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Categoria: Dica de leitura


16:28 · 06.03.2015 / atualizado às 16:28 · 06.03.2015 por

Uma dica bacana. O livro “Homens São Analógicos, Mulheres São Digitais”, de autoria do presidente da Grey Brasil, Walter Longo, poderá ser baixado da Internet a partir de hoje (6). Basta clicar aqui.

O estudo aborda a importância de as corporações adotarem o arquétipo feminino na realidade pós-digital em que vivemos. O autor corrobora sua tese ao traçar a diferença de visão do mundo pelos gêneros, destacando as potencialidades de homens e mulheres para o desempenho de atividades e o desenvolvimento das corporações.

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Vale lembrar que, no Brasil, as estatísticas comprovam que as mulheres já são mais conectadas que os homens. De acordo com levantamento do Ibope Inteligência, divulgado em fevereiro, as mulheres são as que mais acessam a Internet no Brasil. Em números porcentuais, as internautas representam 53% dos usuários, enquanto que os homens representam 47%. A pesquisa foi realizada entre julho e dezembro de 2014 e com população acima de 16 anos.

Segundo Walter, “num mundo pós-digital, em que as organizações são cada vez menos hierárquicas e mais matriciais, onde os sistemas colaborativos de gestão ganham força e busca-se cada vez mais profissionais multitarefas, o arquétipo feminino passa a ser preponderante não apenas como força de trabalho, mas principalmente como liderança das organizações.”

 

 

16:36 · 02.10.2013 / atualizado às 16:36 · 02.10.2013 por

A imobiliária A Predial comemora nesta sexta-feira (04) seus 40 anos de atuação nos mercados de venda e locação de imóveis no Ceará, com o lançamento do livro “João Holanda Gondim”. A noite de autógrafos será no espaço vip do restaurante Dallas Grill (Av. Dom Luiz, 1219, Meireles), a partir das 20h.

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A obra conta a história do fundador da empresa, que ajudou a alavancar o mercado imobiliário cearense e a construir a história da A Predial, hoje conduzida pelos filhos dele, os empresários João Carlos Gondim e João Henrique Gondim.

O evento de lançamento contará com a presença do jurista Sylvio Capanema, co-autor do projeto de lei da atual Lei do Inquilinato.

12:45 · 19.10.2012 / atualizado às 12:45 · 19.10.2012 por

No ano que completaria, se vivo, 100 anos, Nelson Rodrigues tem um universo de homenagens em todas as mídias que faz juz à sua prolífica criação. Nascido recifense, morreu gênio do mundo, onde narrou mazelas, tristezas e dramas vividos por ele e observadas pela sua veia literária.

Nelson começou a trabalhar cedo na redação do jornal fundado por seu pai. Na editoria de polícia, observou os relatos de crimes passionais e começou a formar, ali, a imaginação do então adolescente, para se fortalecer como um estilo próprio.

O universo rodriguiano começa a se fortalecer em conteúdo e a se transformar – “Polêmico, maldito, conturbado ele fez o que queria à sua maneira e, ao longo de décadas deixou um legado impressionante”. Para mostrar um pouco desse universo, a Editora Évora, pelo selo Generale, traz um livro para comemorar o século de nascimento desse cronista brasileiro, que é importante também na dramaturgia brasileira. Desvendando Nelson Rodrigues – principais adaptações da literatura para o cinema e a televisão do escritor e professor de literatura Alexandre Callari. A publicação traz uma breve biografia do anjo pornográfico, apresentando algumas obras escritas especialmente para o cinema e para a TV.

Responsável por uma obra extensa, Nelson pode ser considerado o cronista da sociedade e seus textos continuam vivos e pulsantes nos dias de hoje, ao narrar infidelidade, amor e crimes passionais. O universo rodriguiano é hoje um capítulo a parte da história da literatura, do cinema e da televisão nacional.

Desvendando Nelson Rodrigues, de Alexandre Callari, apresenta pesquisas profundas e uma análise completa da ampla produção de material do protagonista, contextualizando o momento em que se desenrola e oferecendo ao leitor bases para que ele decifre a influência rodriguiana na produção atual.

