Diário Vale do Jaguaribe

Categoria: ‘assim não dá’


15:30 · 10.09.2013 / atualizado às 15:33 · 10.09.2013 por
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Agência do Banco do Brasil de Iracema ficou sem serviço nos terminais de autoatendimento desde o sábado até meio dia de hoje (Foto: Facebook)

Iracema. Quem preciso utilizar serviços simples no Banco do Brasil deste município nos terminais de autoatendimento, como saques e depósitos, tiveram uma surpresa ao perceberem que o sistema estava inoperante. Desde o último sábado, dia 7, moradores de Iracema, Alto Santo e Pereiro ficaram sem este serviço bancário.

Além de não poderem contar com os serviços do Banco, os telefones fixos estavam mudos e algumas pessoas reclamaram nas redes sociais que a operadora Claro estava sem sinal. A população ficou praticamente incomunicável.

A assessoria de imprensa do Banco Brasil informou, na manhã de hoje, que o problema foi decorrente de falhas na rede Oi. As agências, nestes três municípios, utilizam o circuito de dados desta operadora para o funcionamento do seu sistema. A assessoria confirmou somente o caso de Iracema, mas acredita que Alto Santo e Pereiro também tenham tido problemas, por compartilhares da mesma rede.

Ainda segundo a assessoria do BB, a Oi deu prazo até às 13 horas de hoje para normalização do sistema, mas, segundo internautas, apenas o serviço de autoatendimento foi normalizado, restando ainda o sistema interno da agencia em Iracema.

Por volta das 13h a operadora Claro voltou  operar, segundo publicaram os internautas.

Até a publicação neste Blog, a assessoria da Oi não deu retorno sobre o que teria ocasionado o problema.

08:00 · 21.08.2013 / atualizado às 08:00 · 21.08.2013 por

Aponte_jk2racati. A obra inconclusa na Ponte Juscelino Kubitschek tem gerado muitos transtornos paraos moradores da comunidade de Pedregal, que vem sofrendo principalmente com a falta de segurança. Todos os sábados, a dona de casa Juliana dos Santos Bezerra realiza o mesmo trajeto: sai do Centro de Aracati de bicicleta até a comunidade de Pedregal para visitar sua mãe. Para isso ela, assim como milhares de pessoas, precisa cruzar o trecho de 466 metros da nova Ponte JK.

O trajeto não é tão longo, mas oferece inúmeros riscos. “Disputamos espaço com gente a pé, de carroça, motos tipo mobilete. Se não cuidar, a gente acaba batendo em alguém”, conta. Isto porque parte da obra foi liberada sem estar concluída. A necessidade de desafogar o trânsito era bem maior. Os motoristas chegavam a aguardar até duas horas na fila para cruzar a ponte.

A nova parte da ponte foi entregue sem as barras de proteção no passeio, para a travessia segura de pedestres. No lugar, pedaços de madeira e uma rede dão uma falsa sensação de segurança. Também não há iluminação pública, ficando muito difícil para quem precisa cumprir o trajeto à noite. Esse é considerado pela comunidade o maior problema, principalmente pelo medo de assaltos.

“Quando eu tenho que vir à noite, eu só venho de carro com meu marido, porque é muito escuro. A gente fica com medo de assalto e tem que ter o cuidado redobrado no trânsito, pra não acontecer acidente”, afirma Juliana. O carroceiro Alessandro Lima Correia, morador do Pedregal, não nega que a liberação da nova ponte para o tráfego melhorou muito seu trabalho.

“Antes era ruim demais, acontecia muito acidente, a gente que passava no meio dos carros e caminhões ficava com medo de acontecer alguma coisa. Agora não, tem uma passagem que a gente fica mais seguro pra atravessar”, relata.

Porém, ele ressalta que o problema à noite tem gerado muita apreensão na comunidade. “Quando eu passo, eu fico batendo com um pau na carroça para o pessoal ouvir que tem gente. Acontece muita batida de noite, de gente de bicicleta, porque não vê nada, esta tudo escuro”, reclama Alessandro.

Os moradores também relatam de roubo de material. “Aqui não tem um vigia, não tem fiscalização e a gente já percebe que estão roubando os materiais que ficam encostados. Roubaram alguns ferros da grade de proteção que começou a ser construída”, denuncia a moradora da comunidade, Jocélia Ribeiro.

