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16:16 · 25.11.2015 / atualizado às 16:16 · 25.11.2015 por

Cerca de 53% dos jovens de até 29 anos têm smartphone e 68% possuem apenas um chip. Esse perfil de clientes também é o que mais valoriza o serviço de dados e que tem menos interesse em serviço de mensagens de texto (SMS). Esses são alguns dos resultados do levantamento feito pela Oi com cerca de cinco mil consumidores de todas as operadoras, de planos pré, pós e controle, em todo o país. No grupo de pessoas entre 30 e 45 anos ouvidas pela pesquisa, o uso de smartphone chega a 43% e entre os entrevistados com mais de 45 anos, a taxa é de 24%.

Os estudos procuraram identificar hábitos atuais do consumidor brasileiro de telefonia móvel e serviu como base para direcionar as novas ofertas da companhia, que priorizam a liberdade e autonomia dos clientes nos planos de dados e voz. Com base nas pesquisas, a Oi definiu seu novo lançamento no pré-pago, o Oi Livre, que oferece tarifa única para ligação para qualquer operadora e em qualquer região do país (sem cobrança de roaming), além de uso de dados livremente, dentro da franquia contratada.

A análise da Oi considerou dados coletados durante dez meses por pesquisas quantitativas e informações de pesquisa qualitativa etnográfica, que usa uma abordagem antropológica para identificar o comportamento do público-alvo. Os participantes foram orientados a distribuir 10 pontos entre os serviços de voz, dados e SMS. Como o efeito clube ainda é forte hoje, voz foi o serviço apontado como o mais importante em todas as faixas etárias. Porém, entre o público mais jovem, esse serviço recebeu peso muito próximo ao do serviço de dados.

O grupo de até 29 anos atribuiu nota 4,3 para o serviço de voz, o grupo com idade de 30 a 45 anos deu nota 4,8 e o grupo com mais de 45 anos classificou com 5. Para o serviço de dados, as notas foram 3,8; 3,2 e 3, respectivamente. Já o SMS ficou com pontuação de 1,9 entre os mais jovens; 2 e 2, entre os mais velhos. Quanto ao uso de chips, a pesquisa identificou que 32% do grupo mais jovens têm mais de um chip, enquanto esse percentual é de 46% entre os participantes do grupo de idade intermediária e de 41% do grupo acima de 45 anos.

A pesquisa qualitativa revelou que o serviço de dados atende hoje a dois dos mais importantes desejos dos usuários: a comunicação com clientes de qualquer operadora por meio de redes sociais e de aplicativos de mensagem, e a navegação nos diversos conteúdos da web. Por outro lado, os consumidores ainda mostram insatisfação com as restrições de usos de certos aplicativos e apontam para uma necessidade de franquias maiores do que o que lhes é oferecido. A amostra identificou também que o custo, ao lado do aumento da popularidade das redes sociais e da facilidade do acesso à internet, foram os motivos que fizeram com que o serviço de voz perdesse seu protagonismo nos últimos anos. Entretanto, o levantamento da Oi mostrou que voz continua sendo um atributo importante na telefonia móvel, com forte apelo emocional. As pessoas dão preferência pelo uso de voz para se comunicar com pessoas mais próximas.

Novos planos

A Oi lança em todo o país os planos Oi Mais para o pós-pago e Oi Mais Controle para o controle, ambos nas modalidades Avançado, Intermediário e Básico. Entre os principais atributos dos novos planos estão o forte aumento na franquia de dados, sem restrições de uso, inclusive no acesso às redes sociais e aplicativos. Além de mais dados, os novos planos contam com franquias com muitos minutos para falar com qualquer operadora em todo o Brasil, e ao final dessas franquias os clientes dispõem de uma tarifa única e reduzida para ligações para qualquer operadora em todo o Brasil, no valor de R$ 0,30/min, que representa entre 70-80% de desconto em relação aos preços atuais.

Os lançamentos complementam o novo portfólio de telefonia móvel da operadora, que revolucionou o mercado ao lançar no início do mês os planos pré-pago Oi Livre, mudando a forma de o consumidor se comunicar. Esse movimento da Oi busca acabar com o efeito das redes e comunidades criadas entre clientes da mesma operadora, garantindo mais economia para os consumidores e liberdade de comunicação com qualquer pessoa, aumentando a competitividade do mercado e reduzindo o gasto total dos clientes com serviços móveis.