10:35 · 22.08.2012 / atualizado às 10:35 · 22.08.2012 por

A gestão da marca hoje é tão importante quanto a qualidade de um produto ou serviço. O cuidado com os dois é quase certeza de sucesso para uma empresa. O livro “Branding: A Arte de Construir Marcas”, primeira  obra de Marcos Hiller, coordenador do MBA de Marketing da Trevisan Escola de Negócios, editado pela Trevisan Editora, trata justamente da gestão e da filosofia das marcas.

O livro reúne dezenas de textos sobre a gestão da marca escritos por Hiller, com cases como Pôneis Malditos, Hyundai, Coca-Cola, Nova York, Marlboro, Barack Obama, McDonald’s, Abercrombie & Fitch, Apple, entre outros vários temas pertinentes, atuais e relevantes domundo da comunicação. A obra traz um debate contemporâneo inédito das marcas e uma visão nada imparcial sobre o tema.

De um forma leve, palatável e inusitada, Hiller convida o leitor a um debate sobre branding, marketing, comunicação e consumo, mas, fundamentalmente, é um livro sobre marcas, esse valioso ativointangível e com riqueza de significado que ajuda hoje a formar o estilo devida e a personalidade das pessoas.

O livro conta com prefácio de Antonio Fadiga, CEO da Fischer & Friends, e posfácio de Antonio Roberto Oliveira, diretor para a América Latina do Instituto Managic.

14:08 · 25.06.2012 / atualizado às 14:08 · 25.06.2012 por

Na próxima sexta-feira, dia 29, será lançado o livro “A construção de uma Fortaleza”, do escritor José Mapurunga. O evento faz parte das comemorações dos 25 anos do Sescap-Ce (Sindicato das Empresas Contábeis do Ceará) e marca a inaugração da nova sede da entidade. O livro faz uma retrospectiva de Fortaleza no ano de 1649 até os dias autais.

15:45 · 08.05.2012 / atualizado às 15:45 · 08.05.2012 por

A tentativa de suprir a ausência, muitas vezes ocasionada por uma rotina intensa de trabalho, faz com que algumas mães tentem compensar os filhos com presentes e dinheiro. A mensagem que está associada a essa prática – já descrita por inúmeros especialistas das áreas de educação e psicologia como um grave problema – é que o dinheiro e os bens materiais podem compensar a tristeza ou qualquer tipo de frustração. Em outro extremo, a falta de tino dos pais no trato com as finanças cria situações em que o dinheiro é associado a um fator de estresse.

No livro Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice, da Primavera Editorial, os jornalistas Marília Cardoso e Luciano Gissi abordam a importância da educação financeira e dão dicas para que as mães ensinem os filhos a manter uma relação saudável com o dinheiro.

Os filhos carregam dos pais muito mais que a herança genética. A forma como cada um lida com o dinheiro tem muito a ver com o que se aprendeu na infância – e não existem melhores mestres do que os próprios pais, especialmente a mãe.

Entretanto, os ensinamentos vão além das palavras e são assimilados com exemplos concretos, nas vivências. Muitos especialistas defendem que pessoas que passaram por uma infância com graves problemas financeiros tendem a desencadear dois tipos de comportamento – uns tentam afastar lembranças ruins gastando incontroladamente; outros preferem guardar tudo o que ganham para não passar por novas privações.

Segundo Marília Cardoso, o modo como nos relacionamos com o dinheiro é uma das “heranças” educacionais da infância; um aprendizado que pode se refletir na vida adulta de forma positiva ou negativa. “Um exemplo negativo são os pais que na tentativa de criar filhos menos materialistas associam o dinheiro a algo sujo, um item que não traz felicidade. Há os que afirmam, inclusive, que Deus gosta apenas dos pobres.

Esse tipo de mensagem pode resultar em adultos que têm medo ou raiva do dinheiro, ou seja, indivíduos que enxergam no dinheiro somente a razão para guerras e conflitos. São pessoas incapazes de associar o dinheiro ao bem-estar e tranquilidade”, afirma a jornalista.

Um dos autores do livro, Luciano Gissi, afirma que em vez de compensar a falta de tempo com presentes e proteção excessiva, as mães devem lembrar que a missão dos pais é educar. “E uma boa educação é composta por carinho, orientação e também algumas formas de repreensão. Em educação financeira não é diferente”, salienta Gissi, acrescentando que a queixa contemporânea é que vivemos em uma sociedade de valores distorcidos onde se sabe o preço de tudo, mas não se sabe o valor.

