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Tag: Brasil


17:01 · 14.03.2016 / atualizado às 17:01 · 14.03.2016 por

Após cinco anos de altas consecutivas, o mercado de smartphones encerrou 2015 em baixa na comparação com 2014. Segundo o estudo IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil – líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações – foram vendidos pouco mais de 47 milhões de celulares inteligentes entre janeiro e dezembro, queda de 13,4% na comparação com 2014, quando o país chegou à marca de 54.5 milhões de aparelhos vendidos. Ainda de acordo com o levantamento da IDC, os feature phones encerraram o ano em queda de 74%, com 4,2 milhões de unidades comercializadas.

“Foi um ano muito difícil para a economia e até o mercado de smartphones, que apresentava taxas de crescimento positivas nos anos anteriores, acabou impactado, principalmente por conta da alta do dólar. Mesmo com alguns fabricantes nacionais apostando no mercado de celulares, os insumos são importados e, ao longo do ano, foi necessário fazer de três a quatro repasses nos preços dos aparelhos”, conta Leonardo Munin, analista de pesquisa da IDC Brasil.

Embora as vendas tenham sido menores, a receita apresentou um crescimento de 1,2%, na comparação com 2014, ajudada pela alta de 17% no ticket médio, que passou de R$ 750, em 2014, para R$ 880 em 2015. “Os anos de 2013 e 2014 foram marcados pela popularização do smartphones. Em 2015, houve uma mudança no comportamento dos consumidores, que passaram a investir em celulares mais caros. O aumento na receita foi influenciado por este novo comportamento dos usuários que buscam ter uma segunda experiência com o smartphone, optando por uma aparelho mais robusto.”, revela o analista da IDC Brasil.

Munin ainda reforça que o ciclo de vida dos celulares, que era de um ano e meio, passou para cerca de dois anos. “Notamos que o consumidor está ficando mais tempo com um aparelho e preferindo, inclusive, fazer pequenos reparos. Isso acaba refletindo na venda de aparelhos novos”.

O 4º trimestre de 2015 apresentou queda de 32% na comparação com 2014. Foram vendidos 11.6 milhões de celulares inteligentes no país. “Não tínhamos um último trimestre tão fraco desde 2013. Historicamente, o primeiro trimestre é o mais fraco nas vendas. Porém, 2015 foi bem atípico e os meses de janeiro a março tiveram a melhor média do ano. Nem as festas de fim de ano e a Black Friday foram capazes de incentivar o consumo na mesma proporção dos últimos anos.”, completa o analista da IDC.

Em 2014, as vendas de smartphones no Brasil representaram 42% da fatia total na América Latina. Em 2015, houve uma queda de 8%, com o país representando 34% das vendas totais de aparelhos na região. Mundialmente, a comercialização dos celulares no Brasil representava 4,4% do total no ano de 2014 e, em 2015, passou para 3,4%. Mesmo assim, o Brasil ainda é o quarto maior consumidor em unidades, perdendo apenas para China, Estados Unidos e Índia. A IDC prevê uma retração de cerca de 13% do mercado de smartphones, com a venda aproximada de 41 milhões de aparelhos em 2016.

16:11 · 03.03.2015 / atualizado às 16:11 · 03.03.2015 por

Por Stella Kochen Susskind, presidente da Shopper Experience
Na última década, o brasileiro saiu do patamar do consumo imediato – aquele que valoriza os aspectos superficiais da compra – para o consumo crítico. Na prática, a durabilidade e o atendimento são os principais atributos considerados para a efetivação da compra – de acordo com a pesquisa “As Empresas que mais Respeitam o Consumidor no Brasil”, conduzida pela Shopper Experience há 12 anos. E qual o papel da mulher nessa história? Com certeza, o papel de protagonista!

