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Categoria: Economia & Negócios


14:33 · 16.04.2016 / atualizado às 14:33 · 16.04.2016 por

O RioMar Fortaleza recebeu Prêmio Prata do Conselho Internacional de Shopping Centers da América Latina (ICSC).O empreendimento concorreu na categoria Novos Projetos com outros shoppings da América Latina. A premiação aconteceu durante o RECon América Latina em Cancun, no México. O RioMar Fortaleza é o terceiro shopping do Grupo JCPM a receber um prêmio do ICSC.

O shopping foi reconhecido pelo projeto que se caracteriza por uma arquitetura moderna, que prima pelo conforto do consumidor, com corredores largos e que facilitam a circulação, uso de iluminação natural, um mix cuidadosamente pensado para atender as novas demandas do consumidor, com amplo espaço para lazer, entretenimento, gastronomia. Além disso, foi capaz de desenvolver a região onde está localizado, o bairro Papicu, sendo a âncora para grandes e novos projetos e inserindo a população do entorno nas oportunidades de emprego que surgiram com a chegada do investimento.

17:59 · 13.01.2016 / atualizado às 17:59 · 13.01.2016 por

 

A Vivo ativou o 4G em 11 cidades de cinco Estados brasileiros. No Ceará, o serviço chegou nas cidades de Juazeiro do Norte e Maracanaú. A operadora também atende com a tecnologia os municípios de Aquiraz, Fortaleza e Caucaia.

A empresa detém a liderança em market share do mercado de quarta geração, com participação de 37,3%, segundo os últimos dados da Anatel (outubro/2015), com 7,6 milhões de clientes.

De acordo com a companhia, nos nove primeiros meses de 2015, foram investidos R$ 5,9 bilhões, visando ampliar a infraestrutura de cobertura e melhorar a qualidade de serviços e de atendimento. Entre outros, os recursos foram aplicados na expansão da cobertura da tecnologia 4G e no aumento da capacidade do 3G.

10:15 · 18.11.2015 / atualizado às 10:15 · 18.11.2015 por

Na hora da compra de determinado produto, é comum o consumidor perguntar se há desconto para pagamento em dinheiro. Pois saiba que, de acordo com entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), este tipo de redução é ilegal.

Presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec) José Geraldo Tardin informa que a posição do órgão se refere a um caso isolado, a um recurso da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Belo Horizonte (MG) que queria impedir o Procon daquele Estado de punir lojistas que estavam adotando esta prática.

“É importante esclarecer que, apesar de ser um caso isolado, ou seja, algo específico de um julgado de Minas, a decisão serve como orientação para os tribunais de todo o País”, ressalta.

Tardin entende que a decisão do STJ em proibir preços diferentes, segundo a forma de pagamento, protege o consumidor. “Quando o lojista (fornecedor) oferece várias formas de pagamentos, ele deve assumir os custos destes benefícios ofertados ao consumidor. Isto não pode ser repassado ao cliente por meio de diferenciação de preços”, reforça. “No caso do cartão de crédito, o contrato é feito entre os lojistas e a operadora do cartão de crédito. E o consumidor já é “prejudicado” pela anuidade do cartão, não devendo ser repassado outros valores a ele”, acrescenta.

O Presidente do Ibedec explica ainda que esta distinção entre pagamento com cartão e dinheiro depende de cada Estado. Isto porque o Procon São Paulo considera ilegal apenas a exigência de cobrança maior para quem paga com cartão de crédito. “Os descontos específicos a quem paga em dinheiro ou cheque, por outro lado, são aceitos”, comenta.

No entendimento dele, “a prática de preço diferenciado não se justifica, já que a venda com cartão é um atrativo para o empresário, até porque hoje quase metade da população dispõe de cartão de crédito, em todas as classes sociais”. “Além disto, o empresário tem a segurança de receber o pagamento pela transação, o que não ocorreria com um cheque, por exemplo, que poderia voltar sem fundos”.

TAXAS DE JUROS

Tardin destaca ainda que é procedente a crítica ao comércio de que as taxas de juros cobradas pelas administradoras, nas compras pagas pelo cartão, são altíssimas, “mas é inegável também que o lojista tem uma segurança ao receber por este meio de pagamento que não teria, por exemplo, no cheque”. “A violência nas cidades também impede que as pessoas andem com quantias altas de dinheiro no bolso, sendo o meio de pagamento via cartão o mais seguro para o consumidor e o lojista”.

De qualquer forma, segundo o presidente do Ibedec, “repassar o custo de cobrança do cartão ao consumidor é prática abusiva descrita no Código de Defesa do Consumidor”. “O que os lojistas de todo o País deveriam fazer é pressionar as administradoras de cartão para que baixem suas taxas de juros sobre cada compra, de modo a viabilizar o sistema para todos os envolvidos”.

Ele, por fim, orienta que quem for vítima de preços diferenciados na cobrança em dinheiro, cheque ou cartão de débito/crédito deve denunciar ao Procon de sua cidade para que sejam aplicadas multas aos estabelecimentos que insistirem nesta prática. “Além disto, o consumidor pode exigir o valor cobrado indevidamente em juízo”.