Além disso, ao adotar tarifa única para chamadas para qualquer destino, a Oi consegue transferir para os clientes finais o benefício da redução da tarifa de interconexão (VU-M), atendendo a uma proposta da Anatel. Com a iniciativa de não cobrar tarifas de deslocamento (roaming nacional), a Oi também antecipa a aplicação do projeto de fim da cobrança de roaming em ligações de celular, que ainda está em processo de aprovação pelo governo.

16:40 · 24.11.2015 / atualizado às 16:40 · 24.11.2015 por

Uma pesquisa realizada pelo site de emprego Catho revela que cerca de 80% dos profissionais brasileiros aceitariam um emprego com um salário menor do que o recebido na última ocupação.

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De acordo com o levantamento, o cenário atual impacta negativamente para quem está empregado. Aproximadamente 50% dos entrevistados afirmaram não ter expectativas sobre avanço na carreira no momento. A pesquisa ouviu cerca de seis mil profissionais brasileiros via internet.

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Em relação à satisfação com o emprego atual, 67% dos entrevistados dizem estar infelizes ou pouco felizes. Dessa forma, 90% dos profissionais afirmaram que mudariam de emprego caso recebessem uma proposta.

Segundo a pesquisa, 80% dos entrevistados acreditam que houve redução de salários em suas áreas de atuação nos últimos meses.

13:17 · 21.10.2015 / atualizado às 13:17 · 21.10.2015 por

De acordo com dados da Catho, os brasileiros estão querendo abraçar novas oportunidade de trabalho fora do Brasil. O percentual de profissionais que aceitariam uma vaga no exterior passou de 75,9% em 2014 para 79,2% neste ano.

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Houve ainda aumento no número daqueles que aceitram uma nova chance em outro país mesmo sem nenhum benefício extra, como aumento salarial ou promoção de cargo. Esse percentual subiu para 11,5% em 2015, ante 8,5% no ano anterior.

A pesquisa mostrou também que 38,5% dos profissionais entrevistados aceitaria se mudar para o exterior por conta de uma proposta profissional caso ela representasse uma oportunidade de desenvolvimento, mesmo que sem promoção imediata. Em 2014, esse percentual era de 34,2%.

Receber uma promoção é condição essencial para que 29,2% dos entrevistados aceitem uma proposta de trabalho exterior, enquanto 20,8% dos profissionais não aceitaria a mudança sob nenhum pretexto. Os dados fazem parte da Pesquisa dos Profissionais Brasileiros 2015, levantamento anual feito pela Catho.

“O cenário de crise econômica no Brasil, somado às oportunidades que uma oferta de emprego no exterior pode representar, tem levado mais brasileiros a avaliar positivamente a mudança para outro país em virtude de uma proposta de trabalho”, afirma Murilo Cavellucci, diretor de gente e gestão da Catho.

“Em geral, a experiência internacional contribui para o desenvolvimento do profissional, que tem a possibilidade de conhecer outra cultura, além de vivenciar a realidade de sua profissão em outro país. De qualquer modo, é fundamental avaliar com atenção todos os prós e contras na mudança”, diz o executivo.

17:07 · 01.10.2015 / atualizado às 17:07 · 01.10.2015 por

Escândalos públicos de corrupção que envolvem executivos, oferecer produtos e serviços de má qualidade, e violar os próprios dados. Estes são fatores que lesam a imagem de qualquer empresa e, pela primeira vez em oito anos, o risco foi apontado como o número um dentre os 10 principais da América Latina, segundo pesquisa Global de Gerenciamento de Riscos (Global Survey), divulgada a cada dois anos pela consultoria e corretora de seguros Aon e que, na edição deste ano, contou com a participação recorde de 1.418 empresas globais.

De acordo com Keith Martin, consultor internacional de riscos da Aon, a imagem da empresa é a soma de diversos itens, como boa percepção pública, renome de honestidade, boa gestão e responsabilidade social. “Nos últimos anos, com o rápido desenvolvimento da tecnologia, das mídias sociais, e também a maior consciência sobre multiculturalismo, houve um aumento das possibilidades de dano à reputação, já que é necessário agilidade nas respostas, o que intensifica o risco”, afirma.

Por outro lado, a América Latina aparece em último lugar ao tratar riscos em reuniões de conselho ou diretoria executiva. Para Martin, as empresas latino americanas ainda analisam os riscos inerentes aos negócios de forma isolada, não levando em consideração o cenário que pode estimular o efeito dominó. “Em algumas situações, um risco pequeno pode levar a outro mais sério e, muitas vezes, está atrelado à forma de analisá-los”, complementa.

