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Tag: consumidor


10:15 · 18.11.2015 / atualizado às 10:15 · 18.11.2015 por

Na hora da compra de determinado produto, é comum o consumidor perguntar se há desconto para pagamento em dinheiro. Pois saiba que, de acordo com entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), este tipo de redução é ilegal.

Presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec) José Geraldo Tardin informa que a posição do órgão se refere a um caso isolado, a um recurso da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Belo Horizonte (MG) que queria impedir o Procon daquele Estado de punir lojistas que estavam adotando esta prática.

“É importante esclarecer que, apesar de ser um caso isolado, ou seja, algo específico de um julgado de Minas, a decisão serve como orientação para os tribunais de todo o País”, ressalta.

Tardin entende que a decisão do STJ em proibir preços diferentes, segundo a forma de pagamento, protege o consumidor. “Quando o lojista (fornecedor) oferece várias formas de pagamentos, ele deve assumir os custos destes benefícios ofertados ao consumidor. Isto não pode ser repassado ao cliente por meio de diferenciação de preços”, reforça. “No caso do cartão de crédito, o contrato é feito entre os lojistas e a operadora do cartão de crédito. E o consumidor já é “prejudicado” pela anuidade do cartão, não devendo ser repassado outros valores a ele”, acrescenta.

O Presidente do Ibedec explica ainda que esta distinção entre pagamento com cartão e dinheiro depende de cada Estado. Isto porque o Procon São Paulo considera ilegal apenas a exigência de cobrança maior para quem paga com cartão de crédito. “Os descontos específicos a quem paga em dinheiro ou cheque, por outro lado, são aceitos”, comenta.

No entendimento dele, “a prática de preço diferenciado não se justifica, já que a venda com cartão é um atrativo para o empresário, até porque hoje quase metade da população dispõe de cartão de crédito, em todas as classes sociais”. “Além disto, o empresário tem a segurança de receber o pagamento pela transação, o que não ocorreria com um cheque, por exemplo, que poderia voltar sem fundos”.

TAXAS DE JUROS

Tardin destaca ainda que é procedente a crítica ao comércio de que as taxas de juros cobradas pelas administradoras, nas compras pagas pelo cartão, são altíssimas, “mas é inegável também que o lojista tem uma segurança ao receber por este meio de pagamento que não teria, por exemplo, no cheque”. “A violência nas cidades também impede que as pessoas andem com quantias altas de dinheiro no bolso, sendo o meio de pagamento via cartão o mais seguro para o consumidor e o lojista”.

De qualquer forma, segundo o presidente do Ibedec, “repassar o custo de cobrança do cartão ao consumidor é prática abusiva descrita no Código de Defesa do Consumidor”. “O que os lojistas de todo o País deveriam fazer é pressionar as administradoras de cartão para que baixem suas taxas de juros sobre cada compra, de modo a viabilizar o sistema para todos os envolvidos”.

Ele, por fim, orienta que quem for vítima de preços diferenciados na cobrança em dinheiro, cheque ou cartão de débito/crédito deve denunciar ao Procon de sua cidade para que sejam aplicadas multas aos estabelecimentos que insistirem nesta prática. “Além disto, o consumidor pode exigir o valor cobrado indevidamente em juízo”.

16:25 · 23.10.2015 / atualizado às 16:25 · 23.10.2015 por

A loja Bagaggio do Shopping Benfica iniciou campanha de vendas. O cliente que fizer uma compra na sessão de pastas terá direito de 20% de desconto se levar um produto usado.

A promoção faz parte das comemorações do aniversário de dois anos da Bagaggio em Fortaleza. Em todo o País, a franquia carioca especializada em artigos para viagens e uso execultivo, completa 73 anos de atuação.

Em Fortaleza, além da matriz no Shopping Benfica, a marca já inaugurou outras duas lojas: no Iguatemi Expansão e no Shopping Parangaba. Com um novo projeto de expansão de mercado, a Bagaggio planeja a abertura de, no mínimo, uma loja por ano.

A promoção dura até o fim de outubro ou até enquanto durarem os estoques.