Com relação à falta de segurança, o sargento da Polícia Militar, Franco Gonçalves Nogueira, afirmou que desconhece registros de ocorrência como assaltos no entorno da ponte. Porém orienta a população que trafega à noite, para redobrar cuidado, devido à escuridão do trecho.

Até o fechamento desta edição, a reportagem não conseguiu falar com o prefeito de Aracati, Ivan Silvério, sobre o que foi decidido na última reunião realizada entre a gestão municipal e o Dnit, há cerca de três meses. Segundo informou sua Assessoria de Imprensa, sobre a reivindicação da população, ainda não está definido a quem compete instalar a iluminação pública e que a questão só será resolvida após a conclusão das obras.

07:57 · 21.08.2013 / atualizado às 07:57 · 21.08.2013 por

ponte_jkAracati. Há mais de 10 anos vem sendo construída a Ponte Juscelino Kubitschek, na BR-304, sobre Rio Jaguaribe. A conclusão do projeto total ainda continua sem prazo definido. A antiga ponte, que foi erguida originalmente há 53 anos, continua ao lado do novo projeto, mas também ainda não teve a restauração concluída. Trata-se de um projeto de infraestrutura que já teve tem muitos começos, meios, mas ainda não se sabe quando terá um fim.

Depois de 20 anos de discussão e comprovação da necessidade de reforma e ampliação da sua estrutura, hoje, uma das principais obras do Litoral Leste se encontra inacabada. Todo o contexto teve início há mais de 20 anos, quando começou a ser questionada a necessidade de reforma da ponte, inaugurada em 1959. No ano de 1999, um relatório foi entregue ao antigo DNER, constatando ser preciso construir uma nova estrutura, além da reforma e alargamento da obra anterior.

No início, a reforma gerou uma certa apreensão nos moradores da comunidade de Pedregal. Segundo conta a educadora Jocélia Ribeiro, integrante da Organização Popular de Aracati (OPA), não houve reunião com a população para discutir a obra e os impactos que ela poderia trazer para comunidade, além de como ficaria a regularização fundiária que ainda pende na Justiça. A comunidade de Pedregal possui cerca de 5.500 moradores, mas nenhum tem escritura da terra, já que o espaço foi ocupado durante os anos de cheia (a primeira em 1964), onde muitos acabaram permanecendo. No total, três empreiteiras tiveram seus nomes envolvidos na obra, mas duas participaram efetivamente da construção da ponte. Primeiramente a Delta, em 2002, e a Heleno e Fonseca depois, em 2006. Ambas não conseguiram cumprir nenhum dos seus prazos.

Diante de denúncias sobre irregularidades, o andamento da obra vem se arrastando há mais de 10 anos. Hoje, só a placa “trecho em obras” permanece como indicativo de que o trabalho não foi concluído.

Só em fevereiro de 2011, uma parte do trecho foi liberada para tráfego na ponte nova, ficando a antiga interditada até hoje.

Jocélia, como todos os moradores de Pedregal, não fazem a menor ideia do que falta para ser concluída a tão esperada ponte. “Dizem que já foi feito 80%”, afirma ela, na esperança de achar que o fim do transtorno esteja mais perto do que longe.

Transtorno sim, para moradores que enfrentam as inseguranças geradas pelos desserviço dos gestores públicos. A moradora ainda tem esperança de que a obra possa ser concluída até meados do ano que vem. “Todos nós aqui consideramos uma obra eleitoreira. No próximo ano haverá as eleições para deputados, governador e presidente, e acreditamos que eles concluam esse trabalho”, conta Jocélia.

Ela também colocou que, neste ano, a Superintendência Estadual do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) visitou o local para avaliar a situação. “Ficamos sabendo, em uma reunião com a prefeitura, que até o final de setembro eles estejam retomando a obra”.

A obra da ponte na BR-304 é uma das mais importantes do Litoral Leste. Além de oferecer uma melhor estrutura para os turistas que visitam a região, é um dos melhores acessos ao Rio Grande do Norte. A obra está avaliada em mais de R$ 30 milhões. Para o presidente da Cooperativa de Transporte em Fretamento e Turismo no Litoral Leste (Cooptema), Romildo Silva, a não conclusão da obra é uma vergonha para cidade, já que Aracati é um destino reconhecido internacionalmente.

