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Tag: meio ambiente


16:06 · 02.06.2015 / atualizado às 16:07 · 02.06.2015 por

agua

Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, a Ambev lança campanha nacional para incentivar proprietários e profissionais de bares e restaurantes a diminuir o consumo de água em seus estabelecimentos. A companhia irá distribuir mais de 300 mil cartilhas em pontos de venda de todo o Brasil com orientações sobre como reduzir desperdícios e aumentar a eficiência no uso da água. Se todas as dicas forem seguidas, a redução do consumo pode chegar a 62%.

A Ambev passou dois meses realizando pesquisas em campo para entender quais eram os principais pontos de consumo de água nos bares. A partir desse mapeamento, foi possível identificar as melhores oportunidades para diminuir o consumo de água, por meio da redução do desperdício e no aumento da eficiência. As orientações são simples e podem ser adotadas de maneira prática e rápida. O investimento realizado pelos donos dos bares para implantar as novas medidas é baixo e a economia gerada compensa o valor investido em até dois meses.

Para se ter uma ideia, a instalação de um simples arejador nas torneiras do banheiro custa apenas R$ 10 e pode significar uma economia na conta de água de 76%. Se o bar substituir as válvulas hidráulicas dos vasos sanitários por caixas acopladas, a redução do consumo pode chegar a 50%. Mudanças de hábitos também podem gerar economia. Ensaboar todos os copos e pratos antes de enxaguar, por exemplo, pode diminuir em até 80% o consumo de água nas pias da cozinha.

“Essa campanha é uma extensão do que já fazemos internamente em nossas fábricas. A Ambev já é referência mundial em economia de água no processo produtivo de bebidas. Com essa mobilização nacional, queremos dividir nossos conhecimentos e experiências adquiridas nos últimos 20 anos engajando nossos parceiros mais próximos nesta causa”, afirma José Roberto Brandi, gerente de relações corporativas da Ambev.

Em busca do sonho de construir um mundo melhor, a Ambev conta com um conjunto de ações voltadas exclusivamente para o uso eficiente da água em suas operações industriais, entre elas: sistema estruturado que controla o consumo de água em cada etapa do processo produtivo; investimento contínuo em novas tecnologias e equipamentos; reuso de água nas fábricas; e parcerias com outras companhias para o reaproveitamento dos efluentes tratados. Com esse trabalho, a empresa conseguiu reduzir em 40% o consumo de água nos últimos 12 anos.

16:22 · 23.02.2015 / atualizado às 16:22 · 23.02.2015 por

O descarte de pilhas prejudica o meio ambiente, contaminando o solo e a água. Pensando nesse problema, o Shopping Del Paseo está disponibilizando coletores de pilhas nos pisos L1 e S2.

Dessa forma, esses produtos tóxicos para o meio ambiente agora têm o destino correto. O material coletado é encaminhado para o Projeto Recebe Pilhas da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABNEE) que entrega os itens descartados aos seus respectivos fabricantes.

 

12:09 · 10.02.2015 / atualizado às 12:09 · 10.02.2015 por

 Por Marcus Nakagawa é  sócio-diretor da iSetor; professor da ESPM; idealizador e presidente do conselho deliberativo da Abraps (Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade); e palestrante sobre sustentabilidade, empreendedorismo e estilo de vida.

 

Parece redundante uma empresa que se diz mais sustentável falar da sua atuação na área ambiental. Entendo isso devido ao fato de a maioria das pessoas somente associar o termo sustentabilidade ao meio ambiente, plantio de árvores, coleta de resíduos, enfim, tudo o que tem a ver com a cor verde.

Sabemos que a sustentabilidade empresarial é muito mais, não podemos esquecer que toda empresa parte das questões econômicas para existir, ou seja, sem a área financeira, uma empresa não é uma empresa. Todavia, obter lucro, buscar uma ótima receita não é tudo em um negócio. No Brasil, quando abrimos uma empresa elaboramos um contrato social mostrando qual é o nosso objetivo de prestar serviço ou produzir e vender produtos para a sociedade. Pois é, às vezes esquecemos que o empreendimento foi criado para satisfazer uma necessidade da sociedade por meio dos produtos e serviços, seja desde uma necessidade básica até uma necessidade de autoestima, como mostra a pirâmide de Maslow.

