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Tag: empresas


17:16 · 01.10.2015 / atualizado às 17:16 · 01.10.2015 por

Por Raquel Serafim é jornalista e diretora de estratégias da Anunciattho Comunicação

É bastante comum, e recomendável, que empresas contratem uma agência de Relações Públicas para melhor se relacionarem com seus públicos: os seus steakholders. Os principais motivos que os levam a buscar esse tipo de serviço são ampliar as possibilidades de negócios com os mercados, e, é claro, manter um bom relacionamento com eles na maior parte do tempo. Mas pensando bem, quem é que não precisa saber se relacionar com seus variados ‘públicos’? Quem é que não quer aumentar suas chances de uma indicação de emprego ou de ser chamado para determinado projeto?

Qualquer pessoa, ao longo da vida, vai passando por diferentes fases, seja por um novo trabalho, mudança de residência e qualquer outro motivo que o faça deixar para trás pessoas e o coloque diante de novas possibilidades. Conheça cinco dicas de ouro para que você aproveite melhor desses antigos e novos relacionamentos que se estabelecem, e possa criar para você mesmo novas oportunidades.

Organize-se: Se você não tiver tempo de se dedicar um pouco a essa tarefa, ninguém mais o fará. Por isso, é recomendável que este seja um compromisso semanal (ou quinzenal) na sua agenda. Com dia e hora para acontecer. Caso contrário, esta será apenas mais uma das suas tarefas que um dia, quem sabe, serão feitas.

Entenda seus objetivos: Quer fazer um mestrado? Abrir uma empresa? O que você quer? Entender, nos diferentes campos da sua vida, quais são seus objetivos e em quanto tempo gostaria de alcançá-los, será parte essencial para que você consiga criar uma boa estratégia. Cuidado para não ser muito ousado com as suas metas, pois se ao longo do processo você as sentir distantes demais, acabará desistindo!

Defina prioridades: Depois de definir seus principais objetivos, faça um mapeamento de todas as pessoas que passaram e que estão na sua vida atualmente. Entenda quais delas podem, de alguma forma, te auxiliar a dar um passo a mais em direção aos seus objetivos. Veja como está seu grau de relacionamento com ela (crie uma escala própria, de 0 a 5, por exemplo, e entenda quais estão mais próximas e quais estão mais distantes).

Defina temas e assuntos que os conectem, e se mantenha a par deles sempre que possível, dessa forma você poderá retomar os contatos de forma natural. Agora será a vez de estabelecer prioridades. Cabe a você definir se vai começar a lutar por um objetivo que está mais distante, mas as pessoas mais próximas, ou o contrário.

Estratégia: Assim como as pessoas que você mapeou acima, existem outras, que talvez você ainda não conheça, que podem ser uma ‘peça’ essencial para que seu objetivo seja concluído. Será necessário criar uma estratégia para que vocês se conheçam e para que, a partir desse encontro, possam seguir conversando.

Imagine que seu objetivo seja um mestrado em uma faculdade x, e que dentro da sua área de pretensão, exista um professor que você considera ´ô’ cara. O primeiro passo da sua estratégia será se informar sobre a trajetória que ele trilhou, materiais que ele escreveu/publicou e eventos (palestras, workshops, etc.) que ele participará. Com essas informações, você se programa para frequentar esses eventos, e aos poucos, vai provocando uma aproximação. Em um possível encontro você pode, por exemplo, citar algo que leu e que gostou que ele escreveu e dizer que gostaria de ampliar esse debate com ele, e verifica se há abertura para um novo canal de comunicação. A mesma lógica serve para o seu círculo de pessoas.

Entenda o que você tem para oferecer: Agora que você já sabe quem são as pessoas que precisam fazer parte do seu caminho até seus objetivos, que já conhece os interesses de cada uma delas e já iniciou ou retomou o contato com elas, é hora de verificar que você pode oferecer para ajudá-las em algo. Doar seu tempo é sempre uma boa forma de aproximar pessoas. Faça pelos outros aquilo que você gostaria que fosse feito por você.