“Nós fazemos quase que diariamente o translado de turista da Capital cearense para o nosso litoral e, infelizmente, nós enfrentamos condições precárias de rodovia. Temos que ficar muito atentos porque há trechos que são muito perigosos”, lamenta.

Durante dois dias, a reportagem tentou obter junto ao Dnit informações sobre a continuidade das obras da Ponte JK, que estão paradas. Obtivemos a seguinte resposta por e-mail da assessoria do órgão: “Estamos dependendo das informações da área técnica da SR do Ceará. Ocorre que os servidores estão em greve em todo o Brasil, desde o dia 25 de junho e o superintendente está em viajem, mas já recebeu o pedido ainda ontem”.

14:21 · 19.08.2013 / atualizado às 14:21 · 19.08.2013 por

 

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A foto compartilhada pelos internautas nas redes sociais gerou cobrança junto ao poder público municipal.

Russas. A ponte sobre um afluente do Rio Jaguaribe, na comunidade de São João de Deus, está deixando os moradores das comunidades circunvizinhas em alerta. O fato é que a estrutura feita de madeira não oferece a menor segurança para travessia de populares.

Durante esta semana, internautas fizeram um apelo pelas redes sociais, publicando fotos e denunciando as péssimas condições da ponte, que tem oferecido perigo.

O internauta Leonardo Sousa divulgou fotos e propôs a construção de uma passagem molhada para resolver o problema definitivamente, mas até lá pediu que fosse feito o conserto da ponte.

A “Passagem do Araújo”, como é conhecida, interliga comunidades maiores como São João de Deus em direção ao centro da cidade. Dezenas de pedestres, ciclistas e motociclistas utilizam essa travessia diariamente.

10:07 · 02.08.2013 / atualizado às 10:07 · 02.08.2013 por

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Jaguaruana. Moradores da comunidade de Frutuoso, zona rural de Jaguaruana, reclamam das péssimas condições da água que abastece a comunidade. A água que chega até o chafariz apresenta uma coloração barrenta, visivelmente fora dos padrões de consumo.

Segundo o responsável pelo abastecimento de água na comunidade, sr. Juraci, o problema foi levado para administração municipal no início do ano. Porém, até o momento nada foi feito. Populares pedem também que a encanação seja trocada, permitindo assim uma maior vazão da água e reparos no motor. A água abastece 14 famílias da pequena comunidade.

 

Informações e foto: Agência Jaguaruana News.

14:53 · 31.07.2013 / atualizado às 14:57 · 31.07.2013 por
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Escola na comunidade de Jaburu, em Russas, funcionou apenas 4 anos e esta abandonada a 9. Estrutura esta deteriorada. (Foto: Ellen Freitas)

Russas. Muito se investe na construção de prédios escolares, mas quando não há alunos o que fazer?! Essa é a questão que fica sem resposta nas comunidades onde os aparelhos públicos foram desativados pelo processo de nucleação escolar. Em alguns casos, o prédio da escola não tem (ou tem o mínimo) de utilidade para a localidade.

As escolas representam, principalmente para comunidades pequenas distantes das sedes dos municípios, mais do que um centro educacional.

É um espaço de convivência, onde a população se envolve diretamente em ações e projetos escolares e participam de momentos de confraternização em eventos realizados pela própria instituição.

Na comunidade de Jaburu, zona rural de Russas, há um exemplo de como o processo de nucleação atingiu a população de forma negativa. A Escola Municipal Vicente Fonseca foi entregue a população em agosto de 1999, vindo a funcionar as primeiras turmas no ano seguinte. Porém, com o déficit de alunos, ela foi desativada em 2004, ficando em funcionamento apenas quatro anos.

Atualmente a estrutura se encontra totalmente deteriorada, não há mais portas, parte do teto esta descoberto e há cupins nas madeiras e nas paredes. A unidade escolar Vicente Fonseca recebe, mesmo que desta forma precária, atendimento medico para a população. “A gente entende que não tinha aluno, mas depois que os meninos foram estudar na escola do Gracismões (comunidade vizinha), ficou tudo abandonado. Hoje a gente luta pra uma reforma e que o prédio possa ser utilizado de outras formas que beneficiem nossa comunidade”, lamenta a dona de casa Luzia de Jesus Lima.