14:01 · 18.05.2015 / atualizado às 14:01 · 18.05.2015 por

Qual mil litros de combustível sem a cobrança de tributos serão vendidos na próxima sexta-feira (22), no posto Select Shell Posto Joger Vieira. A ação é parte das comemoração ao Dia de Respeito ao Contribuinte e da Liberade de Impostos (DLI).  A gasolina será vendida por R$ 2,00 o litro e será permita a compra de 20 litros por carro e cinco litros moto. Na ocasião, será inaugurado também o primeiro impostômetro da cidade.

A ação visa chamar atenção para a alta carga tributária que é cobrada dos brasileiros. Durante o DLI, o objetivo é cobrar a efetiva e correta aplicação de tributos em benefício de toda sociedade, além de coletar assinaturas para o Movimento Brasil Eficiente (MBE) que propõe a Simplificação Fiscal por meio da redução do número de impostos, ponto de partida para a redução da carga tributária.

Pela Lei 12.352/10, o ‘Dia da Liberdade de Impostos’ é celebrado sempre no dia 25 de maio. Em 2015, o DLI será realizado no dia 22 de maio, porque é alusivo ao período em que os brasileiros trabalham no ano para pagar impostos, taxas e tributos para o governo. No Brasil, a carga tributária é de 35% do PIB. Isso significa que os cofres públicos recebem um valor que equivale a mais de um terço do que o País produz. Na prática, a cada três reais que a economia gera, um volta para o governo.  Entre os 20 produtos com maior carga tributária do País estão jogos de videogame, motocicletas, forno de microondas, perfumes nacionais e importados, além de fraldas descartáveis e gasolina.

À frente da ação, estão a AJE Fortaleza (Associação de Jovens Empresários), em parceria com a Faculdade Maurício de Nassau, a Comissão de Estudos Tributários da OAB Ceará e a Fiec (Federação das Indústrias do Estado do Ceará).

 

16:49 · 30.01.2015 / atualizado às 16:49 · 30.01.2015 por

Os Mercadinhos São Luiz agendam a abertura de mais duas novas lojas ainda nesse primeiro semestre. A primeira será próximo ao condomínio Alphaville, no Porto das Dunas, em Aquiraz, e outra situada na Av. Santos Dumont, em Fortaleza, próximo ao Hospital São Mateus.

A unidade localizada no Aquiraz segue o conceito de loja compacta, de auto serviço, oferecendo um mix de mais de oito mil itens com destaques para perecíveis e hortifruti. Já a da Av. Santos Dumont será uma loja dentro dos conceitos de serviço e variedade, com espaço para padaria e comida pronta, além de estacionamento subterrâneo. O terreno todo tem 4.000 metros quadrados, mas a loja terá, em média, 1.200 metros quadrados e contará com cerca de 140 funcionários contratados.

Novas vagas

Em razão da abertura das novas lojas, os Mercadinhos São Luiz estão oferecendo mais de 100 vagas de emprego no Estado. As vagas oferecidas são para as funções de Operador de Caixa, Fiscal de Loja, Motoqueiro, Empacotador, Repositor de Mercearia, Repositor de Frios, Repositor de Horti, Açougueiro, Operador de Forno, Atendente de Padaria, Aprendiz Atendimento, Assistente de Manutenção e Auxiliar de Depósito.

É desejável que o candidato possua ensino médio. Os interessados deverão entregar currículo em qualquer loja dos Mercadinhos São Luiz ou enviá-lo pelo e-mail vagassl@mercadinhossaoluiz.com.br. Mais informações pelo telefone: (85) 3131.2818.

17:32 · 30.12.2014 / atualizado às 17:34 · 30.12.2014 por

Como final de ano é época de celebrar e confraternizar com amigos e familiares, o whisky Teacher’s resolveu apostar nas novas tecnologias
para presentear os seus consumidores com bônus para celulares, facilitando o diálogo entre eles. Batizada de “Recarga Teacher’s”, a ação vai até 15 de fevereiro nos principais varejos da região Nordeste.

TEACHERS acao- garrafa

Cada garrafa de 1 litro de Teacher´s Highland Cream participante terá um rótulo diferenciado comunicando a iniciativa. A parte de trás desse rótulo contará com um código alfa-numérico e, para validar a ação, basta deixar o líquido descer ao ponto de ser possível visualizar a numeração.