Não se pode garantir que todas as pessoas que você ajudar irão ajudá-lo em retorno, mas, é bem possível que você descubra gratas surpresas nesse processo, e que pouco a pouco você consiga gerenciar melhor seu grupo de relacionamento e fiquei cada vez mais perto de seus objetivos.

17:07 · 01.10.2015 / atualizado às 17:07 · 01.10.2015 por

Escândalos públicos de corrupção que envolvem executivos, oferecer produtos e serviços de má qualidade, e violar os próprios dados. Estes são fatores que lesam a imagem de qualquer empresa e, pela primeira vez em oito anos, o risco foi apontado como o número um dentre os 10 principais da América Latina, segundo pesquisa Global de Gerenciamento de Riscos (Global Survey), divulgada a cada dois anos pela consultoria e corretora de seguros Aon e que, na edição deste ano, contou com a participação recorde de 1.418 empresas globais.

De acordo com Keith Martin, consultor internacional de riscos da Aon, a imagem da empresa é a soma de diversos itens, como boa percepção pública, renome de honestidade, boa gestão e responsabilidade social. “Nos últimos anos, com o rápido desenvolvimento da tecnologia, das mídias sociais, e também a maior consciência sobre multiculturalismo, houve um aumento das possibilidades de dano à reputação, já que é necessário agilidade nas respostas, o que intensifica o risco”, afirma.

Por outro lado, a América Latina aparece em último lugar ao tratar riscos em reuniões de conselho ou diretoria executiva. Para Martin, as empresas latino americanas ainda analisam os riscos inerentes aos negócios de forma isolada, não levando em consideração o cenário que pode estimular o efeito dominó. “Em algumas situações, um risco pequeno pode levar a outro mais sério e, muitas vezes, está atrelado à forma de analisá-los”, complementa.

A partir desses movimentos, o executivo ainda destaca que os riscos de leis e mudanças regulatórias são os mais citados pelos brasileiros. Na sequência, os riscos políticos continuam entre os que mais preocupam as companhias.

Os 10 Riscos Mais Importantes por Região

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Para Alexandre Botelho, diretor da área de gestão de riscos da Aon, o ranking mundial ainda é influenciado pelos recentes acontecimentos globais, tendo em vista tanto casos de conhecimento público como fatos isolados. “O estudo mostra que as empresas têm enxergado apenas riscos que afetam momentaneamente os negócios, e não buscam uma visão a longo prazo de riscos emergentes, como, por exemplo, a possibilidade de serem afetadas pelas catástrofes naturais”, relata.

Além disso, o executivo explica que alguns riscos descritos no estudo também sofrem interferência direta da legislação vigente em determinados países. “A nossa pesquisa conta com 33% dos respondentes americanos, portanto, o risco cibernético é um bom exemplo que, embora seja mundialmente importante, só tem predominância na lista por conta da lei de segurança de dados que foi imposta nos EUA”, analisa.

Botelho afirma também que cerca de 50% dos riscos mostrados no levantamento não possuem cobertura, portanto, as empresas não têm como dividir a responsabilidade com as corretoras e seguradoras. “As companhias precisam ter um bom plano de gestão com a ciência de que existem riscos que não são seguráveis, para, desta forma, minimizar eventuais impactos com ações que otimizam a administração daqueles riscos”, alerta.

Os 10 Riscos Globais Mais Importantes

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16:29 · 23.10.2014 / atualizado às 16:29 · 23.10.2014 por

O fim de ano está chegando e a movimentação em busca de brindes e serviços para eventos sempre aumenta, favorecendo o setor de marketing promocional. Pesquisa desenvolvida pela Forma Promocional, empresa especializada em guias, sites e feiras de negócios voltados ao setor, aponta que 40% das empresas aumentam os recursos em ações promocionais no último trimestre do ano.

