que está mais distante, mas as pessoas mais próximas, ou o contrário.

Estratégia: Assim como as pessoas que você mapeou acima, existem outras, que talvez você ainda não conheça, que podem ser uma ‘peça’ essencial para que seu objetivo seja concluído. Será necessário criar uma estratégia para que vocês se conheçam e para que, a partir desse encontro, possam seguir conversando.

Imagine que seu objetivo seja um mestrado em uma faculdade x, e que dentro da sua área de pretensão, exista um professor que você considera ´ô’ cara. O primeiro passo da sua estratégia será se informar sobre a trajetória que ele trilhou, materiais que ele escreveu/publicou e eventos (palestras, workshops, etc.) que ele participará. Com essas informações, você se programa para frequentar esses eventos, e aos poucos, vai provocando uma aproximação. Em um possível encontro você pode, por exemplo, citar algo que leu e que gostou que ele escreveu e dizer que gostaria de ampliar esse debate com ele, e verifica se há abertura para um novo canal de comunicação. A mesma lógica serve para o seu círculo de pessoas.

Entenda o que você tem para oferecer: Agora que você já sabe quem são as pessoas que precisam fazer parte do seu caminho até seus objetivos, que já conhece os interesses de cada uma delas e já iniciou ou retomou o contato com elas, é hora de verificar que você pode oferecer para ajudá-las em algo. Doar seu tempo é sempre uma boa forma de aproximar pessoas. Faça pelos outros aquilo que você gostaria que fosse feito por você.

Não se pode garantir que todas as pessoas que você ajudar irão ajudá-lo em retorno, mas, é bem possível que você descubra gratas surpresas nesse processo, e que pouco a pouco você consiga gerenciar melhor seu grupo de relacionamento e fiquei cada vez mais perto de seus objetivos.

16:43 · 22.09.2015 / atualizado às 16:43 · 22.09.2015 por

Por Matias Recchia, CEO e cofundador da IguanaFix

Um dos maiores desafios que empresários têm é atrair e manter talentos. Baseado na minha experiência como empreendedor, posso dizer que acertei, mas, também, cometi erros que resultaram na perda de talentos-chave nas empresas que participei. Listo sete lições para que empresários consigam manter essas pessoas importantes para seu negócio:

1. Definir claramente os papéis e responsabilidades: Em uma startup todos acabam fazendo de tudo, mas é preciso deixar claro que o “proprietário” é a chave. Ele cria transparência possível, para que todos saibam quem é responsável por cada iniciativa.

2. Ouça tudo o que você puder: Escute o que os membros da sua equipe têm a falar. Tire um tempo para saber suas opiniões sobre a empresa, o produto ou serviço em questão, como eles se sentem sobre seus trabalhos e o que está acontecendo em suas vidas pessoais. Muitas vezes, não temos que fazer nada de diferente; o fato de passar o tempo escutando faz a diferença.

3. Comunique claramente as prioridades: Como líder de uma empresa, provavelmente você terá que lidar com 20 coisas ao mesmo tempo. Entretanto, as prioridades devem estar muito bem definidas, sendo necessário comunicá-las e transmití-las através da organização. Tente não ter mais do que três grandes iniciativas de uma vez só. Se você precisar mudar de direção, comunique de forma proativa a mudança que deve ser feita e a razão de fazê-la.

4. Encontre as desavenças e ataque-as de forma proativa: Uma pessoa que não está bem, pode contagiar o restante. Não permita que uma pessoa ou um pequeno grupo de pessoas que não estão felizes, contaminem o restante da empresa. Não tenha medo de deixar ir embora membros da equipe que são bons em nível de execução, mas não colaboram com um bom ambiente de trabalho.

5. Deixe claro quais são as expectativas de cada função e a cultura que busca promover na empresa: há empresas onde a maioria das pessoas trabalham remotamente e funcionam perfeitamente, e há empresas que parecem um acampamento de férias onde todos os funcionários fazem o seu trabalho com êxito. Escolha qual cultura que você deseja criar e selecione as ferramentas para reforçar o caminho que você escolheu.

6. Dedique um tempo para entender os tipos de personalidades que existem na sua equipe e explique a sua: Alguns são hiperativos, outros calmos, alguns extrovertidos, outros introvertidos, alguns são organizados, outros sofrem de déficit de atenção. Entender as personalidades de cada um ajuda a saber como interagir melhor e evitar erros de interpretação. Uma boa ferramenta utilizada por várias organizações para determinar personalidades dinâmicas e melhorar trabalho em grupo é o Indicador Myers-Briggs .

7. Certifique-se de que membros da sua equipe se sintam valorizados: Não existe uma fórmula mágica motivadora. E se há uma coisa que eu posso dizer é que a coisa mais importante em reter talentos é fazer com que as pessoas se sintam valorizadas. Há muitas maneiras de fazer isso, seja com reconhecimento público, recompensas monetárias ou apenas tomar o tempo para ter conversas frente a frente. Como em outros aspectos da vida, todos nós gostamos de nos sentir respeitados e relevantes.