O consumidor deve enviar o código gratuitamente por SMS para 30135 e atender à ligação respondendo a algumas perguntas sobre a bebida. Após as respostas, um bônus de R$ 5 será creditado no celular pré-pago da pessoa, que deve ter mais de 18 anos. O regulamento completo está disponível na página do Facebook da marca: facebook.com/teacherswhiskybrasil.

17:10 · 10.10.2014 / atualizado às 17:10 · 10.10.2014 por

* Stella Kochen Susskind

A data 15 de outubro foi instituída pelo Ministério do Meio Ambiente, em 2009, como o Dia do Consumo Consciente. A proposta inicial era sensibilizar os consumidores brasileiros sobre a responsabilidade de reduzir o uso de recursos naturais e materiais tóxicos, diminuir a produção do lixo e das emissões de poluentes – de acordo com o preconizado pela Organização Nacional das Nações Unidas (ONU). Dezenove anos depois, a Shopper Experience conduziu uma pesquisa para saber qual é a percepção do brasileiro sobre as responsabilidades associadas ao consumo consciente. Quem é o principal responsável pelo consumo consciente no Brasil: governo, empresas ou o próprio cidadão?

Com essa pergunta como ponto de partida, a ampla pesquisa contou com 1.520 clientes secretos – homens e mulheres, das classes A, B e C, de 21 anos a 65 anos, residentes nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Curitiba. Ao contrário do que pode-se pensar, o estudo Consumo Consciente apontou que 63,55% dos consumidores brasileiros acreditam que o próprio consumidor é responsável por atitudes responsáveis com relação ao consumo. Na segunda posição do ranking, figura o governo (57,17%), seguido por empresas brasileiras (45,99%); empresas multinacionais (45,33%); organizações internacionais (36,51%); ONGs (36,18%); países ricos (32,04%); e países pobres (28,09%).

Como especialista em consumo, posso dizer que o consumidor está mais consciente. Acredito que haja uma evolução no comportamento em todas as classes sociais, mas ainda há espaço para potencializarmos esse avanço em direção a um novo patamar de consumo. Há alguns anos intensificou-se o amplo debate acerca do impacto da ação humana sobre os recursos naturais – e, nesse processo, teve início o debate sobre as responsabilidades individuais, corporativas e coletivas. A obsolescência de produtos, a aquisição de alimentos orgânicos e a adequação de processos de produção que privilegiem a economia de água e energia elétrica passaram a ser uma preocupação de cidadãos de diferentes vertentes, que se converteram em eco-friendly. Nesse contexto, o conceito de consumo consciente surgiu em forma de um movimento que tem impelido o indivíduo a adotar práticas para minimizar o impacto ambiental do consumo.

O resultado da pesquisa – que mostra o quanto o consumidor chamou para a si a tarefa de ser agente do consumo consciente – é exatamente o reflexo desse amplo debate; da divulgação do conceito. Além disso, a crise econômica mundial trouxe a busca por uma vida sustentável – tendência que influenciou o brasileiro. O estudo mostra claramente que o consumidor brasileiro está repensando valores e atitudes; reposicionando o modo de viver e avaliando o impacto dos hábitos de consumo na saúde econômica e socioambiental do planeta. O consumidor quer ter marcas e governos como parceiros nesse processo de consolidação de um consumo mais consciente em toda a cadeia de produção. Mas, cabe ressaltar que poucas marcas estão prontas para serem parceiras desse novo consumidor.

Entre os destaques da pesquisa Consumo consciente, ressalto aspectos determinantes do “novo consumidor” brasileiro.

Entre as práticas individuais – iniciativas do cidadão –, mais associadas pelos consumidores ao consumo consciente destacam-se o não desperdício de água (64,08%); reciclagem e separação do lixo (60,79%); economia de energia elétrica (59,14%); comprar produtos de empresas socialmente responsáveis (52,11%); evitar descarte de alimentos (44,28%); comprar produtos orgânicos (42,76%); utilizar o transporte público (41,05%); se utilizar carro, dividir com caronas (40,39%); trocar o carro pela bicicleta (38,82%); e não consumir produtos testados em animais (30%).