Desde 2009, moradores da comunidade de Gracismões, também neste município, lutam pelo não fechamento da escola. Uma ex-aluna que pediu para não ser identificada conta que todos os anos a comunidade fica apreensiva diante da possibilidade de encerramento das atividades na escola, onde funcionam duas turmas nucleadas da pré-escola até a quarta série. Além disso, às quintas-feiras a escola ganhou uma função de posto de saúde, onde um médico atende a população local.

A preocupação dos moradores é que a desativação do prédio ocasione o abandono e que o mesmo espaço não seja utilizado para outras atividades. Devido aos investimentos públicos para construção das escolas, a população anseia que o aparelho público tenha outra utilidade para o benefício das comunidades.

Leia mais, Escolas municipais fechadas deixam população apreensiva

13:35 · 31.07.2013 / atualizado às 13:36 · 31.07.2013 por
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O manifesto que teve início na internet forçou a Secretária de Cultura a convocar uma reunião com representantes do movimento.

Russas. Beirando o início das festividades da Semana do Município de Russas (Semur 2013), a ser realizada de 1 a 6 de agosto, artistas locais criticam a falta de espaço na programação para apresentações culturais locais. O manifesto que teve início nas redes sociais mobilizou vários internautas que também avaliaram como “de péssima qualidade” a programação do evento.

O conteúdo programático esta voltado, boa parte, para shows com bandas de forró. Também estão cotadas apresentações de axé e a participação de um artista sertanejo. Para variar o cardápio, haverá show gospel.

Os artistas locais como músicos e atores, e também alguns populares, reclamaram da ausência de um espaço para apreciação da cultura local. Em um trecho de um manifesto que circular nas redes sociais, um dos autores do movimento, Otto Natashe, desabafa o seguinte.

Nessa programação, podemos perceber mais uma vez á má valorização dos artistas locais e até mesmo falta de respeito conosco. Onde está o espaço realmente dedicado a Arte Russana? Onde poderemos ver o artesanato de nossa gente? Nossas artes cênicas, artes plásticas, nossa literatura, nossas manifestações tradicionais como o Bumba-meu-boi, pastoris, dramas e outros?”, questiona.

Ele também crítica a programação musical do evento.

“E a música? Por falar nisso parece que em nossa cidade só há bandas de forró e axé. Há um espaço de 45 minutos para os violeiros e para quem sabe do número de violeiros que temos em nossa cidade sabe que é um tempo insignificante. Sem falar em quais condições vão colocar as apresentações destes artistas. E os outros gêneros musicais, onde ficam? Todos resumidos a um festival mal idealizado e produzido? Será que em nossa cidade só conseguimos produzir telha, tijolo, forró e axé?”

Para quem não conhece a cidade, Russas tem um grande potencial artístico revelado principalmente no teatro. O “Santo” que não obra milagre em casa é aplaudido de pé por onde passa, em outras cidades, outras regiões e até outros estados. A música também é um diferencial, com bandas de música alternativa, voz e violão, entre outras. A cinematografia também faz parte do conteúdo artístico do município, revelando produtores, atores e atrizes.

A indignação desses artistas forçou uma reunião convocada pela Secretária de Cultura do Município, a ser realizada hoje, às 16 horas.

09:26 · 18.07.2013 / atualizado às 09:26 · 18.07.2013 por

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Russas. O problema da má qualidade de cobertura móvel neste município se agrava no distrito de Flores. A região é polo industrial de metalúrgicas, indústrias ceramistas e de confecções. No entanto, os empresários reclamam da dificuldade em se conseguir uma ligação, chegando a atrapalhar o fechamento de negócios. A população sofre sem conseguir se comunicar com outras pessoas pelo telefone celular.

O distrito tem população de mais de 10 mil habitantes e luta por sua emancipação política. É a localidade mais desenvolvida do município, contribuindo para geração de emprego e renda das comunidades vizinhas. São mais de 20 indústrias ceramistas na localidade, que impactam no desenvolvimento do comércio e de outros setores de serviços.

Diante da importância que o distrito, moradores e empresários não entendem a falta de cobertura de telefonia móvel, já que Flores fica a uma distancia de apenas 15 km da sede de Russas e de Limoeiro do Norte. Os moradores relatam que o sinal, que já era ruim, ficou pior após a instalação de uma torre de telefonia móvel na cidade de Quixeré.

