Busca

Mês: março 2013


16:26 · 19.03.2013 / atualizado às 16:26 · 19.03.2013 por
SOBE NÚMERO DE MORTOS EM PETROPOLIS
A situação em Petropolis é devastadora

 

O secretário Estadual de Defesa Civil, coronel Sérgio Simões, confirmou, há pouco, que chega a 24 o número de pessoas mortas nos últimos dias no município por causa das fortes chuvas dos últimos dias.

A maioria das vítimas foi soterrada em deslizamentos de terra nos bairros Quitandinha e Independência. As buscas de desaparecidos devem continuar pelos próximos dias. Cerca de 100 bombeiros da capital reforçam as equipes municipais.

O prefeito Rubens Bomtempo pediu 15 dias para apresentar ao Ministério da Integração Nacional um relatório sobre a situação do município e orçar os recursos necessários para reconstrução das áreas destruídas.

No município, há 1.463 desalojados ou desabrigados que foram acolhidos em 27 abrigos. As famílias estão sendo alojadas em escolas, igrejas e associações de moradores.

A Defesa Civil municipal, em parceria com a organização não governamental (ONG) AnimaVida, estuda recolher e alimentar os animais abandonados durante o temporal.

(Agencia Brasil)

16:20 · 19.03.2013 / atualizado às 16:21 · 19.03.2013 por

Pelo menos 50 pessoas morreram hoje (19) após uma série de explosões de carros-bomba e militantes suicidas em áreas xiitas de Bagdá, capital do Iraque, segundo informações de autoridades. De acordo com fontes policiais, mais de 150 pessoas ficaram feridas na capital e nos arredores. Amanhã (20), a campanha liderada pelos Estados Unidos no Iraque completa dez anos.

Nenhum grupo assumiu a responsabilidade pelas explosões, mas correspondentes no Iraque afirmam que um grupo insurgente sunita, filiado a Al Qaeda, aumentou o número de ataques ultimamente, em uma tentativa de desestabilizar o governo do primeiro-ministro xiita Nouri Maliki.

Os primeiros ataques de hoje ocorreram na hora mas movimentada da manhã, com bombas explodindo perto de áreas lotadas, incluindo um mercado, restaurantes com mesas nas calçadas e pontos de ônibus.

A polícia também informou que três dispositivos explosivos improvisados explodiram e mais disparos foram identificados próximo a Kirkuk, no Norte do país.

Segundo alguns correspondentes internacionais os ataques ocorreram mesmo com o aumento das operações de segurança em Bagdá, incluindo a instalação de novos postos de fiscalização.

A guerra no Iraque, iniciada em 20 de março de 2003, levou à queda do regime do presidente Saddam Hussein, que foi executado em 2006. A violência no país atingiu seu auge entre 2006 e 2007 e, desde então, tem registrado queda.

A insurgência sunita continua, no entanto, com uma média de mais de 300 pessoas mortas por mês no país. Ontem (18), dez carros-bomba explodiram, segundo autoridades.

 

(CNN)

16:14 · 19.03.2013 / atualizado às 16:14 · 19.03.2013 por
A TENSA RELAÇÃO ENTRE O PAPA E OS KIRCHNER
A relação entre Francisco I e os Kirchner sempre foram tensas

 

O conflito entre o governo argentino e o setor agrícola do país, em 2008, e a aprovação do casamento gay, em 2010, foram marcos na deterioração da relação do agora papa e da Presidência de Cristina Kirchner.

Mas a tensão entre o kirchnerismo e o então cardeal Jorge Mario Bergoglio já havia germinado anos antes, durante o mandato do ex-presidente Néstor Kirchner.

Sabe-se que Cristina e o papa Francisco não são os melhores amigos. Bergoglio, que por seis anos foi presidente da Conferência Episcopal Argentina, criticou abertamente muitas das decisões políticas da presidente.

Essa tensão chegou ao ápice à época da aprovação, em 2010, do casamento homossexual na Argentina, mas as diferenças vêm desde antes disso.

Néstor Kirchner, morto em 2010, chegou a chamar Bergoglio de “chefe espiritual da oposição política”.

O distanciamento começou um ano depois da chegada de Kirchner ao poder, em 2003. Em um de seus sermões, Bergoglio questionou “o exibicionismo e os anúncios estridentes dos governantes”, em mensagem que, ainda que não o citasse, parecia dirigida ao então presidente.