No âmbito econômico, sinônimo de consumo consciente individual é evitar compras por impulso (57,57%); seguido por uso consciente do crédito (48,95%); não acumular dívidas/controle de dívidas (49,28%); alocação consciente do orçamento familiar (48,16%); poupar parte dos ganhos (47,89%); pedir nota fiscal (37,04%); declarar notas fiscais em sistemas de controle (26,38%); usar créditos das notas para dedução de impostos (28,29%); e fazer previdência privada (23,95%).

No âmbito social, as práticas mais associadas ao consumo consciente individual são evitar comprar produtos de empresas envolvidas em casos de exploração infantil e trabalho em locais inadequados (55,33%); doar bens não utilizados para instituições de caridade (55%); realizar trabalho voluntário (48,16%); participar de algum projeto social (45,79%); doar dinheiro para instituições de caridade (18,29%); participar de petições e protestos nas redes sociais (17,96%); e participar de manifestações nas ruas (11,71%).

No âmbito ambiental, as práticas individuais são utilização de materiais recicláveis (59,80%); reciclagem de lixo (59,01%); adoção de práticas de redução de resíduos poluentes (56,97%); programas e iniciativas de redução do impacto ambiental (54,74%); utilizar papel reciclado/ecológico (52,30%); investimento em inovações baseadas na sustentabilidade (49,93%); manejo sustentável de insumos naturais (45%); e controle do material consumido (42,11%).

Sobre a questão relativa a práticas ambientais de consumo consciente associadas a empresas, o ranking é encabeçado por utilização de materiais recicláveis e reciclagem de lixo, respectivamente 59,80% e 59,01%. Na última posição, com 34,28%, está a não realização de testes de produtos em animais.

No âmbito corporativo, as empresas que são mais associadas ao consumo consciente realizam programa de educação financeira voltada ao consumidor (48,49%) e têm programas de capacitação socioambiental para os colaboradores (48,03%). As empresas que mantêm doações para entidades filantrópicas são apontadas por 22,76% dos entrevistados como sinônimo de consumo consciente.

No âmbito social, as empresas que merecem destaque na opinião dos entrevistados são as que mantêm patrocínio/apoio a projetos e causas sociais (51,12%); em segundo lugar no ranking, com 50,66% está a educação do consumidor sobre práticas para um modo de vida mais sustentável. Ações de disciplina para evitar qualquer tipo de discriminação foram apontadas por 34,34% dos entrevistados como a principal prática empresarial de consumo consciente.

Sou uma otimista nata – o que me leva a ler esses números com imensa confiança no consumidor brasileiro. Confiança que me leva a crer que faremos uma passagem consistente para um novo padrão de consumo. Estamos no rumo certo e estaremos prontos para integrar uma nova sociedade de consumo.

* Stella Kochen Susskind

Administradora de empresas graduada pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e pós-graduada em Franchising pela Franchising University (Estados Unidos), Stella Kochen Susskind é pioneira no Brasil na avaliação do atendimento ao consumidor por meio do “Cliente Secreto”. A executiva preside a Shopper Experience – empresa de pesquisa que representa uma evolução do modelo – e a divisão latino-americana da Mystery Shopping Providers Association, atuando, ainda, como diretora da Mystery Shopping Providers Association Europe e membro do Global Board. É autora do livro “Cliente secreto: A metodologia que revolucionou o atendimento ao consumidor”, lançado pela Primavera Editorial. A executiva brasileira ministrou palestras sobre a metodologia na Argentina, Suécia, Espanha, Estados Unidos e Grécia.

 

17:09 · 30.09.2014 / atualizado às 17:09 · 30.09.2014 por

A Centauro inaugura uma nova comunicação visual nas lojas em comemoração ao mês das crianças. Ao todo, 40 unidades receberão as modificações no ponto de venda, que terão um espaço exclusivo para os produtos voltados aos pequenos e um painel interativo para que eles possam escrever o que querem ganhar de presente. A iniciativa, com base em uma pesquisa realizada pela marca, será implantada como teste nos estados de São Paulo, Goiás e no Distrito Federal.

centauro

O objetivo é melhorar a experiência dentro da loja e, futuramente, desenvolver projetos similares no restante do país. “A Centauro está sempre em busca de melhorar a experiência dos fãs de esportes em suas lojas e trazer novas estratégias para o ponto de venda. E a campanha deste mês, além de novidades, apresenta excelentes opções de presentes para o Dia das Crianças”, afirma Ana Paula Grimaldi Roso, diretora de Marketing do Grupo SBF, detentor da Centauro.