Porém, esta busca por atender a necessidade não pode impactar negativamente as pessoas ou o meio ambiente em que ela vive. Por isso, uma parte das grandes empresas está se preocupando com este tal tema da sustentabilidade para não agredir a população ou o meio ambiente no seu entorno ou no do fornecedor. E aí que está o ponto para as PMEs e empreendedores de plantão!

Ou seja, esta é a grande oportunidade para que a empresa entre ou permaneça na cadeia de valor de uma grande empresa que se diz mais sustentável.

Como o meio ambiente é o primeiro ponto que é lembrado quando falamos de sustentabilidade, é fundamental que o empreendedor pense e aja focado também no tema. Sabemos que na vida real é muito difícil para uma pequena e média empresa dar foco para um tema que não seja produção, vendas, vendas e vendas. Mas esta ação pode ser vista como um valor agregado que ajudará inclusive nas vendas da maioria dos empreendedores.

Um exemplo é uma empresa familiar de soluções em ponto de vendas chamada MIB Group, que tem seu escritório comercial em São Paulo, o parque gráfico em Cotia e vende para todo o Brasil. Eles começaram com a análise e acompanhamento dos seus dados ambientais como uso da água, da energia, gestão dos resíduos e dos insumos. Ao mesmo tempo fizeram uma parceria com a Fundação S.O.S. Mata Atlântica para o projeto Florestas do Futuro e montaram o projeto Florestas Lamà, que consistia no plantio de árvores a cada venda do Lamà, o totem de papelão de fácil montagem, um dos principais produtos da empresa. O cliente da empresa que comprava o Lamà recebia um certificado mostrando que todo o papelão utilizado foi compensado voluntariamente por meio de plantio de árvores.

Posteriormente a MIB Group tirou o certificado ISO 14001 de gestão do meio ambiente e montou um relatório de ações socioambientais, demonstrando todas as ações realizadas para o meio ambiente e para a sociedade.

Estas ações fazem parte de alguns indicadores de sustentabilidade que podem ser realizados aos poucos pelas empresas. Para o meio ambiente, segundo os indicadores Ethos, pode-se verificar e implementar ações a partir dos seguintes indicadores, respondendo às perguntas:

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Mudanças climáticas: como é a governança das ações em relação às mudanças climáticas na sua empresa? Quais são as adaptações da empresa perante as mudanças climáticas?
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Gestão e impactos ao meio ambiente: Existe um sistema de gestão ambiental? Como é prevenido a poluição/resíduos? Como é o uso e controle de água, energia e materiais utilizados nos processos? É utilizado material direto da natureza/biodiversidade? Como é esta gestão? É feita educação e conscientização ambiental? Como?
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Impacto do consumo: como é o impacto da empresa com o transporte, logística e distribuição? É feita a logística reversa ou recolhimento e destinação correta dos produtos no seu fim de vida?

Pode parecer assustador a quantidade de perguntas para quem está preocupado em pagar os INSS dos seus funcionários em dia. Porém, para buscar entrar numa cadeia produtiva de uma empresa que se diz mais sustentável, ou para ir além de vender produto ou serviço, basta começar com um dos pontos, depois outro, depois outro, e assim por diante. O desafio para o empreendedor é o que o motiva para o sucesso! Já escolheu um deles para começar neste novo ano?

 

 

17:10 · 10.10.2014 / atualizado às 17:10 · 10.10.2014 por

* Stella Kochen Susskind

A data 15 de outubro foi instituída pelo Ministério do Meio Ambiente, em 2009, como o Dia do Consumo Consciente. A proposta inicial era sensibilizar os consumidores brasileiros sobre a responsabilidade de reduzir o uso de recursos naturais e materiais tóxicos, diminuir a produção do lixo e das emissões de poluentes – de acordo com o preconizado pela Organização Nacional das Nações Unidas (ONU). Dezenove anos depois, a Shopper Experience conduziu uma pesquisa para saber qual é a percepção do brasileiro sobre as responsabilidades associadas ao consumo consciente. Quem é o principal responsável pelo consumo consciente no Brasil: governo, empresas ou o próprio cidadão?