“O setor está reagindo bem e a previsão é de crescimento no 3º e 4º trimestres, compensando, em parte, o movimento do primeiro semestre que foi bastante tímido. Além disso, nessa época, a organização de festas de confraternização, constitui forte incentivo à demanda de brindes, bem como das ações promocionais e de relacionamento das empresas. Após a realização da Copa do Mundo o mercado tem evoluído mês a mês. Este cenário nos dá expectativas positivas de crescimento para o fechamento de 2014”, explica Auli De Vitto, CEO da Forma Promocional.

A pesquisa realizada com clientes da empresa mostra ainda que os produtos mais procurados são: brindes (48,28%), serviços para eventos (13,22%) e presentes corporativos (12,64%), entre outros. Veja gráfico abaixo:

 

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Os principais alvos das ações promocionais são os clientes corporativos, citados em 41,18% dos casos. Na sequência vêm a equipe interna de funcionários, 28,24%; o consumidor final, 17,65%; distribuidores, 4,70%; fornecedores, 2,35%; varejo, 1,18%; e outros, com 4,70%.

Outro ponto abordado é referente ao número de atividades promocionais realizadas no decorrer do ano. A maioria das empresas, 76,6%, realiza de 1 a 3 ações promocionais com brindes por ano.

 

15:36 · 21.02.2014 / atualizado às 15:36 · 21.02.2014 por

No mês de janeiro deste ano, 1.400 empresas foram constituídas no Ceará, menos que total registrado no mesmo período do ano passado (1.485), segundo dados divulgados hoje (21) pela Jucec (Junta Comercial do Ceará). O dado mais positivo é que o número de empresas que encerraram sua atividades caiu: 1.004.  Em janeiro de 2013, a Jucec registrou 1.031 fechamentos.

O índice traz também os números relativos ao Microempreendedor Individual- MEI. Foram 3.137constituições de microempreendedores, frente a 3.562 no mesmo período de 2013. Em relação às extinções, o  MEI ficou com 464 este mês, contra 509, em janeiro do ano passado. Na categoria sociedade, houve um aumento no número de extinções, com 146  em janeiro deste ano e 92 no mesmo período do ano passado.

12:02 · 29.08.2013 / atualizado às 12:02 · 29.08.2013 por

O PMI-CE (Capítulo regional do Project Management Institute), com apoio da Portfolio GC, promove, hoje à tarde, no Marina Park Hotel, o evento “Encontro Mensal de Gerencimaneto de Projetos”. Na ocasião, haverá palestras sobre os seguintes assuntos: “De pé com o gerenciamento de projetos”, com o diretor da Portfolio Gestão e Capacitação, Cassio Germano; e “A evolução do gerenciamento de projetos no olhar do PMBOK”, que será ministrada pelo gerente corporativo de projetos da RM Soluções em Infraestrutura, Facundo Barbosa.

“Este será um excelente evento para conhecer um pouco mais sobre gerenciamento de projetos, trocar experiências, entrar em contato com profissionais da mesma área de interesse e rever colegas. Tudo isto em um só lugar”, destaca Cassio Germano.

Conforme o diretor da Portfolio GC, durante a palestra “De pé com o gerenciamento de projetos”, serão abordados a seleção, priorização, planejamento, controle e avaliação de resultados em projetos, bem como os principais benefícios observados com o bom gerenciamento deles. “No encontro, tratarei desses temas de forma criativa e inovadora, através do paralelo entre o gerenciamento de um projeto pessoal e projetos organizacionais”, conta.

Já na palestra “A evolução do gerenciamento de projetos no olhar do PMBOK”, o gerente de projetos Facundo Barbosa abordará a evolução e a abrangência das boas práticas do gerenciamento de projetos na óptica do PMI, ao mesmo tempo em que fará um paralelo com as principais mudanças ocorridas da segunda até a quinta edição do PMBOK. Por meio desta perspectiva histórica, o palestrante também abordará as principais tendências para o futuro.