Em 2005, Kirchner anunciou que não participaria da tradicional celebração de 25 de maio na Catedral de Buenos Aires (data em que se comemora o início do governo independente da Espanha, a partir de 1810).

Meses depois, um porta-voz de Bergoglio anunciou: “não há relação da Igreja com o governo”.

Desde então, esses laços estremeceram, agravados pelo fato de Kirchner acreditar que Bergoglio articulava um projeto oposicionista.

Catedral e críticas

Com a chegada de Cristina à Presidência, em 2007, a celebração de 25 de maio serviu novamente de termômetro do grau de estranhamento entre Bergoglio e o governo.

Cristina Kirchner sempre evita ir à Catedral de Buenos Aires para não ter de escutar as críticas de Bergoglio sobre a pobreza e a desigualdade.

Mas não são essas as principais causas do estranhamento entre os dois. Em março de 2008, poucos meses após sua posse, Cristina apresentou a resolução 125, mudando regras para exportação de algumas commodities e desatou uma das piores crises de seu governo – provocando greves e bloqueio de vias em apoio ao setor agrícola.

A resolução acabou sendo derrubada com voto do então vice-presidente Julio Cobos, no Senado.

Na época, Bergoglio se alinhou com os produtores agrícolas e chegou a pedir “um gesto de grandeza” da presidente, para pôr fim ao conflito. Também se reuniu com Cobos, que acabou rompendo com Cristina.

Para o sociólogo Juan Nicolás, da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires, “o gesto de Bergoglio marcou o que seria a relação do Episcopado com o Governo, principalmente se levarmos em conta que o governo de Cristina havia acabado de começar”.

Desavenças em temas sociais

O governo e o cardeal superaram os altos e baixos, mas a relação não chegou a se normalizar. E voltou a piorar com o projeto de casamento entre pessoas do mesmo sexo, em julho de 2010.

A uma semana da aprovação do projeto, Bergoglio escreveu uma carta criticando duramente a iniciativa. “Não sejamos ingênuos: não se trata de uma simples luta política; é a pretensão destrutiva ao plano de Deus. Não se trata de um mero projeto legislativo (este é apenas o instrumento), mas sim de uma (…) mentira que pretende confundir e enganar os filhos de Deus”, dizia a carta.

Cristina respondeu se dizendo “preocupada com o tom do discurso” de Bergoglio e alegando que o projeto visava lidar “com uma realidade que já existe”.

Assim que soube da eleição de Bergoglio como papa, especulou-se qual seria a reação de Cristina. Esta, pelo Twitter, divulgou uma carta cordial, “saudando e expressando felicidades” pela escolha do pontífice.

Acredita-se que, apesar do tom frio da mensagem, o fato de Cristina ter confirmado sua presença na primeira missa solene do papa Francisco, no Vaticano, seja significativo para a distensão entre os dois.

O sociólogo Juan Nicolás concorda e opina que a presença de Cristina na praça São Pedro possa servir para a aproximação de seu governo com o Vaticano.

 

(BBC)

16:06 · 19.03.2013 / atualizado às 16:06 · 19.03.2013 por
TELEFONEMA SURPRESA DO PAPA
O Papa telefonou para os argentinos de surpresa.

 

O papa Francisco, que foi cardeal de Buenos Aires, surpreendeu os argentinos concentrados na praça em frente à catedral da cidade ao telefonar para eles do Vaticano, às 3h30 da manhã (hora de Buenos Aires e de Brasília), pouco antes de assumir como pontífice da Igreja Católica.

“Temos uma surpresa para vocês”, informou um anúncio feito em frente a catedral metropolitana. Quando a voz do papa começou a sair pelos alto-falantes espalhados na Praça de Maio, a multidão vibrou, muitos choraram, fizeram o sinal da cruz e gritaram, “viva o papa”.

Segundo a imprensa local, o papa tinha combinado a surpresa com o sacerdote Alejandro Russo, da catedral. Na madrugada, o papa ligou para o celular do colaborador, e a ligação foi transmitida através do Centro Televisivo da Arquidiocese (CTA).

“Cuidem-se, cuidem-se entre vocês, cuidem da natureza, cuidem das crianças, cuidem dos idosos, que não haja ódio, dialoguem, deixem a inveja de lado, que entre vocês este desejo de se cuidar cresça. Deus é bom, Deus sempre perdoa, Deus compreende, não tenham medo. Deus é pai, aproximem-se dele. E, por favor, não se esqueçam deste bispo que está longe, mas os quer muito”, afirmou.