Os meus 20 anos de experiência em analisar hábitos e drivers de consumo me levam a crer que as mulheres – sobretudo as mães –, estão nos levando a um novo patamar de consumo. A minha experiência como mãe confere a certeza de que estamos educando crianças com um outro nível de percepção. É uma revolução silenciosa comandada por mulheres – mães, tias, madrinhas, professoras, filhas… Para citar um exemplo simples e comum ao universo das mulheres, comentei com a minha filha que tínhamos que comprar uma nova mochila; um modelo com rodinhas. Além de ser o modelo mais recomendado pelos ortopedistas, costumo associar esse produto à praticidade. Ledo engano! Minha filha explicou, com riqueza de detalhes, que a mochila seria um transtorno, pois teria que carregar 5,7 quilos escadaria acima. O fato é que como estuda em uma sala instalada no primeiro andar – e a escola proíbe os alunos de arrastá-las na escada – a dita mochila pesada teria que ser carregada.

Aliás, a pequena consumidora informou que compraríamos uma mochila simples: que faria um escalonamento do material escolar para carregar menos peso. Entendi, rapidamente, que nossos filhos estão se tornando consumidores mais reflexivos e práticos, pessoas que pensam na real necessidade de consumir! Pensei no argumento e cheguei à conclusão que as mulheres têm influenciado o consumo no Brasil muito mais do que pensamos.

Na pesquisa O Mundo de Vênus – concluída pela Shopper Experience no ano passado – as entrevistadas declararam que acreditam que as mulheres de hoje são muito mais informadas; esse nível de informação tem um grande impacto na forma de consumir da família brasileira. É fato que as mulheres estão educando novos consumidores. Para elas, a educação dos filhos é pautada pelo ensino de valores morais; respeito ao próximo e a si; e sustentabilidade. É nesse contexto que está o consumo responsável. Na prática, chegamos a um momento interessante de amadurecimento do consumidor brasileiro; estamos, no que costumo chamar, de a primeira etapa rumo à era do consumo consciente. Ou seja, o consumidor está consciente do seu poder de compra, consciente dos seus direitos e consciente da importância, ou falta de importância, do produto/serviço na sua vida.

A pesquisa mostra, ainda, que o nível de exigência dessa nova mulher é bem alto. A insatisfação com produtos e serviços é maior entre as consumidoras do que entre os homens – até por uma questão matemática. São elas que, diariamente, tomam grande parte das decisões de consumo da família. A pesquisa aponta que essa insatisfação alcança patamares elevados pela própria natureza da mulher. Quando compra um produto alimentício para os filhos, por exemplo, se a marca não cumprir o que promete, essa consumidora vai até as últimas instâncias para reclamar e fazer valer os seus direitos. Além disso, o alto poder influenciador entre amigos, familiares e nas redes sociais pode comprometer a imagem das marcas. Estamos diante de um poder feminino que está transformando as relações de consumo no Brasil.

 

13:33 · 13.02.2015 / atualizado às 13:40 · 13.02.2015 por

No Brasil, mulheres superam os homens na internet. De acordo com uma pesquisa do Ibope Inteligência, 53% dos usuários de internet no país são mulheres e 47% são homens. No total, 53% da população acessou a web ao menos uma vez por mês nos últimos três meses.

Por classe, de acordo com a atualização do Critério de Classificação Econômica Brasil, modelo que classifica economicamente a população brasileira, em vigor desde 1º de janeiro deste ano, a classe A, que representa apenas 2% da população, possui 4% dos usuários de internet do país, enquanto a maioria se concentra nas classes B (34%) e C (52%). Por outro lado, as classes D/E representam 21% da população, mas reúnem apenas 10% dos internautas. Ainda assim, significa que uma em cada cinco pessoas das classes D/E acessa a internet.

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Segundo a pesquisa, os brasileiros com idade entre 35 e 54 anos são os que mais acessam a internet. Eles representam 34% dos acessos totais no país, seguidos pelos jovens de 25 a 34 anos (32%) e de 16 a 24 anos (28%). Por outro lado, a população acima de 55 anos ainda não caiu na rede, pois representa apenas 7% dos internautas brasileiros.

A região mais conectada do país é o Sudeste, que concentra 49% dos que acessam a internet. O Nordeste possui 22% dos internautas do Brasil, seguido das regiões Sul (14%), Centro-Oeste (8%) e Norte (7%).
A pesquisa revela ainda que metade dos usuários de internet do país completou o ensino médio, índice acima da média da população brasileira, que é de 37%. Os internautas que possuem curso superior também aparecem em proporção maior do que a da população: 29% dos internautas concluíram o ensino superior ao passo que na população total do país esse índice é de 17%. Por outro lado, os usuários de internet que estudaram até o ensino fundamental são minoria na rede (20%), mas maioria no país (45%).