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15:20 · 06.02.2012 / atualizado às 15:20 · 06.02.2012 por

Daniel Pimenta reuniu o conhecimento de anos de experiência como professor em cursos de Publicidade, além de informações valiosas de pesquisa realizada com 23 agências, para compor Como Ingressar no Mercado Publicitário: para estudantes e interessados em trabalhar em agências de propaganda.

Lançado pela Difusão Editora em coedição com a Editora Senac Rio, a obra tem 192 páginas e preço sugerido de R$ 39,90, e é um verdadeiro manual para estudantes e interessados nesse mercado, que traz até mesmo dicas de como ter sucesso em uma entrevista de emprego na área.

Para o autor, “seguindo as orientações do livro, o candidato sai na frente dos outros e reduz a concorrência, facilitando a sua entrada na agência, pois a obra aborda o que a faculdade, às vezes, não ensinou, mas pode ser decisivo para obter o emprego”.

Histórias de vencedores, informações sobre o funcionamento de cada departamento de uma agência, dicas sobre softwares e computação gráfica e como se comportar em uma entrevista e como organizar um portfólio inteligente estão entre alguns dos pontos em destaque na obra.

O livro aborda ainda os erros mais comuns na elaboração de um currículo e como os evitar, traz informações sobre qualificação profissional, conceitos técnicos, dicas de língua portuguesa, orientações sobre marketing pessoal, além de explicações sobre mercado-alvo, embalagem, PDV, concorrência, preço e outros temas que fazem parte do universo publicitário.

Sobre o autor – Daniel Aguerri Pimenta de Souza é graduado em Publicidade e Propaganda pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), em São Paulo, e pós-graduado em Marketing pela FAAP de Ribeirão Preto. Foi professor da Unip (Universidade Paulista) e do Senac, em Ribeirão Preto. Atualmente ministra aulas de Publicidade e Propaganda na Uniesp (União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo), em Ribeirão Preto.

14:45 · 10.01.2012 / atualizado às 14:45 · 10.01.2012 por

As crianças devem participar da compra do material escolar? Longe de ser uma unanimidade, a questão divide pais, avós, psicólogos e professores. A maioria dos pais, diante da lista de material escolar, prefere deixar os filhos em casa, seguindo a indicação de especialistas; uma medida para evitar gastar mais e para não ceder aos apelos das crianças.

Ao contrário, os jornalistas Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca – autores do livro Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice, da Primavera Editorial – defendem que a compra de material escolar é uma excelente oportunidade de falar sobre dinheiro com os pequenos, incentivá-los a poupar na compra de uma mochila, por exemplo, para comprar um outro item desejado. A ocasião é propícia para ensinar as crianças a tomar decisões de compra e a serem consumidores responsáveis.

“Mal saem das fraldas, as crianças já se portam como grandes consumidores. Embora o contato com o dinheiro seja praticamente inexistente, está comprovado que os pequenos interferem no orçamento familiar e influenciam os hábitos de consumo de famílias de todas as classes sociais. Diante dessa influência infantil nos gastos da família, muitos especialistas recomendam aos pais que deixem as crianças em casa na hora de comprar o material escolar. Mas, discordo dessa orientação!”, afirma a autora Marília Cardoso.

Segundo ela, os filhos carregam dos pais muito mais do que a herança genética. A forma como cada um lida com o dinheiro tem íntima relação com conceitos e ensinamentos assimilados na infância. “Os pais têm a missão de mostrar que o dinheiro não cai do céu nem brota em árvores; lição que resolve dois problemas de uma única vez. Primeiro porque justifica as saídas diárias para o trabalho; segundo, forma cidadãos conscientes do seu consumo”, afirma a jornalista.

Na visão de Marília, a conversa franca requer um bom preparo dos pais, que devem tomar cuidado com frases como “estou saindo para ganhar dinheiro”. Uma criança pequena pode acreditar que se “ganha” dinheiro, ou seja, não associa a moeda à conquista por meio do trabalho e não assimila a noção de valor implícita no trabalho. “É importante que desde muito cedo as crianças aprendam o sentido correto das palavras dinheiro e prioridade”, defende a jornalista.