15:14 · 09.08.2013 / atualizado às 15:14 · 09.08.2013 por

As empresas Studio Abracadabra, Destra Design, Eita ILtda, Estalo!, Mamucaba e Total Design, da Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign), estão organizando a 3ª edição da Semana +Design Ceará.

O evento acontecerá no auditório do Sebrae em Fortaleza, de 12 a 14 de agosto, e reunirá empresários, gerentes de marketing e comunicação, profissionais e estudantes.

A conferência contará com a designer peruana Cláudia Boggio, da Infinito Consultores (Peru), além de Mário Narita, da Narita Design (SP), Ricardo Ruffo, da Design Echos (SP),  e Ericson Staub, da Straub Design (PR). Serão discutidos temas como criatividade, inovação e mercado. Inscrições no local.

15:07 · 30.04.2013 / atualizado às 15:07 · 30.04.2013 por

Estudos realizados em 2012 comprovam a importância da relação das marcas com os consumidores nas redes sociais. Pesquisa realizada pela Local Search Sites comScore e a Localeze nos Estados Unidos, com mais de 4 mil usuários de negócios locais, revelou que 15% dos entrevistados usam as redes sociais para procurar empresas da região. Os estudos apontam cada vez mais a importância das empresas estarem presentes na internet e se relacionarem com os consumidores.

O consumidor tende a comprar das marcas que ele confia e se relaciona nas redes sociais; 71% dos entrevistados disseram estar mais propensos a comprar de uma marca que eles seguem na internet, como o Twitter e o Facebook. Além das grandes marcas, o comércio regional também é procurado pelos consumidores que querem interagir online.

Para Rafael Brito, coordenador de conteúdo da agência Goomark, “o trabalho das agências de captar fãs para que sigam e curtam uma micro ou pequena empresa é grande, se já tem uma procura dos consumidores, principalmente em empresas regionais elas não podem se ausentar, estar presente nas redes sociais é não perder dinheiro. Há ferramentas gratuitas como o Foursquare que o consumidor consegue localizar os comércios mais próximos, é só se cadastrar na rede”, diz Brito.

Gasto do tempo online no Brasil – Em janeiro de 2013, segundo dado da Net Insight, estudo do Ibope Media, os internautas brasileiros passaram em média 10 horas e 26 minutos navegando em redes sociais por mês, isso significa um crescimento de 13,5% em comparação ao mesmo período de 2012. As faixas etárias, mais ativas são entre 25 a 49 anos, que juntas correspondem a 52,7% dos internautas.

15:56 · 08.05.2012 / atualizado às 15:56 · 08.05.2012 por

Por Eduardo Zugaib é escritor, profissional de comunicação e marketing, professor de pós-graduação, palestrante motivacional e comportamental. Ministra treinamentos nas áreas de Desenvolvimento Humano e Performance Organizacional.

Reter um cliente antigo custa menos do que conquistar um novo. Vale a pena investir esforço nisso, pois são eles – os clientes que já estão na casa – que ajudam a formar e fortalecer a percepção da marca lá fora, sustentada por sua mais poderosa ferramenta de comunicação: a reação espontânea da satisfação com o produto ou serviço adquiridos. Regra válida também para a insatisfação: como humanos, reagimos e compartilhamos mais nossas experiências ruins do que as boas, e isso com muito mais pessoas. Frequentemente passamos adiante mais o que nos incomoda do que o que nos dá prazer, satisfação e plenitude. Somos assim, como humanos. Não seríamos diferentes como consumidores.