Quando levada em conta a penetração da internet, 90% daqueles que concluíram o curso superior têm acesso à internet, percentual que recua para 71% entre os que têm ensino médio e 24% para aqueles que têm apenas o ensino fundamental.

A pesquisa foi realizada entre julho e dezembro de 2014 com a população acima de 16 anos.

17:29 · 11.02.2015 / atualizado às 17:29 · 11.02.2015 por

De amanhã (12) até o dia 14, Fortaleza sedia o Canon College, uma iniciativa da Canon do Brasil para levar conhecimento sobre fotografia e câmeras profissionais de uma forma simples e objetiva para os entusiastas da fotografia. Por meio de conteúdos teóricos, os participantes poderão apurar sua sensibilidade na área, e aprender ainda mais sobre luz, exposição, lente, ângulos e equipamentos, entre outros temas. O curso está desenhado para acontecer em três módulos expositivos: Básico, Intermediário e Técnicas de Aprimoramento para Iniciantes.

“Seja você amador ou profissional, com uma câmera com muitos ou poucos recursos, sempre tem algo que podemos compartilhar e aprender juntos porque fotografar é uma experiência mágica que merece uma linguagem descomplicada para ser aprendida”, conta Augusto Fidalgo Yamamoto, analista de treinamento e desenvolvimento da Canon.

No módulo Básico, o participante irá conhecer os princípios primários da fotografia, como: o funcionamento da câmera; fotografia digital e suas relações para compreender a linguagem fotográfica. Já no módulo Intermediário, o conteúdo visa o conhecimento mais amplo sobre a fotografia, mostrando ao usuário as configurações relevantes da câmera profissional DSLR para a linguagem fotográfica. Para o módulo de Técnicas de Aprimoramento para Iniciantes, é preciso que o aluno tenha conhecimentos básicos de fotografia, como: diafragma, obturador, ISO e modos de medição de luz, entre outros, para melhor aproveitamento.

É recomendado que os participantes tenham uma câmera DSLR para participar do curso, porém não é obrigatório. As inscrições podem ser feitas no site: www.canoncollege.com.br e o investimento varia entre R$ 85 a R$ 130 por módulo.

14:27 · 11.02.2015 / atualizado às 14:27 · 11.02.2015 por

Os brasileiros gostam de comprar. Quando viajam para o exterior é prioridade trazer na bagagem aparelhos eletrônicos a preços bem atrativos. A Pesquisa Game Brasil 2015, realizada pela Sioux, referência nacional em games e gamificação, e pela Blend New Research, empresa de pesquisa especializada em consumo, mostra bem este universo. A base de pessoas e a metodologia abrangem 25 Estados e o Distrito Federal, com 909 entrevistas realizadas no mês de janeiro.

Vamos aos fatos interessantes da pesquisa, O gamer brasileiro continua com um perfil multiplataforma – 78,6% joga em mais de um dispositivo. O mais popular é o smartphone, com 82,8% da amostra, ultrapassando o computador/notebook, que em 2013 estava na liderança, com 71,3% e os consoles 56,2%. Os tablets também ganharam espaço e aparecem com 37,4%, 6.4 pontos percentuais a mais do que no painel passado. “A novidade ficou por conta da expansão das Smart TVs que já aparecem também como uma plataforma para jogos com 6,1%”, afirma Lucas, da Blend Research International.

Em 2013 as mulheres representavam 41% dos gamers no Brasil. Neste novo painel já são 47,1% e a faixa etária mais representativa é de 25 a 34 anos. “Apesar de toda a popularidade da categoria games em ambos sexos e idades, apenas 9,3% se consideram “gamers de verdade” uma vez que a grande maioria joga como uma forma de entretenimento casual”, reforça Guilherme Camargo.

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16:59 · 10.11.2014 / atualizado às 16:59 · 10.11.2014 por

Em ação de oportunidade, passado período eleitoral, a marca Antarctica levanta a bandeira da democracia e vai propor aos brasileiros que pratiquem a integração para deixar o clima do Brasil numa BOA: reunindo-se num bar ao redor de uma Antarctica bem gelada, afinal, no bar todo mundo se entende. Para explicar melhor a proposta, a AlmapBBDO criou o filme “Brasil numa BOA”.