Com essa pergunta como ponto de partida, a ampla pesquisa contou com 1.520 clientes secretos – homens e mulheres, das classes A, B e C, de 21 anos a 65 anos, residentes nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Curitiba. Ao contrário do que pode-se pensar, o estudo Consumo Consciente apontou que 63,55% dos consumidores brasileiros acreditam que o próprio consumidor é responsável por atitudes responsáveis com relação ao consumo. Na segunda posição do ranking, figura o governo (57,17%), seguido por empresas brasileiras (45,99%); empresas multinacionais (45,33%); organizações internacionais (36,51%); ONGs (36,18%); países ricos (32,04%); e países pobres (28,09%).

Como especialista em consumo, posso dizer que o consumidor está mais consciente. Acredito que haja uma evolução no comportamento em todas as classes sociais, mas ainda há espaço para potencializarmos esse avanço em direção a um novo patamar de consumo. Há alguns anos intensificou-se o amplo debate acerca do impacto da ação humana sobre os recursos naturais – e, nesse processo, teve início o debate sobre as responsabilidades individuais, corporativas e coletivas. A obsolescência de produtos, a aquisição de alimentos orgânicos e a adequação de processos de produção que privilegiem a economia de água e energia elétrica passaram a ser uma preocupação de cidadãos de diferentes vertentes, que se converteram em eco-friendly. Nesse contexto, o conceito de consumo consciente surgiu em forma de um movimento que tem impelido o indivíduo a adotar práticas para minimizar o impacto ambiental do consumo.

O resultado da pesquisa – que mostra o quanto o consumidor chamou para a si a tarefa de ser agente do consumo consciente – é exatamente o reflexo desse amplo debate; da divulgação do conceito. Além disso, a crise econômica mundial trouxe a busca por uma vida sustentável – tendência que influenciou o brasileiro. O estudo mostra claramente que o consumidor brasileiro está repensando valores e atitudes; reposicionando o modo de viver e avaliando o impacto dos hábitos de consumo na saúde econômica e socioambiental do planeta. O consumidor quer ter marcas e governos como parceiros nesse processo de consolidação de um consumo mais consciente em toda a cadeia de produção. Mas, cabe ressaltar que poucas marcas estão prontas para serem parceiras desse novo consumidor.

Entre os destaques da pesquisa Consumo consciente, ressalto aspectos determinantes do “novo consumidor” brasileiro.

Entre as práticas individuais – iniciativas do cidadão –, mais associadas pelos consumidores ao consumo consciente destacam-se o não desperdício de água (64,08%); reciclagem e separação do lixo (60,79%); economia de energia elétrica (59,14%); comprar produtos de empresas socialmente responsáveis (52,11%); evitar descarte de alimentos (44,28%); comprar produtos orgânicos (42,76%); utilizar o transporte público (41,05%); se utilizar carro, dividir com caronas (40,39%); trocar o carro pela bicicleta (38,82%); e não consumir produtos testados em animais (30%).

No âmbito econômico, sinônimo de consumo consciente individual é evitar compras por impulso (57,57%); seguido por uso consciente do crédito (48,95%); não acumular dívidas/controle de dívidas (49,28%); alocação consciente do orçamento familiar (48,16%); poupar parte dos ganhos (47,89%); pedir nota fiscal (37,04%); declarar notas fiscais em sistemas de controle (26,38%); usar créditos das notas para dedução de impostos (28,29%); e fazer previdência privada (23,95%).

No âmbito social, as práticas mais associadas ao consumo consciente individual são evitar comprar produtos de empresas envolvidas em casos de exploração infantil e trabalho em locais inadequados (55,33%); doar bens não utilizados para instituições de caridade (55%); realizar trabalho voluntário (48,16%); participar de algum projeto social (45,79%); doar dinheiro para instituições de caridade (18,29%); participar de petições e protestos nas redes sociais (17,96%); e participar de manifestações nas ruas (11,71%).