Diante disso, é espantoso ver a quantidade de empresas que, focando apenas na conquista do novo cliente, se esquecem de cuidar dos que já atendem. Esforçam-se na abertura de novas torneiras, porém se esquecem de fechar o ralo. O resultado? Equipes de vendas saturadas, angustiadas pelo esforço hercúleo que precisam empenhar a cada mês para repor a quantidade de dinheiro que mantém a empresa. E tudo isso aliado a uma alta rotatividade, que não raro zera a informação de relacionamento da empresa, já que poucas são aquelas que levam a sério, e com sucesso, programas que preservem informações do cliente além do dia do vencimento da sua fatura ou do seu contrato. Quando o vendedor vai embora, com ele vai a informação. Não raro, a carteira.

Vender é um processo de relacionamento. Estruturas físicas inquestionáveis representam apenas o hardware nessa história. É preciso cuidar do software: as pessoas e a forma como a informação é preservada.

Vender, hoje, vai muito além das batidas etapas de obtenção da atenção do cliente, da identificação dos seus interesses, da apresentação do produto, da criação de desejo e da efetivação.

Recordar-se do cliente apenas no dia do vencimento da fatura ou do contrato mostra que o foco não está nele, mas apenas no caixa. Porém é a existência de clientes – novos ou antigos – que mantém o caixa cheio. Manter a comunicação ativa durante os outros períodos é a base do processo de relacionamento, que bem conduzido, preserva o encantamento. Afinal, quem é que gosta de ser lembrado apenas na hora de pagar a conta?

14:04 · 30.04.2012 / atualizado às 14:04 · 30.04.2012 por

Baixo faturamento, baixa produtividade e gastos excessivos. Esses são três dos principais fatores para o fechamento de uma empresa, de acordo com pesquisa realizada com 650 empresários que fracassaram em seus negócios.

A pesquisa foi realizada em 2011 pela Nogami Participações, empresa de consultoria do economista Otto Nogami, que em Santa Catarina atua como diretor do Valor Humano Instituto de Ensino e Pesquisa, instituição especializada em MBAs, cursos de pós-graduação e in company.

Em quarto lugar, a pesquisa aponta as brigas entre funcionários. A mão de obra insuficiente ocupa a quinta posição, enquanto que a incapacidade de atrair clientes foi citada por 15% dos entrevistados. O sétimo lugar ficou com os conflitos com fornecedores, com 12%.

Nogami diz que não existem empresas totalmente livres da ameaça de falência. “Trata-se de um risco que atinge empresas de todos os portes, de todos os setores e de todas as nacionalidades”, destaca. “Devemos aprender com as que não deram certo, para que possamos evitar os mesmos erros”.

FALHA HUMANA – De acordo com Nogami, os motivos pelos quais as empresas são vítimas do baixo faturamento, da baixa produtividade e dos gastos excessivos resultam, na maioria das vezes, de decisões equivocadas tomadas pelos gestores. “Há uma grande parcela de falha humana entre os motivos que causam o fechamento de uma empresa”, assinala.

“Numa empresa, o plano de marketing pode ser perfeito, a estratégia de vendas pode ser um primor, mas tudo pode ir água abaixo se não houver alguém capaz de promover uma correta implementação, fazendo as correções necessárias em tempo hábil”, destaca.

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14:13 · 06.03.2012 / atualizado às 14:13 · 06.03.2012 por

A TOTVS, especializada em desenvolvimento e comercialização de software de gestão empresarial, serviços e tecnologia, firmou parceria com a Itautec para oferecer ao segmento de farmácias e drogarias um pacote completo de gestão.

A empresa, que também atua no mercado cearense, destaca que o novo produto contempla funcionalidades específicas para o setor, com ferramentas para a identificação de genéricos, de medicamentos com receitas, registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e PBMs (Pharmacy Benefit Management).

Segundo o diretor de Atendimento e Relacionamento da TOTVS Ceará, Paulo Morais, o sistema pode ser utilizado para gerenciar toda a empresa, desde a compra e distribuição de suprimentos até a gestão de pessoas.

“A nova solução inclui ainda um sistema responsável pelo gerenciamento do processo de transferência eletrônica de fundos (TEF) e atende às especificações e normas de segurança das principais operadoras de cartão de crédito do mercado”, completa.