“É complicado ligar para os funcionários, celular só pega através de antena então é uma gasto extra que não era para existir. No momento que você precisa resolver alguma coisa não tem área”, reclamou a auxiliar de escritório Beatriz Mendes. Ela trabalha em uma indústria ceramista e precisa constantemente contatar os 35 funcionários e clientes. Ela ressalta que só consegue realizar ligações dentro do escritório “porque se você sair daqui, já não funciona mais”, enfatizou.

Outro caso foi relatado pela gerente de uma indústria ceramista, Gláucia Erbene Girão, que afirmou já ter deixado de fechar negócios e resolver problemas internos da empresa pela falta de sinal de celular.

“A maioria dos funcionários e clientes possui celular, há mais de cinco meses esta quase impossível de conseguir uma ligação, tem que ligar umas quatro ou cinco vezes pra conseguir uma e só consegue que tem uma antena que custa R$ 300”, reclama Gláucia.

A empresa possui 110 funcionários e 100 clientes fixos. A produção mensal é em média de 3 milhões de telhas por mês. “Já teve de acontecer da gente ter que sair de Limoeiro, onde a gente mora, para vir aqui resolver alguma coisa da empresa, porque ninguém consegue ligar para cá. Muitas vezes tem que mandar carro com motorista para falar com o pessoal”, relata. Ela afirma ainda que uma das grandes dificuldades é acompanhar as cargas de telhas e tijolos que saem da cerâmica diariamente.

Para não ter problemas com a utilização do celular, uma indústria de peças para moto teve que desembolsar R$ 4 mil em um receptor de sinal, que cobre um raio de apenas 50 metros. O sinal é captado da cidade de Quixeré, por ser mais próximo. De acordo com o auxiliar administrativo Gilmário Gomes, o distrito só possui dois receptores como este. “É lamentável que devido à necessidade para o comércio, o empresário tenha que fazer um investimento extra, porque a telefonia móvel não funciona corretamente”, conta.

A população também sofre com a falta de sinal. A secretária Rose Lima conta que sua filha, estudante universitária e residente em Mossoró, no Rio Grande do Norte, não conseguiu ligar para casa para avisar que estava doente. “Na época ela tentava ligar para avisar, mas não conseguia falar com ninguém lá de casa. Se acontecer uma tragédia por aqui, a gente não consegue ligar pra alguém pra avisar”, relata. Alguns moradores procuraram apoio do poder Legislativo Municipal para viabilizar uma solução para o problema.

 

14:10 · 11.07.2013 / atualizado às 14:11 · 11.07.2013 por
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Uma das inúmeras montagens compartilhadas por usuários nas redes sociais. Foto Divulgação

Russas. O serviço de telefonia móvel da operadora Tim continua dando dor de cabeça aos clientes. Em Russas, que tentou fazer ligações mais cedo se deparou com a operadora sem sinal. Usuário de outras cidades do Vale do Jaguaribe como Limoeiro do Norte, Morada Nova e Jaguaruana, também reclamavam da ausência do serviço.

Alguns internautas detectaram o problema desde às 6h e se engana quem pensa que o fato é pontual. Através da hashtag #Tim os usuários do Facebook manifestaram indignação quanto ao serviço. A insatisfação gerou reclamações de clientes de, pelo menos, oito estados (Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Piauí, Paraíba, Alagoas, São Paulo e Minas Gerais).

E haja paciência!!!

14:03 · 09.07.2013 / atualizado às 15:38 · 09.07.2013 por
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População sofre com falta de equipamentos na ala fisioterapêutica do hospital. (Foto / Blog O Liberal)

Jaguaretama. Falta de estrutura na ala de fisioterapia do hospital Adolfo Bezerra de Menezes prejudica o atendimento aos pacientes. Apenas metade dos atendimentos são realizados por dia. Apenas dois profissionais se revezam no atendimento para pacientes que sofreram fraturas e outras doenças comuns como artrite, tendinite, coluna, etc.

Além da ausencia de aparalhos (infra vermelho, forno de bier, ultrassom, tens- estimulação nervosa elétrica transcutânea e fes- estimulação elétrica funcional ) também esta faltando gelo para aplicar na reabilitação dos pacientes.

A secretaria alega falta de recursos, mas garante que nas próximas semanas dará estrutura adequada ao atendimento.

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