16:43 · 27.08.2014 / atualizado às 16:43 · 27.08.2014 por

O Carrefour comemora seu 39º aniversário no Brasil e, para celebrar a data, preparou milhares de ofertas. Serão mais de 20 dias de ofertas. O primeiro filme publicitário com ofertas vai ao ar hoje (27), no horário nobre da televisão aberta. A campanha tem início amanhã (28) e vai até o dia 24 de setembro.

As lojas da rede já estão decoradas com materiais alusivos à comemoração. Nas gôndolas de todos os setores, peças indicam as melhores ofertas do dia, programadas em parceria com alguns dos maiores fornecedores do Brasil, que acompanham a trajetória da rede ao longo desses 39 anos de atuação no país. Durante o período, todas as principais dinâmicas promocionais da rede, como 50% de Desconto na Segunda Unidade, Leve Mais Pague Menos e Compre e Ganhe, estarão presentes nas lojas e serão anunciadas regularmente nos filmes publicitários.

As ações de marketing foram desenvolvidas em sintonia com a campanha “Faz Carrefour”, que posiciona a rede como sinônimo de boas compras e convida os consumidores a fazerem a conta de tudo o que a rede oferece de melhor: preço, variedade de produtos, qualidade e atendimento. A campanha de comunicação envolve anúncios em rádios, tevês e jornais, além de ativações em locais de grande circulação da cidade de São Paulo.

O filme publicitário que marca o início da campanha será veiculado hoje (27), no intervalo da novela das 21 horas da TV Globo, horário de maior audiência da teve aberta brasileira. Com duração de 30 segundos, ele anunciará as ofertas válidas no primeiro dia das comemorações.

No dia 28 de agosto, em uma ação inédita, será distribuída uma edição extra do jornal Metro em diferentes pontos da capital paulista. O encarte contará com 16 páginas de ofertas exclusivas e matérias com dicas de beleza, comportamento e receitas. Em dez pontos de grande circulação da cidade, além do jornal, os clientes serão presenteados ainda com um balão de Led.

 

14:55 · 26.08.2014 / atualizado às 14:55 · 26.08.2014 por

As lojas Bagaggio estão disponibilizando mais uma novidade, disponibilizando a linha Sicilia que apresenta malas, frasqueiras e sacolas com desing italiano e moderno. “O grande diferencial deste produto é o visual. É uma mala para os que buscam prestígio e conforto. Se destaca facilmente entre outras de poliester ou policarbonato”, disse Denis Katsuragi, proprietário das lojas Bagaggio, em Fortaleza.

As bagagens podem ser encontradas em tamanhos variados, são de alta qualidade, confeccionadas em vinil e têm sistema de zíper antifurto SafeBag. Possuem alça retrátil e ajustável e 4 rodas giratórias em 360 graus, além de bolsos e alças elásticas internas. O fabricante oferece ainda 2 anos de garantia. Os preços variam de R$ 439,90 a R$ 119,90.

Em Fortaleza, essa novidade pode ser encontrada nas lojas Bagaggio localizadas nos shoppings Parangaba e Benfica. A Bagaggio é uma empresa que atua no segmento de comércio de couro desde 1942. Tem uma rede de lojas em franca expansão conta atualmente com quase 100 pontos de vendas localizados em ruas e shoppings nos estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

14:27 · 25.08.2014 / atualizado às 14:27 · 25.08.2014 por

* por Celso Amâncio – presidente da Agência Consumidor Popular e especialista em concessão de crédito para o consumidor popular

O fantasma da inadimplência ronda a economia brasileira. Segundo a Serasa Experian, o número de pessoas inadimplentes chegou a 57 milhões de brasileiros este ano, que também mostra que 60% dos inadimplentes têm contas mensais a pagar que custam acima de 100% de sua renda mensal.

Apesar do esforço dos analistas de gabinete, com espaços garantidos nas principais mídias, a culpa não é dos consumidores de baixa renda, que chegaram recentemente ao mercado consumidor.