Luciano Gissi Fonseca, coautor do livro Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice, destaca que o início do ano concentra dívidas adquiridas nas festas de fim de ano e despesas fixas como IPTU e IPVA, além do material escolar.

“Fica visível para a criança que os pais estão preocupados, mas ela não consegue identificar os reais motivos que os levam a fazer tantas contas; tampouco entendem o motivo de não poder participar da compra do material escolar. O ideal é que a criança participe das compras e que os pais aproveitem a ocasião para ensinar limites e para falar sobre valores que serão importantes durante toda a vida. Ao incluir a criança no processo de compra, os pais colaboram na formação de cidadãos que praticam o consumo consciente”, afirma Fonseca.

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09:30 · 07.10.2011 / atualizado às 22:20 · 06.10.2011 por
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A voz doce e ao mesmo tempo imponente, a figura delicada e os vestidos pretos, tornaram inconfundíveis as performances da francesa Edith Piaf. Mas enquanto a voz ressoava no mundo inteiro, a imagem frágil do Pequeno Pardal camuflava um passado encoberto por tragédias. Para revelar a vida por trás de um dos maiores ícones da França, a editora LeYa traz ao Brasil o livro “Piaf. Uma vida”, a biografia definitiva da cantora, escrita por Carolyn Burke.

Criada entre um bordel, uma caravana circense e um bairro de classe trabalhadora, Piaf foi descoberta cantando na rua, e iniciou sua carreira em um cabaré na Champs-Elysées. A voz emblemática seduziu não só sua nação inteira, como também o mundo.

Da infância no bordel, as lutas contra as drogas e o álcool, os amores perdidos, os muitos casamentos e os momentos trágicos de sua história, Carolyn Burke brinda os leitores com uma escrita delicada e histórias que passavam despercebidas toda vez que Piaf subia no palco e enchia o público com seu talento incomparável.

Autora de quase cem canções, incluindo “La vie en rose”, Piaf elevou sua carreira a um nível mundial sem precedentes. O ícone fez parte da história do mundo, não só por sua arte, mas também por seu auxílio à Resistência na Segunda Guerra Mundial.

Em sua biografia, Carolyn Burke consegue traduzir em palavras o carisma da cantora e prova porque Edith Piaf continua sendo um dos mais fortes símbolos da cultura francesa e uma inspiração para artistas ao redor do mundo.

Ficha técnica
Título: Piaf. Uma vida
Autor: Carolyn Burke
Tradução: Cecília Giannetti
Formato: 16x23cm
Páginas: 392
Preço: R$ 44, 90

09:16 · 21.07.2011 / atualizado às 09:16 · 21.07.2011 por

Tim Burton é um dos diretores mais aclamados dos últimos 25 anos e também um dos mais controversos. Quase todos os seus filmes – blockbusters como “Os Fantasmas se Divertem”, “Edward mãos de tesoura” e “Alice no País das Maravilhas”– arrecadaram milhões de dólares e foram visualmente impactantes e polêmicos.

Muitos o acham um sujeito esquisito; afinal, Burton só se veste de preto, faz filmes estranhos e desenhos com monstros. Mas, na verdade, ele é apenas um adulto com cabeça de criança, ainda tímido, que adora expressar em seus filmes tudo que se passa em sua mente criativa.

A editora LeYa Brasil lança “O estranho mundo de Tim Burton”, um almanaque com curiosidades, textos e entrevistas sobre – e com – Burton, que disseca em ordem cronológica os filmes e o seu criador. Toda a trajetória do diretor contada através de textos jornalísticos e entrevistas reunidos neste livro, mostrando em detalhes não apenas o crescimento profissional e pessoal de Burton, mas também o que se passava com a sociedade norte-americana na época e como seus filmes eram recebidos pelo público e pela crítica.

No livro é possível descobrir que Burton era um garoto isolado; que uma vez seus pais fecharam a janela de seu quarto com tijolos; que a maioria de suas produções tem referências a filmes antigos; que ele trabalhou na Disney; que uma de suas namoradas salvou sua vida e muito mais.

Em “O estranho mundo de Tim Burton” pode-se mergulhar no mundo do genial diretor, entender sua “estranheza”, e sair ileso dessa viagem maluca.

Fonte: Editora LeYa Brasil