No âmbito ambiental, as práticas individuais são utilização de materiais recicláveis (59,80%); reciclagem de lixo (59,01%); adoção de práticas de redução de resíduos poluentes (56,97%); programas e iniciativas de redução do impacto ambiental (54,74%); utilizar papel reciclado/ecológico (52,30%); investimento em inovações baseadas na sustentabilidade (49,93%); manejo sustentável de insumos naturais (45%); e controle do material consumido (42,11%).

Sobre a questão relativa a práticas ambientais de consumo consciente associadas a empresas, o ranking é encabeçado por utilização de materiais recicláveis e reciclagem de lixo, respectivamente 59,80% e 59,01%. Na última posição, com 34,28%, está a não realização de testes de produtos em animais.

No âmbito corporativo, as empresas que são mais associadas ao consumo consciente realizam programa de educação financeira voltada ao consumidor (48,49%) e têm programas de capacitação socioambiental para os colaboradores (48,03%). As empresas que mantêm doações para entidades filantrópicas são apontadas por 22,76% dos entrevistados como sinônimo de consumo consciente.

No âmbito social, as empresas que merecem destaque na opinião dos entrevistados são as que mantêm patrocínio/apoio a projetos e causas sociais (51,12%); em segundo lugar no ranking, com 50,66% está a educação do consumidor sobre práticas para um modo de vida mais sustentável. Ações de disciplina para evitar qualquer tipo de discriminação foram apontadas por 34,34% dos entrevistados como a principal prática empresarial de consumo consciente.

Sou uma otimista nata – o que me leva a ler esses números com imensa confiança no consumidor brasileiro. Confiança que me leva a crer que faremos uma passagem consistente para um novo padrão de consumo. Estamos no rumo certo e estaremos prontos para integrar uma nova sociedade de consumo.

* Stella Kochen Susskind

Administradora de empresas graduada pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e pós-graduada em Franchising pela Franchising University (Estados Unidos), Stella Kochen Susskind é pioneira no Brasil na avaliação do atendimento ao consumidor por meio do “Cliente Secreto”. A executiva preside a Shopper Experience – empresa de pesquisa que representa uma evolução do modelo – e a divisão latino-americana da Mystery Shopping Providers Association, atuando, ainda, como diretora da Mystery Shopping Providers Association Europe e membro do Global Board. É autora do livro “Cliente secreto: A metodologia que revolucionou o atendimento ao consumidor”, lançado pela Primavera Editorial. A executiva brasileira ministrou palestras sobre a metodologia na Argentina, Suécia, Espanha, Estados Unidos e Grécia.

 

15:50 · 19.09.2014 / atualizado às 15:50 · 19.09.2014 por

Com o objetivo de contribuir para que seus clientes alinhem aspectos sociais e ambientais com o sucesso de seus negócios, a BASF desenvolveu um novo processo de direcionamento do seu portfólio, com base em critérios de sustentabilidade. O método denominado Sustainable Solution Steering tem como objetivo revisar e analisar sistematicamente os aspectos de sustentabilidade de aproximadamente 50 mil aplicações de produtos relevantes do portfólio da companhia, que representam vendas de € 56 bilhões. O benefício: com este processo, é possível mensurar a contribuição dos produtos para a sustentabilidade dentro de seus diversos mercados e indústrias, além de permitir a ampliação desta contribuição a partir do estabelecimento de planos de ação.

Ao longo dos ultimo três anos, a BASF já analisou mais de 80% do seu portfólio. Os dados mostram, por exemplo, como um produto contribui com custo-benefício e conservação de recursos naturais, bem como saúde e segurança. Os requisitos de sustentabilidade concreta de consumidores de várias indústrias são levados em consideração, assim como as especificidades regionais. Por fim, o processo determina a extensão em que as soluções da BASF podem acomodar essas necessidades.

Com base nos resultados coletados até agora, as aplicações de produtos analisadas foram classificadas em quatro categorias:

§ Accelerators promovem contribuição substancial de sustentabilidade na cadeia de valor. 22% dos produtos analisados estão nesta categoria.

§ Performers são soluções que atendem aos padrões básicos de sustentabilidade do mercado. Cerca de 73% se enquadram nesta categoria.