Alega-se que falta educação financeira. E quem defende a tese está certo. Erra apenas ao apontar o dedo para os consumidores mais pobres e desinformados. Esse pessoal das classes C, D e E se tornou, apenas, a principal vítima de predadores financeiros, inconsequentes e deseducados financeiramente.

São profissionais treinados e incentivados a “alcançar metas a qualquer custo”, sem nenhum constrangimento em “empurrar” o crédito que agora se transforma em inadimplência.

Esses 57 milhões de brasileiros endividados receberam em suas casas, muitas vezes sem ter pedido, os vários cartões de crédito com os quais realizam os malabarismos do endividamento irresponsável.

A justificativa das instituições financeiras era a baixa “bancarização”. A realidade, se percebe agora, era criar um canal para empurrar o crédito inconsequente.

Gerando, em menos de uma década, um endividamento que foi alavancado pelo sistema de credit-score, vendido como uma ciência que se basearia em “redes neurais” e outras besteiras do tipo e que garantiam a concessão de crédito com riscos mínimos.

E, ainda por cima, diminuir fraudes e manter um controle rígido sobre a inadimplência. O vício dos operadores de crédito nas ferramentas de credit-score ameaça torná-los, agora, em charlatães que induziram tanto os consumidores como o mercado como um todo a se tornarem vítimas da atual inadimplência.

Cometeram o típico erro dos que adotam tecnologias estrangeiras sem adequá-las às nossas realidades e sem ajustar os softwares de validação de crédito aos nossos indicadores de renda e emprego, além dos hábitos culturais e familiares.

Erraram feio — a crescente inadimplência o prova — ao abandonar e deixar em segundo plano a experiência e a intuição dos profissionais (vendedores, lojistas e analistas de crédito) sensíveis às nossas vivências e preparados para entender a real disponibilidade de pagamento da dívida do cliente na hora em que negociam com ele (ou ela) o crediário.

O credito-score embute, ainda, o agravante de estimular a ganância dos predadores da oferta irresponsável de crédito ao estabelecer taxas de juros crescentes como suposta proteção nos casos de crescimento da inadimplência.

Resultado: juros cada vez mais altos reduzem o universo dos clientes que aceitam o crediário e comprometem a saúde financeira dos que assumem as prestações, os levando a médio prazo à inadimplência crescente, como a que experimentamos agora.

Os consumidores, especialmente os de baixa renda, descobriram, intuitivamente, que foram induzidos a cair nas armadilhas do cheque especial e do crédito rotativo do cartão, com taxas de juros muito próximas as praticadas por agiotas.

Caíram na armadilha quando consumiram para satisfazer a demanda altamente reprimida. Até que a demanda reprimida se satisfez e a renda familiar foi superada pelo montante de dívidas contraídas. O que obrigou esses consumidores a caírem na real. E serem obrigados, por pura necessidade, a priorizar os gastos.

As dívidas não pagas, captadas por empresas como a Serasa Experian e demais agências de validação de inadimplência, foram para o fim da fila. A inadimplência iniciou, então, sua escalada, seguida das observações, alertas e avisos dos fornecedores de crédito.

Esses mesmos fornecedores de crédito que há poucos anos foram os responsáveis pela adoção de caríssimas ferramentas de análises de risco, transplantados de culturas que nos são alheias.

Que estimularam a oferta irresponsável de crédito a partir de softwares que eliminaram o talento e a sensibilidade dos analistas humanos, que acumularam, ao longo das décadas, a expertise de avaliar a renda familiar dos consumidores de acordo com suas capacidades de assumir e, o mais importante, de honrar suas dívidas.

Ainda dá tempo de buscar saídas.

É hora de eliminar as improdutivas reuniões que tentam culpar os consumidores por decisões de oferta de crédito adotadas por predadores irresponsáveis, instalados em confortáveis e luxuosos gabinetes.

E resgatar para a análise de oferta de crédito ferramentas que agilizam o processo mas que incorporem na decisão final as expertises humanas, com conscientização, integração e ajuste da oferta de crédito à real capacidade de pagamento das dívidas assumidas.

O que obrigaria os analistas de crédito a uma volta ao básico de toda e qualquer venda: se lembrar sempre que estamos tratando com gente.