Busca

Tag: política


15:40 · 14.04.2016 / atualizado às 15:40 · 14.04.2016 por

Manifesto da propaganda

O Brasil vive um dos mais acirrados debates políticos de sua História, e nunca a comunicação teve um papel tão fundamental na divulgação das informações envolvendo os episódios da cena política. Em um contexto onde os meios eletrônicos de difusão de informações, e em especial as redes sociais e a internet, tornaram-se parte fundamental do exercício da democracia, também se constata muita informação desencontrada, inverídica e contraditória, o que acirra o debate e cria insegurança quanto ao que deve ser entendido como o caminho do equilíbrio, da justiça e da verdade.

Este desafio inerente à atividade da comunicação está mais acentuado do que nunca. E os agentes que integram a indústria da comunicação devem contribuir para que esse processo de transição e os debates sejam pautados pela responsabilidade e ética. Todo emissor de uma comunicação deve dar a devida importância ao que comunica e responsabilizar-se pelas consequências.

Nesse momento, mais do que nunca, é hora de se valorizar a propagação de ideias, mas também de garantir que isto seja feito de forma ética e responsável. Os agentes da comunicação já acumulam aprendizados e práticas alinhados aos princípios da responsabilidade social e política. E a propaganda é exemplo disso, pois o próprio mercado, através da autorregulamentação, vem tratando de expurgar a comunicação enganosa. E o julgador soberano desse processo é o povo, que identifica e baliza as práticas que estão de acordo com o discurso. O povo, utilizando meios que permitem alastrar sua voz, de forma ampla e imediata, separa o joio do trigo.

O Brasil tem uma propaganda madura e responsável, que se destaca como uma das melhores do mundo. E há mais de 15.000 agências no nosso País, prontas para contribuir com uma propaganda eficaz. Temos também veículos de comunicação independentes e éticos. O sistema composto pelo investimento publicitário é a garantia de uma imprensa livre e independente. Defendemos a liberdade de expressão, e defendemos também que cada ponto de vista seja explicitado com transparência e reflita a verdade.

Nos próximos dias, teremos um importante debate de ideias, do qual depende o futuro do nosso País, e no qual o exercício responsável da comunicação terá papel fundamental. Cabe, a cada um de nós, acompanhar esse processo de forma ativa, responsável e serena, cobrando um desfecho que reflita a verdade e a justiça.

Fenapro – Federação Nacional das Agências de Propaganda

17:11 · 15.07.2014 / atualizado às 17:11 · 15.07.2014 por

O professor e pesquisador da ESPM, Victor Trujillo, especialista em pesquisa eleitoral, acredita que os resultados que importam são aqueles de pesquisas realizadas a partir desta semana. Trujillo avalia que a goleada sofrida no jogo contra a Alemanha não irá respingar na intenção de voto, porque o eleitor brasileiro sabe separar as coisas. Para o professor “futebol e política não se misturam”. E pondera que o fato de Neymar ter ficado de fora dos dois últimos jogos da seleção ajudou a pavimentar uma saída um pouco mais honrosa para o Brasil.

“Dilma não saiu prejudicada com a Copa da Fifa e o desgaste pode ter sido superestimado pela oposição que apostou em um caos que não se realizou”, avalia Trujillo.

O professor Victor Trujillo é psicólogo, formado em Propaganda e Marketing pela ESPM, pós-graduado em Política e Estratégia pela USP, com MBA em Marketing pela ESPM, Professional Member of American Marketing Association – A.M.A., cursou a A.M.A. School of Marketing Research – University of Notre Dame – USA. Trabalha há 23 anos com pesquisa de opinião pública e eleitoral, atuou nas últimas 11 eleições. Diretor Geral do IPESO, é professor de Pesquisa da ESPM, autor do livro “Pesquisa de Mercado Qualitativa e Quantitativa” – Ed. Scortecci, 2001, coautor do livro “Curso de Propaganda – Do Anúncio a Comunicação Integrada” – Ed. Atlas, 2004.

16:05 · 06.09.2012 / atualizado às 16:05 · 06.09.2012 por

A eCRM123, especializada em CRM Social (o gerenciamento das relações entre marcas, produtos e consumidores nas redes sociais) acaba de divulgar os resultados da pesquisa “Rede social é lugar para política?”.

Dos participantes, 85% acreditam que as redes sociais são meios de comunicação adequados para a discussão política, com destaque para o Facebook, apontado por 40% dos participantes. Outros 37% acreditam que todas as redes são eficientes, enquanto 11% preferem o Twitter.

 

Os blogs têm 8% da preferência dos pesquisados e somente 2% apontaram o Google+, à frente apenas do Youtube e do LikedIN, com 1% cada.

Questionados sobre os assuntos que os internautas brasileiros gostariam de discutir nas redes sociais, 49% optaram pelo plano de mandato, 26% por temas relacionados à corrupção, 14% se interessam por esclarecimentos de Descrição: 3boatos, 7% preferem discutir sobre outros assuntos e apenas 4% se interessam em falar sobre CPI.

A pesquisa ainda abordou se, após as eleições, os eleitores internautas gostariam de continuar interagindo com seus candidatos nas redes sociais e 86% deram uma resposta positiva. Dos entrevistados, 89% acreditam que prefeituras e governos estaduais deveriam utilizar mais as diversas redes sociais para discutir política com a população.

Com relação à interatividade e ao uso das redes sociais, a eCRM123 identificou que 36% dos participantes acreditam que seus candidatos não são “interativos”, sendo que 35% acreditam que eles não sabem utilizar as redes corretamente. De acordo com o estudo, exatamente por compreenderem que a interação com seus candidatos não correspondem ao esperado, 43% afirmam ter deixado de curtir, e, portanto, de receber atualizações diretamente da fanpage de seu candidato à eleição. Outros 57%, contudo, afirmam continuar “curtindo”.

A eCRM123 também descobriu que 45% dos participantes da pesquisa já enviaram mensagens aos seu candidatos, porém apenas 27% deste universo obtiveram uma resposta que tenha agradado. A pesquisa on-line “Rede social é lugar para política?” foi realizada no mês de agosto com 332 pessoas, utilizando o software eCRM123.