O comercial usa o bom humor característico da marca e traz expressões fresquinhas na cabeça de todos os brasileiros: o locutor apresenta o bar como um ambiente onde todos se entendem, inclusive na hora da votação pelo petisco que a mesa vai pedir ou na convivência pacífica dos indecisos, analistas, economistas e até do pessoal da esquerda e da direita. O momento de eleições que gerou discordâncias de diversas partes, agora dá lugar a um clima de consenso e integração a partir da proposta de reunir todo mundo de novo, no espaço mais democrático de todos: o bar.

“A campanha se apropria do contexto pós-eleição e propõe, de forma bem humorada e democrática, características próprias de Antarctica, a integração dos brasileiros, independente de suas diferentes opiniões. E o melhor palco para ilustrar essa proposta é o bar, onde entre uma conversa e uma BOA gelada, todos podem se reunir de novo”, declara Bruna Buás, gerente de marketing de Antarctica.

 

16:40 · 23.10.2014 / atualizado às 16:40 · 23.10.2014 por

Embora ainda tenha grande importância no mercado brasileiro, as vendas de notebooks apresentam sinais de seguir a tendência mundial de queda, em razão da expansão dos tablets. No mundo, a participação do faturamento de notebooks no segmento de eletrônicos caiu de 11% para 8% entre 2011 e 2014. No Brasil, enquanto o mercado de tablets cresceu 48% em valor e 103% em volume de janeiro a julho de 2014, as vendas de notebooks caíram 9% em valor e 14,5% em volume, em relação a igual período do ano passado.

Os smartphones ampliaram sua participação em valor no mercado brasileiro de eletrônicos de 28% para 38% de janeiro a julho de 2014 comparado com o mesmo período do ano anterior, e mesmo apresentando desaceleração no crescimento. A categoria cresse 90% em volume e 75% em valor no período analisado. Esses dados foram apresentados na 11ª Conferência Anual da GfK – quarta maior empresa de pesquisa de mercado do mundo.

“Esses resultados mostram a necessidade de o mercado de notebooks se reinventar para enfrentar a concorrência com os tablets. O Brasil apresenta potencial de crescimento para esse setor, mas a indústria deve ficar atenta à tendência mundial. O segmento de notebooks responde por 15% de participação no mercado brasileiro quando analisado o período de janeiro a julho de 2014, estando acima da média mundial, que deve ficar em torno de 8% dos eletrônicos em 2014” afirmou Oliver Röemerscheidt, Diretor de Unidade de Negócio. No Brasil, ainda são produtos almejados: pesquisa online da GfK de agosto indicou que 24% dos entrevistados pretendem comprar um note nos próximos seis meses.

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17:02 · 10.10.2014 / atualizado às 17:02 · 10.10.2014 por

As marcas próprias continuam conquistando espaço no mercado brasileiro, segundo estudo realizado pela Nielsen,  provedora global de informações e insights sobre o que o consumidor assiste e compra. A pesquisa revela que as marcas próprias representam 6,4% das vendas realizadas em lojas de autosserviço da América Latina. O mercado movimenta quase R$ 4 bilhões, somando as vendas do Brasil, Chile, Colômbia, México e Porto Rico. Dos países analisados, o Brasil representa 36% do valor total movimentado com produtos de marcas próprias, seguido pelo México (33%), Colômbia (18%), Chile (10%) e Porto Rico, com 1,6%.

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Segundo o analista de mercado da Nielsen, Jonathas Rosa, mesmo com o crescimento do setor, o país ainda apresenta espaços para o desenvolvimento do varejo em marcas próprias. “Ainda falta um pouco de percepção do valor das MPs no país. Em alguns outros países, a escolha por esses produtos já é mais acentuada”, comenta.

O Brasil mostra um crescimento de cerca de 11% em marcas próprias em relação ao ano passado, atrás do Chile com mais de 12%. O terceiro mercado mais promissor é o México, com cerca de 10%, seguido pela Colômbia (8,8%) e Porto Rico (6,4%).