A partir desses movimentos, o executivo ainda destaca que os riscos de leis e mudanças regulatórias são os mais citados pelos brasileiros. Na sequência, os riscos políticos continuam entre os que mais preocupam as companhias.

Os 10 Riscos Mais Importantes por Região

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Para Alexandre Botelho, diretor da área de gestão de riscos da Aon, o ranking mundial ainda é influenciado pelos recentes acontecimentos globais, tendo em vista tanto casos de conhecimento público como fatos isolados. “O estudo mostra que as empresas têm enxergado apenas riscos que afetam momentaneamente os negócios, e não buscam uma visão a longo prazo de riscos emergentes, como, por exemplo, a possibilidade de serem afetadas pelas catástrofes naturais”, relata.

Além disso, o executivo explica que alguns riscos descritos no estudo também sofrem interferência direta da legislação vigente em determinados países. “A nossa pesquisa conta com 33% dos respondentes americanos, portanto, o risco cibernético é um bom exemplo que, embora seja mundialmente importante, só tem predominância na lista por conta da lei de segurança de dados que foi imposta nos EUA”, analisa.

Botelho afirma também que cerca de 50% dos riscos mostrados no levantamento não possuem cobertura, portanto, as empresas não têm como dividir a responsabilidade com as corretoras e seguradoras. “As companhias precisam ter um bom plano de gestão com a ciência de que existem riscos que não são seguráveis, para, desta forma, minimizar eventuais impactos com ações que otimizam a administração daqueles riscos”, alerta.

Os 10 Riscos Globais Mais Importantes

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14:43 · 08.09.2015 / atualizado às 14:43 · 08.09.2015 por

Os principais doadores de instituições filantrópicas creditam a prática ao autocrescimento, associando o ato de doar a uma oportunidade para se tornarem pessoas melhores. Mais do que isso, a doação faz com que a vida tenha mais sentido, pois estão ajudando quem precisa. Há, ainda, brasileiros que doam por gratidão, devoção, engajamento, cooperação, conexão com valores passados de geração para geração ou por ser uma decisão racional. Essa é uma das conclusões da pesquisa “Investidores do Bem”, conduzida de forma voluntária pela Shopper Experience para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). A pesquisa revela, ainda, quais são as causas preferidas dos doadores brasileiros; valor médio e frequência de doação; associações e entidades preferidas; e sugestões para ampliar o número de doadores no país.

Identificar a relação dos doadores (permanentes e ocasionais) – e não doadores da AACD e demais instituições filantrópicas do Brasil; os drives que motivam as doações; e entender o quanto a comunicação influencia a decisão de doar para instituições foram alguns dos objetivos da terceira edição da pesquisa coordenada por Stella Kochen Susskind, presidente da Shopper Experience. Durante o primeiro semestre de 2015, a empresa conduziu entrevistas qualitativas em profundidade com mais de 330 pessoas: homens e mulheres de 18 anos a mais de 55 anos com idade média de 44 anos.

Segundo Stella Kochen Susskind, uma das inspirações para a pesquisa foi o World Giving Index – um levantamento da Charities Aid Foundation, que traz uma visão global sobre o ato de doar, sobre a generosidade. A edição de 2014 aponta que mesmo em países que enfrentam turbulências econômicas, a generosidade tem crescido. O Brasil, de acordo com o levantamento internacional, aparece em 90ª posição no ranking que envolve 135 países.

“Elaboramos uma pesquisa mais focada na doação em dinheiro, mas seguimos o espírito do Giving Index no que diz respeito a entender a motivação das pessoas; investigar esse gatilho que leva à doação. E, podemos afirmar com certeza, que há espaço para ampliar o engajamento entre brasileiros de diferentes perfis, mas que em comum têm o interesse em colaborar com causas em prol das crianças”, afirma a executiva, que há anos colabora com a AACD.

“A AACD, notadamente em 65 anos de existência – uma Instituição independente, sem fins lucrativos e mantida, exclusivamente pela sociedade em geral, pessoa física e jurídica – precisava entender a atual percepção e reconhecimento da população em relação à sua marca, serviços e programas sociais, entre outros. Graças à disposição da Shopper Experience em colaborar com a organização, uma vez mais, elaborou pro bono o rico trabalho que mapeia claramente o posicionamento da AACD, assim como diversas outras instituições e o próprio relacionamento do segmento entrevistado com a área da responsabilidade social em geral”, afirma Angelo Frazão, superintendente de Marketing e Captação de Recursos.