§ No caso dos Transitioners, questões específicas de sustentabilidade foram identificadas e planos de ações concretos foram definidos. Essas recomendações estão em processo de implementação. Aproximadamente 4,5% dos produtos analisados estão atualmente nesta categoria.

§ Aplicações com significativa preocupação de sustentabilidade são categorizadas como Challenged. A BASF está desenvolvendo planos de ação para estes produtos, de forma a identificar melhores soluções. Atualmente, esta categoria se aplica a 0,5%.

O método Sustainable Solution Steering visa o crescimento do número de soluções do tipo Accelerator em longo prazo, de maneira a aprimorar o perfil de sustentabilidade, tanto da BASF como de seus clientes. Por isso, o portfólio de produtos está sob revisão contínua – o que significa que essa segmentação em quarto categorias também está sujeita a alterações, por exemplo, como resposta a mudanças nas demandas do mercado ou novas legislações.

O portfólio de produtos será completamente analisado até o final de 2014. Com esta nova metodologia, a BASF dá continuidade à sua estratégia We create chemistry – nós transformamos a química. “Tem se tornado cada vez mais importante para nossos clientes a viabilidade de combinação de demandas econômicas, ambientais e sociais, e nós consideramos este cenário uma oportunidade de negócio para a BASF. Essa abordagem é parte integrante do nosso propósito corporativo: We create chemistry for a sustainable future – Nós transformamos a química para um futuro sustentável. Ao analisar nossos produtos e ao expandir sistematicamente nossas soluções sustentáveis, nós nos destacamos neste esforço.”, diz Dr. Kurt Bock, presidente da Junta Diretiva da BASF.

15:35 · 19.09.2014 / atualizado às 15:35 · 19.09.2014 por

As Farmácias Pague Menos abraçam mais uma vez a causa ambiental e lançam a 3ª Campanha Cidade Verde no Brasil. Desta vez, Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT), Palmas (TO), Recife (PE) e Teresina (PI) ficarão mais verdes com o plantio de mudas nas ruas dessas cidades, a partir dos recursos obtidos na venda de produtos com o selo Amigo da Natureza, nas mais de 720 lojas da rede espalhadas por todo o território nacional.

verde

Serão sete dias de vendas, entre 15 e 21 de setembro, e os plantios estão previstos a partir do mês de outubro. A lista de produtos inclui a linha Old Spice, Kleenex, Lifebuoy, Nivea, Colgate e Sorine SSC. A definição dos locais ficará a cargo dos órgãos municipais de meio ambiente. Funcionários da Pague Menos, clientes e a comunidade serão convidados a atuar na campanha com a orientação de profissionais especializados.

Temos que cuidar das nossas cidades e deixar um importante legado para as futuras gerações. E nada melhor do que colocar a mão na massa e plantar, de fato, um amanhã melhor”, comenta Patriciana Rodrigues, diretora de compras e marketing da rede.

 

 

15:13 · 19.09.2014 / atualizado às 15:13 · 19.09.2014 por

A Makro recebeu pelo segundo ano consecutivo o Certificado Destaque Ambiental, do Jornal do Meio Ambiente, pelo seu excelente trabalho na Área de Preservação e Educação Ambiental, no ano de 2013.

A premiação foi idealizada pelo jornal paulista, Jornal do Meio Ambiente, e tem como objetivo incentivar e premiar as empresas que tem por princípio o comprometimento com a qualidade de vida da comunidade, garantindo um Meio Ambiente saudável e participando de forma atuante e responsável em projetos ambientais.

A Makro foi indicada como uma empresa sustentável pela Secretária do Meio Ambiente do Estado do Ceará, em reconhecimento aos projetos e ações ambientais, que a empresa realiza, contribuindo de forma efetiva com a preservação ao Meio Ambiente.

A pesquisa para a nomeação é realizada pelo Jornal do Meio Ambiente em parceria com os Órgãos Públicos Federais e Estaduais do País, entre eles: Ibama, Conama, MMA e Secretárias Estaduais do Meio Ambiente.

