Busca

12:44 · 23.05.2017 / atualizado às 12:44 · 23.05.2017 por

Uma mãe na Tailândia ganhou repercussão nas redes sociais, após publicar um vídeo em que limpa o nariz entupido da filha. A publicação viralizou pela simplicidade na técnica usada. Para isso, ela fez uma lavagem com soro fisiológico aplicado com uma seringa.

Segundo pediatras, algumas mães têm medo de afogar a criança com o soro, pois algumas acabam chorando, outras tossem ou engasgam.

Na realidade, isso é um reflexo do corpo para impedir que o líquido vá para o pulmão. O ideal é virar o bebê de lado, deixando que ele tussa e engula sozinho o soro.  Antes de aplicar na criança, é preciso deixar o líquido em temperatura ambiente.

Qualquer dúvida ou insegurança, o ideal é procurar um médico especialista.

14:24 · 22.05.2017 / atualizado às 14:24 · 22.05.2017 por

Com apenas 9 meses de vida, a pequena Lara Batalha dos Santos já sabe o que é enfrentar as dificuldades da vida; ela passou os últimos 4 meses internada. Isso porque ela sofre de Atrofia Muscular Espinhal (AME) tipo 1, não mexe as pernas, não movimenta a cabeça e tem dificuldade para deglutir e respirar.

Para tentar minimizar o sofrimento da bebê, sua mãe, Mônica Batalha, vem fazendo uma campanha pelas redes sociais. A ideia é arrecadar dinheiro suficiente para bancar o medicamento Spinraza, que pode auxiliar a estabilizar a doença de Lara, que é degenerativa.

“Essa vacina não é a cura, mas é um tratamento e melhora a qualidade de vida. Com ele, a criança sai do respirador, pode voltar a comer pela boca e a ter movimentos”, explica Mônica. Atualmente internada no Hospital Geral Dr Waldemar Alcântara, Lara alimenta-se por sonda e respira com ajuda de traqueostomia.

Mônica Batalha vem buscando ajuda dos órgãos competentes para autorizar a importação do medicamento Spinraza, que ainda precisa de aprovação da Anvisa no Brasil. Ela também já recorreu à Defensoria Pública para tentar garantir um suporte do governo.

Lara deve ter sair do Hospital Geral Dr Waldemar Alcântara no final do mês, mas ainda precisa ter o básico assegurado. “Por enquanto, o pedido seria para arcar com as despesas em casa, fraudas, produtos hospitalares e atendimento médico”, esclarece a mãe.

Quem quiser contribuir com a campanha de Lara, basta doar qualquer quantia nas contas abaixo relacionadas.

Doações:

Lara Batalha dos Santos
Caixa Econômica
Agência: 4420
Operação: 013
Conta poupança: 5563-4
CPF: 086.242.813-00

Maria Lourdes Alves Batalha (Avó de Lara)
Caixa Econômica
Agência: 2183
Operação: 013
Conta poupança: 4227-0
CPF: 234.518.663-15

Maria Lourdes Alves Batalha (Avó de Lara)
Banco do Brasil
Agência: 4985-9
Conta Corrente: 5.248-5

12:43 · 16.05.2017 / atualizado às 12:43 · 16.05.2017 por

Para se preparar para dar à luz, uma paciente em São Paulo dançou a música “Você Partiu Meu Coração”, hit nas vozes de Nego do Borel, Anitta e Wesley Safadão. O que parece ser apenas uma gravação que se tornou viral por ser fofinha tem um nome científico: fisioterapia pélvica.

No vídeo, a fisioterapeuta Thalita Freitas acompanhou o parto da paciente Marcela, que naquele momento estava com 7 cm de dilatação. Os exercícios são propostos de acordo com a evolução do parto descrito no partograma.

“A mobilidade materna durante o trabalho de parto contribui de forma positiva para a descida do bebê e a dilatação do colo uterino”, explica a descrição do vídeo, que já conta com mais de 30 mil visualizações.

 

22:39 · 09.05.2017 / atualizado às 22:43 · 09.05.2017 por
Jovem realiza campanha para ajudar na luta contra o câncer

Após ter feito tratamento contra o câncer por 6 meses e um transplante de medula em dezembro de 2016, Bárbara Moglie Martinez descobriu, no último sábado (6), que sua doença voltou. A jovem de apenas 26 anos foi diagnosticada com a enfermidade em julho do ano passado e, com o retorno da doença, ela deve retomar o tratamento. A consultora de vendas que, no ano passado, movimentou a internet com uma campanha para doação de sangue e plaquetas, feita por amigos e familiares, volta a pedir ajuda dos internautas, mas dessa vez para ajudar a pagar o seu tratamento através de financiamento coletivo.

Como a doença ressurgiu, os médicos agora querem usar um novo método de ataque à Leucemia Linfoblástica de Célula T de Bárbara. O objetivo é testar uma nova droga contra a patologia, ainda não vendida no Brasil. Como a jovem e a família não tem condições de arcar com a importação e o valor do medicamento, eles lançaram uma campanha de financiamento coletivo para pagar o custo. A vakinha criada pretende fazer arrecadação de R$ 150 mil para pagar a compra do fármaco Nelarabrine, princípio ativo do medicamento Atriance da companhia farmacêutica suíça Novartis.

De acordo com o Centro de Pesquisa do Câncer do Reino Unido, o Nelarabrine é indicado para pessoas que já passaram por tratamento de quimioterapia e a doença voltou. A substância é conhecida como uma das drogas de um grupo de fármacos conhecidos como antimetabólitos. Eles são semelhantes às moléculas do corpo normal, mas têm uma estrutura ligeiramente diferente. Eles param células de leucemia e linfoma criando e reparando o DNA das células, para que elas não consigam crescer e nem se multiplicar.