Os produtos considerados commodities são os que mais se destacam nesse mercado, incluindo alimentos e HPC. “Os itens considerados commodities são os melhores estruturados e fortalecidos no setor por não apresentar grande diferenciação de produtos. Os consumidores acabam levando mais em conta a atratividade do custo benefício oferecido”, afirma Jonathas.

Alimentos: produtos básicos como arroz, feijão, óleo e pão são considerados fortaleza no setor de marcas próprias.

HPC: Já no setor de higiene e beleza, os produtos considerados fortalezas em marcas próprias são lâmina de barbear, enxaguantes bucais e creme dental.

Quem está comprando marcas próprias no Brasil? – Donas de casa, com nível socioeconômico alto, faixa etária de 50 anos e filhos com idade entre 12 e 17 anos. Segundo a pesquisa, as consumidoras de marcas próprias no Brasil residem em lares com três a quatro pessoas.

15:02 · 02.10.2014 / atualizado às 15:02 · 02.10.2014 por

A cearense Marianne Alves Pimentel foi vencedora, na categoria Estudante, do 2º Prêmio Estampa Brasil. Em sua segunda edição, o concurso nacional provocou os participantes a conceituarem a forma como construíram suas estampas, mostrando as referências que serviram como inspiração e base. Pitanga, a aquarela do Brasil foi o trabalho vencedor de Marianne. No conceito, a estudante justificou que com suas variações de cores, do vermelho intenso ao roxo, a pitanga traz um sabor de quero mais. Sua frutescência é no verão, fruta odalisca solar, suas delicadas flores e sua textura me levaram para essa imagem que remete a uma aquarela tropical.

Pitanga, estampa vencedora da estudante cearense
Pitanga, estampa vencedora da estudante cearense

A gesta de premiação aconteceu quarta-feira. Neste ano com o tema Verão, o concurso nacional oportunizou a estudantes, artistas, profissionais de design e outros interessados usarem a criatividade e talento na arte de produzir estampas. O evento de premiação teve como palco o Bourbon Shopping São Paulo, na capital paulista. Na ocasião também foi inaugurada a Exposição Alma Brasileira, que exibe os 18 trabalhos vencedores até 7 de outubro, com entrada franca, no Bourbon Shopping – Piso Pompeia, e lançado o livro que leva o mesmo nome. Todo o projeto foi idealizado com apoio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura, e patrocínio da Lojas Renner.

Julgada por uma comissão de peso, formada por profissionais consagrados nas áreas de design de estampas e moda, a premiação destacou o primeiro, segundo e terceiro colocados, nas qualificações estudante e profissional em cada uma das três categorias do concurso: natureza de verão, cardápio de verão, verão e movimento. Os autores das 18 estampas vencedoras receberam certificado e premiação em título de capitalização, e os primeiros colocados de cada categoria e qualificação também foram agraciados com troféu. As estampas poderão, ainda, estar na coleção de verão 2015 da Lojas Renner.

15:35 · 19.09.2014 / atualizado às 15:35 · 19.09.2014 por

As Farmácias Pague Menos abraçam mais uma vez a causa ambiental e lançam a 3ª Campanha Cidade Verde no Brasil. Desta vez, Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT), Palmas (TO), Recife (PE) e Teresina (PI) ficarão mais verdes com o plantio de mudas nas ruas dessas cidades, a partir dos recursos obtidos na venda de produtos com o selo Amigo da Natureza, nas mais de 720 lojas da rede espalhadas por todo o território nacional.

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Serão sete dias de vendas, entre 15 e 21 de setembro, e os plantios estão previstos a partir do mês de outubro. A lista de produtos inclui a linha Old Spice, Kleenex, Lifebuoy, Nivea, Colgate e Sorine SSC. A definição dos locais ficará a cargo dos órgãos municipais de meio ambiente. Funcionários da Pague Menos, clientes e a comunidade serão convidados a atuar na campanha com a orientação de profissionais especializados.

Temos que cuidar das nossas cidades e deixar um importante legado para as futuras gerações. E nada melhor do que colocar a mão na massa e plantar, de fato, um amanhã melhor”, comenta Patriciana Rodrigues, diretora de compras e marketing da rede.