Francisco encerrou sua mensagem com a despedida que o caracteriza ao encerrar uma conversa, segundo diferentes testemunhas na Argentina: “Rezem por mim”.

O pedido de diálogo era um dos itens conhecidos nas homilias que o cardeal Jorge Bergoglio realizava em Buenos Aires, muitas vezes em referência aos políticos do país.

Diálogo

A posse do papa no Vaticano foi motivo de folga na rede municipal de ensino. Além da catedral, outros pontos turísticos da capital argentina foram enfeitados com a bandeira branca e amarela do Vaticano.

Na multidão em frente à catedral estavam argentinos de vários pontos do pais, além de estrangeiros.

“Foi o momento de maior emoção. Nós saímos de casa, de ônibus, 1h da manhã e muita gente estava distraída, deitada na grama ou sentada nas cadeirinhas que trouxeram, quando o papa ligou. Foi uma surpresa e não esqueceremos jamais”, disse Anália Veronica Corvalán, de 25 anos.

O universitário Danilo Junqueira, de 25 anos, de São José do Rio Preto (SP), disse que se sentiu “dentro do Vaticano” com o telefonema do papa.

O estudante Danilo Junqueira (Foto: Marcia Carmo)O estudante Danilo Junqueira chegou à praça de madrugada

“Todo mundo aplaudiu, todo mundo se emocionou, chorou. Eu não dormi, mas me senti dentro do Vaticano e valeu a pena”, afirmou, mostrando a bandeira do Brasil.

A gaúcha Sirlei Reginatto, de 58 anos, que mora há 24 anos em Buenos Aires, chegou à praça às 5h da manhã, pouco antes da transmissão da posse do papa no Vaticano.

“O momento mais emocionante foi quando ele rezou o Pai Nosso, quando pediu mais cuidado com o meio ambiente e a paz entre as pessoas”, disse.

Muitos dos presentes na praça tinham uma história para contar sobre como conheceram o novo papa.

A estudante Florência Capuano, de 17 anos, conheceu Bergoglio na paróquia Lujan Portenho, no bairro de Flores, onde ele nasceu e foi sacerdote.

“Estou emocionada de ter visto o papa argentino no Vaticano. Fiz a primeira comunhão com ele”, afirmou.

Telefonemas

Nas últimas horas surgiram várias informações sobre os telefonemas que o papa fez desde que foi eleito.

O jornaleiro da banca próxima à catedral contou à imprensa local que o papa lhe telefonou para agradecer a ele e para pedir que ele suspendesse a entrega dos jornais porque ele agora mora em Roma.

O papa também teria telefonado para a secretária do seu dentista e para a secretária da catedral.

Segundo a irmã do papa, María Elena, Bergoglio teria pedido que ela falasse em seu nome com toda a família porque “não queria gastar o dinheiro do Vaticano”, com as outras ligações.

 

(BBC)

08:22 · 18.03.2013 / atualizado às 08:23 · 18.03.2013 por
A Russia teve a maior nevasca dos ultimos tempos
A Russia teve a maior nevasca dos ultimos tempos

 

 

A Russia foi açoitada pela maior nevasca registrada nos ultimos 5 anos. Abaixo vocês terão imagens de estradas, ruas e cidades soterradas pela nve que chegou a atingir mais de 5 metros de acumulo.

 

 

 

Um motorista tenta desenterrar seu carro coberto pela neve
Um motorista tenta desenterrar seu carro coberto pela neve
Um moradorde rua em Moscou tenta se proteger do intenso frio por detrás de uma murêta
Um moradorde rua em Moscou tenta se proteger do intenso frio por detrás de uma murêta

 

 

A temperatura chegou a cair a mais de 30 graus negativos nas cidades e a mais de -50 graus nas estradas e regiões mais desertas.