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17:08 · 10.08.2015 / atualizado às 17:08 · 10.08.2015 por

De acordo com levantamento do Ibope Media, os investimentos nos principais meios de comunicação e mercados do País, no primeiro semestre deste ano, cresceu 0,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram investidos R$ 60,1 bilhões em mídia.

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16:35 · 08.06.2015 / atualizado às 16:35 · 08.06.2015 por

A IDC Brasil divulgou os números de vendas de celulares no primeiro trimestre no país: foram comercializados 14.1 milhões de smartphones, ou seja, 33% a mais na comparação com o mesmo período do ano passado, e 1.2 milhão de feature phones, queda de 54%.

Os números fazem parte do estudo IDC Mobile Phone Tracker Q1 e ficaram acima das expectativas da consultoria, que previa a venda de 13.5 milhões de smartphones entre os meses de janeiro e março. Nos próximos meses, porém, a IDC acredita que deve haver uma desaceleração por conta da baixa atividade econômica e da alta do dólar.

“Tradicionalmente, o primeiro trimestre não é um dos mais fortes para o mercado. Neste ano, mesmo com a atual conjuntura econômica, com taxa de juros e inflação alta e desemprego, o resultado foi positivo”, afirma Leonardo Munin, analista de pesquisas da IDC Brasil, que atribui esse movimento a dois fatores: a alta do dólar obrigou os fabricantes a fazerem um primeiro repasse de preços no começo do ano e outro em março; e o canal de vendas que já sabia desta possibilidade e antecipou as compras.

Outra constatação do estudo da IDC é de que os preços dos aparelhos intermediários ficaram de R$ 30 a R$ 60 mais caros, e os tops de linha tiveram aumento de R$ 100 a R$ 200. “Isso acontece devido à alta do dólar e ao fato e o Brasil não ser um País que tem insumos suficientes para atender a demanda e, por isso, exporta muitas peças”, avalia Munin. Em relação à faixa de preço, os smartphones intermediários – que custam entre R$ 450 e R$ 999 – foram os mais vendidos e o ticket médio ficou em R$ 790.

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15:35 · 25.05.2015 / atualizado às 15:35 · 25.05.2015 por

O brasileiro não está contente com seu trabalho atual. Essa é a tônica retirada do estudo Você é inquieto?, realizado pelo site Inquietaria, e que aponta para o desejo de tomar um novo rumo na carreira para 83,9% dos entrevistados. Realizado entre 4 e 14 de maio de 2015, com 186 respondentes, o levantamento mostra também que 79,6% dos entrevistados está trabalhando no momento e 87,1% pensam em projetos paralelos constantemente.

Quando questionados se pretendem fazer projetos fora do mercado atuante, 38,2% afirmaram que já tem planos em mente e 20,4% querem, mas não tem planos. Além disso, 15,6% disseram que gostariam de trabalhar em outros projetos, porém, não têm tempo disponível e 16,1% responderam que não tem recursos suficientes para executar seus planos. Somente 5,9% afirmaram estar felizes apenas com o trabalho atual.

Em relação à troca de ideias sobre projetos, 58,1% responderam que compartilham seus sonhos e anseios. Destes, 58,7% partilham objetivos com a família ou amigos e 53,2%, nas redes sociais. Em terceiro lugar estão os fóruns de internet (26,6%), o ambiente de trabalho (19,3%) e o colégio ou faculdade (16,5%). Nesta questão, os entrevistados podiam assinalar mais de uma opção.

Por fim, quando questionados sobre o embasamento para seus projetos futuros, 94,6% dos entrevistados disseram buscar por informações para fomentar suas ideias. Mais uma vez, o meio digital é a maior fonte de informação: 91,4% disseram procurá-la em sites e 77,1% em redes sociais. Os conselhos também ainda são significativos: amigos e familiares vem em terceiro, com 57,7%; seguidos das palestras (53,7%). Já os meios offline apresentaram menos aderência: as revistas tiveram 41,1%, sucedidos dos livros de empreendedorismo (30,9%), jornais (27,4%) e por fim, a televisão (17,7%). Os respondentes também tiveram a opção de selecionar mais de um meio.