 

17:22 · 16.06.2014 / atualizado às 17:22 · 16.06.2014 por

A Ford está desenvolvendo em parceria com a Heinz uma pesquisa para o desenvolvimento de materiais sustentáveis à base de fibras de tomate para a produção de peças de automóveis. Entre outras aplicações, a pele de tomates secos transformada em plástico 100% sustentável poderá ser aplicada em componentes como braçadeiras para fios e porta-objetos usados nos carros da Ford.

“O objetivo é ter novos materiais, fortes e leves, para reduzir o impacto ambiental dos derivados de petróleo. Estamos investigando se esse subproduto do processamento de alimentos faz sentido em uma aplicação automotiva”, diz Ellen Lee, especialista em pesquisa da Ford. “Há cerca de dois anos, a Ford iniciou uma parceria com a Heinz, a Coca-Cola, a Nike e a Procter & Gamble para o desenvolvimento de um plástico 100% à base de plantas capaz de ser usado em vários tipos de produtos, de tecidos a embalagens, em substituição a materiais atuais à base de petróleo”, afirma.

A Ford sempre busca alternativas de médio e longo prazo para novas propostas de sustentabilidade e que atendam os requisitos dos veículos. Por outro lado, os pesquisadores da Heinz estavam buscando maneiras inovadoras de reciclar e reutilizar as cascas, caules e sementes dos mais de dois milhões de toneladas de tomates que a empresa usa anualmente para produzir seu produto mais vendido: o Ketchup Heinz.

“Estamos muito satisfeitos que essa tecnologia tenha sido validada”, diz Vidhu Nagpal, diretor adjunto de pesquisa e desenvolvimento de embalagens da Heinz. “Embora a pesquisa ainda esteja nos estágios iniciais, ficamos animados com os avanços que essa pesquisa pode trazer tanto para Heinz como para a Ford.”

Compromisso sustentável – O compromisso da Ford em reduzir, reutilizar e reciclar faz parte da estratégia global de sustentabilidade da empresa para diminuir a sua pegada ambiental, ao mesmo tempo em que acelera o desenvolvimento de veículos mais eficientes no consumo de combustível em todo o mundo. Nos últimos anos, a Ford aumentou o uso de materiais reciclados não-metálicos e de base biológica.

Com a introdução no ano passado de componentes de console reforçados com fibra de celulose e suportes de capota elétrica feitos com casca de arroz, o portfólio de materiais de base biológica da Ford agora inclui oito materiais. Outros exemplos são materiais compostos à base de coco, carpetes e tecidos feitos com algodão reciclado e bancos e apoios de cabeça com espuma de soja.

15:36 · 31.03.2014 / atualizado às 15:38 · 31.03.2014 por

 

A Viação Urbana reforça as suas ações de responsabilidade ambiental por meio de projetos de sustentabilidade que integram usuários, funcionários e comunidade.

Destaque para as ações de coleta seletiva de resíduos, pneus e baterias utilizadas, além de implementação de estação de tratamento de água e esgoto, coleta de óleo queimado e controle de emissão de fumaça. Todas estas ações são coordenadas por uma equipe multifuncional que tem como trabalho “sustentabilizar” as operações da empresa.

Além de atividades socioambientais, a Viação Urbana também desenvolve estratégias sociais. Visita de escolas à sede da empresa é uma delas. Elas acontecem, mensalmente, desde junho de 2001, onde escolas de comunidades assistidas pela empresa são convidadas para visitar todos os setores de manutenção veicular, conhecer os projetos ambientais e participar de uma palestra educativa.

09:58 · 18.07.2013 / atualizado às 09:58 · 18.07.2013 por

A Makro Engenharia veiculou campanha de conscientização para os colaboradores, na qual traz peças envoltas em plástico bolha remetendo ao cuidado que a sociedade deve ter com as florestas. Além de peças para web.
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“O meio ambiente vem sendo cada vez mais ameaçado por ações de pessoas ou empresas mal preparadas, cabe a nós impedir que isso aconteça. Acreditamos que o processo pode e deve acontecer em perfeita sintonia com a natureza, e é isso que pretendemos mostrar aos nossos colaboradores”, afirma Cayo Silva, coordenador de Marketing da Makro.