Doação

A doença de Bárbara mobilizou muitas pessoas a fazerem o cadastro para a doação de medula no ano passado. Assim como a jovem, José Mateus Pinheiro de Menezes, aluno do 8º ano do ensino fundamental, busca um doador. Ele é portador de Leucemia LLA tipo B, que afeta principalmente crianças e adolescentes e necessita de transplante de medula óssea.

A doação é um procedimento seguro, que não causa nenhum risco ao doador e o processo é simples. Chegando ao Hemoce, o candidato à doação preenche um formulário com seus dados e é feita a coleta de uma pequena amostra de sangue para testes. O exame determina as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre doador e paciente. Caso seja compatível, o doador é chamado para exames complementares, para então realizar a doação. Qualquer pessoa que tenha entre 18 e 55 anos e com boa saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante) pode ser um doador.

Hemoce – Av. José Bastos, 3390, Rodolfo Teófilo
Horários de coleta:
De segunda à sexta-feira: 7h30min às 18h30min
Aos sábados: 8h às 16h
Domingos: 8h às 13h
Telefone: 3101-2296

Vakinha juntos pela cura da Babi: veja como ajudar

 

10:54 · 09.05.2017 / atualizado às 10:54 · 09.05.2017 por

Em 2012, aos 4 anos de idade, a pequena Beatriz Trivelato Simionato foi diagnosticada com três linfomas do tipo Burkitt no abdômen, uma forma rara e agressiva de câncer.

Inicialmente, ela apresentou inchaço na barriga e foi medicada para verme. Como o remédio não surtiu efeito, exames mais detalhados diagnosticaram o tumor, afirma a mãe de Beatriz, a educadora Cintia Cristiane Trivelato. A pequena permaneceu em tratamento no Hospital de Câncer de Barretos, São Paulo.

Agora, aos 9 anos de idade, a menina venceu a doença e, com a ajuda dos pais, mobilizou amigos em uma ação solidária para arrecadar leite para crianças internadas.

A iniciativa resultou na doação de 5.274 litros de leite. A mãe elogia o gesto que considera de extrema generosidade. “No mundo hoje é tão difícil encontrar pessoas que ajudam o próximo, e a gente conseguir plantar uma sementinha do bem nela é um orgulho”, comemorou.

Com informações do portal G1.

14:26 · 06.05.2017 / atualizado às 14:26 · 06.05.2017 por

Um bebê britânico, de apenas 14 meses, trancou-se dentro do carro de sua mãe e ainda riu dos bombeiros que tentavam resgatá-lo.

A mãe, Kirsty Green, tirou uma foto do momento em que a criança ria dos profissionais de resgate da estação de bombeiros de Bude, enquanto estava ao volante.

Kirsty Green explicou que o bebê se trancou no momento em que eles entravam no veículo. Apesar do pânico de todos, a criança seguiu brincando e sorridente. Os bombeiros conseguiram arrombar a porta e salvá-la.

11:43 · 27.04.2017 / atualizado às 11:43 · 27.04.2017 por
11:41 · 27.04.2017 / atualizado às 11:58 · 27.04.2017 por

Na última terça-feira (25), o leitor do Diário do Nordeste Paulo César estava passando na BR-020, no distrito de Santa Fé, em Paramoti (CE), quando registrou um fenômeno não muito comum na região.

Segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), trata-se da projeção da sombra de uma nuvem entre feixes de luz. O fenômeno chamado de “Cloud shadow at sunset” é mais perceptível durante o nascer ou pôr do sol.

 

10:37 · 30.03.2017 / atualizado às 10:37 · 30.03.2017 por

Um vídeo feito na ala de oncologia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, em São Paulo, ganhou as redes sociais. Isso porque nas imagens uma criança dança, enquanto um médico da instituição toca um ukelele.

O médico é o pediatra Paulo Martins que, ao perceber que o dia estava tranquilo, se reuniu com outras duas médicas residentes e começou a visitar cada um dos pacientes e tocava as músicas escolhidas por eles.

Paulo afirma que levou o ukelele para o hospital com a intenção de tentar alegrar seus pacientes mais novos, que em grande parte são adolescentes com algum tipo de câncer.

A pequena que dança no vídeo é Sofia, que tem 1 ano e 4 meses, e sofre de Histiocitose de células de Langerhans.

13:40 · 27.03.2017 / atualizado às 13:47 · 27.03.2017 por
Otávio abraça a amiga Laura, após carta de reconciliação – Foto: Reprodução

Depois de bater na mão de uma coleguinha na escola, o pequeno Otávio Ramos, de 5 anos, teve uma conversa séria com sua mãe. Lucielle Prado de Moraes, 29 anos, falou sobre respeito às pessoas, e, principalmente, às mulheres. Após o diálogo, Otávio escreveu uma carta de desculpas para a amiga e a entregou junto com um pacote de doces.

O caso aconteceu em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Durante a aula, Otávio fazia sua tarefa, quando a colega, Laura, pegou seu lápis de uma vez. Ele deu um tapa na mão dela e ficou com raiva.

Lucielle afirma que se preocupou quando a professora contou sobre a briga, já que o garoto nunca havia machucado outra criança. A história repercutiu bastante, depois que a mãe publicou a carta com o pedido de desculpas nas redes sociais.

“Laura, me desculpe por ter dado um tapa na sua mão. Eu aprendi com a minha mãe que não devemos bater nos nossos coleguinhas e que um homem nunca machuca uma mulher. Nunca mais vou fazer isso. Por favor, me desculpe”, diz o texto.

*Com informações do portal G1.