 

15:59 · 14.04.2015 / atualizado às 15:59 · 14.04.2015 por

 

O alimento tem a capacidade de conectar as pessoas às suas lembranças mais especiais e unir familiares e amigos. É isso o que constatou uma pesquisa realizada em 11 países, com mais de 9.000 pessoas, sobre o poder que os sabores possuem na vida das pessoas. O estudo foi encomendando pela Knorr para a empresa Edelman Berland.

“Esta pesquisa foi muito importante para mostrar que a relação das pessoas com a comida vai muito além do seu aspecto nutricional. Ela tem a capacidade de transformar a vida das pessoas e produzir conexões afetivas”, afirma Isabella Rizzo, gerente de marketing Knorr.

A primeira etapa do estudo constatou que uma das comidas mais importantes e que ajudou a construir esse tipo de relação é a preparada pelas mães. Para se ter uma ideia, no caso do Brasil, 88% afirmaram que ela era a responsável por cozinhar para eles na infância, criando, para 75% dos entrevistados, uma das melhores receitas do mundo, independentemente do tempo que se tenha passado. Prova disso, é que 77% disseram que essa refeição consegue trazer lembranças boas de sua infância.

Ainda entre os brasileiros, a comida apresenta um papel importante de conectar familiares e amigos. 80% da população pesquisada concorda que os alimentos fizeram, de alguma forma, parte dos momentos mais importantes da sua vida e que envolviam pessoas amadas. Quando estão distantes de casa, 82% conseguem encontrar o mesmo conforto de seu lar em alguma refeição especial.

A tradição de cozinhar e comer em grupo pode influenciar na formação das pessoas. Segundo 73% dos brasileiros, esses momentos são oportunidades para compartilhar as tradições familiares. Durante a infância, quase a metade (47%) ajudou a cozinhar durante ocasiões especiais de família.

‘Sabor de casa’ – A pesquisa inspirou a Knorr a desenvolver uma campanha para os mesmos 11 países em que o estudo foi realizado, a fim de retratar esse poder do sabor de promover conexões emocionais na vida das pessoas. Assim, a marca acabou de lançar um filme, o “Sabor de Casa”.

A história do filme gira em torno da rotina de Carmen e sua família, que estão separados a quilômetros de distância. Um dos momentos do filme destaca os esforços da mãe para levar um prato ao outro lado do mundo, enfatizando a maravilha que as lembranças emocionais do sabor podem criar.

16:27 · 10.03.2015 / atualizado às 16:27 · 10.03.2015 por

Os homens sempre foram apontados como os principais entusiastas dos esportes, mas o interesse das mulheres já se destaca e, de acordo com o estudo “Mulheres e Esportes”, do Ibope Repucom, realizado em 24 países das Américas, Europa e Ásia, alcança 46% delas, contra 69% de homens.

O levantamento também mostra que mulheres mais jovens costumam gostar mais de esportes: 48% das entrevistadas com menos de 50 anos disseram ter muito interesse ou interesse pelo assunto, enquanto entre aquelas com mais idade este porcentual cai para 36%

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“Esta diferença no nível de interesse das mulheres mais novas por esportes pode ser explicada em parte pelo fato de as escolas terem começado a incentivar a prática esportiva feminina apenas na década de 70. Estudos recentes mostram que o papel da escola é fundamental nesta transformação que estamos vendo agora, sendo que mulheres que praticam muitas atividades físicas durante o período escolar têm três vezes mais chances de se tornarem muito interessadas em esportes ao longo da vida”, afirma José Colagrossi, diretor do Ibope Repucom. “A influência de amigos, dos pais, da mídia e da comunidade também é essencial para este novo comportamento”, explica o executivo.

Em termos da participação efetiva das mulheres nos esportes, é possível atestar que elas preferem a corrida e o ciclismo, o que pode ser comprovado pela explosão de eventos dessas modalidades. Assim como os homens, as mulheres são motivadas a praticar esportes pelo desejo de saúde e de relaxamento. Enquanto os homens focam em competições e vitórias, o gênero feminino se concentra nos benefícios físicos e emocionais.

“Tradicionalmente os homens veem a prática esportiva do ponto de vista da competição, da disputa e do desafio de ser melhor do que os outros. Já as mulheres valorizam a saúde, a beleza física e o balanço emocional”, conclui Colagrossi.

Quando questionados sobre os motivos que os impede de praticar atividades físicas, os homens citam questões como nível de condicionamento físico, idade e localização. As mulheres também mencionam estes itens, mas são mais propensas a incluir barreiras emocionais nesta lista, como medo do fracasso e vergonha.