 

 

 

 

 

Um  homem tenta desobstruir a entrada de sua casa. Muitas pessoas ficaram impossiblitadas de entrar e sair de casa
Um homem tenta desobstruir a entrada de sua casa. Muitas pessoas ficaram impossiblitadas de entrar e sair de casa
Estradas ficaram totalmente obstruidas e se tráfego durante dias. Tudo ficou parado diante do enorme acumulo de neve
Estradas ficaram totalmente obstruidas e se tráfego durante dias. Tudo ficou parado diante do enorme acumulo de neve

 

08:00 · 18.03.2013 / atualizado às 08:00 · 18.03.2013 por

A primeira audiência pública do papa Francisco com políticos deve ser com a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner. O encontro está marcado para hoje (18), na Casa Santa Marta, a residência oficial dos cardeais e onde, por enquanto, o papa mora. A audiência está na agenda oficial. A presidenta Dilma Rousseff deverá se reunir com o papa amanhã (19),  depois da missa que inaugura o pontificado dele.

A expectativa é que chefes de Estado e governo de vários países compareçam à missa desta terça-feira. A presidenta argentina chegou nesse domingo por volta das 16h (12h de Brasília) a Roma, acompanhada pelo ministro das Relações Exteriores, Héctor Timerman, entre outras autoridades. Ela assistirá amanhã (19) à missa inaugural do pontificado de Francisco.

Além de Cristina e Dilma Rousseff, deverão estar na Itália para participar da missa os presidentes Sebastián Piñera (Chile), Rafael Correa (Equador) e Porfirio Pepe Lobo (Honduras). Os Estados Unidos e o Uruguai enviaram os vice-presidentes Joe Biden e Danilo Astori, respectivamente.

O papa Francisco foi eleito pelo conclave – assembleia de 115 cardeais com menos de 80 anos – no último dia 13. A escolha do cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio foi apontada como uma supresa. Desde que foi eleito, ele demonstra querer marcar o pontificado por atitudes que fogem às regras e protocolos conhecidos.

Francisco pediu que os fiéis rezassem por ele, antes de abençoá-los, no dia 13,. Ele abaixou a cabeça como quem pede a bênção. Ontem (17), após celebrar a missa na paróquia do Vaticano, o papa driblou os seguranças e cumprimentou fiéis. Ao mencionar um cardeal, foi logo avisando: “Não estou aqui fazendo propaganda do livro dele”.

 

(com AGENCIA BRASIL)

07:56 · 18.03.2013 / atualizado às 07:57 · 18.03.2013 por
INDIO BRASILEIRO EM NOVA IORQUE
Indio de uma tribo do Acre aprende Inglês em Nova Iorque

 

Um ativista, líder indígena e cineasta está vivendo, por nove meses, um cotidiano muito distinto da sua realidade cotidiana – na cidade de Nova York.

Nilson Tuwe Huni Kui, de 29 anos, vem povo indígena Kaxinawá, também conhecido como Huni Kiu, de uma aldeia na região amazônica do Acre com apenas apenas 600 pessoas.

”Cheguei à cidade de Nova York diretamente da Floresta Amazônica ocidental brasileira. É uma viagem muito longa, chega primeiro sua matéria, você chega fisicamente supercansado. De um tempo que vai chegando seu espírito. Porque você vem muito rápido de avião, então seu espírito chega depois”, comenta.

Para chegar à aldeia de Nilson, é preciso realizar uma viagem de barco de cinco dias a partir da cidade mais próxima.

O jovem líder indígena está na metrópole americana para aprender inglês, e conta que o processo de adaptação tem sido complicado.

Choque

”Ao chegar aqui foi um choque, foi uma impressão muito forte. Primeiro, é uma cidade muito grande, com muita gente, de várias partes do mundo, que que falam línguas diferentes, que tem uma culinária diferente e, aqui, o clima é muito frio”, descreve.

Mas, a despeito das dificuldades iniciais, ele preza a experiência e o aprendizado.

”Eu sou filho de uma grande liderança, o meu pai é como se fosse o Obama lá da minha terra. Eu fui educado e escolhido como uma jovem liderança de meu povo, para ser um mensageiro. O meu sonho era poder aprender o inglês, divulgar a cultura do meu povo, conseguir mais parcerias.”

Ele se diz fascinado pela tecnologia e por imagens. ”Eu adoro a tecnologia e adoro trabalhar com filmagem. Através da tecnologia, você pode conhecer o mundo e pode fazer o mundo conhecer melhor o seu mundo. Eu gostaria muito, futuramente, de ser um profissional, na área do audiovisual, para ajudar o meu povo.”

Atualmente, ele prepara um documentário sobre tribos isoladas.

 

(com FOX NEWS)