publicado em 08/02/2010 - 15:09 por Leonardo Capibaribe
Última temporada de um dos seriados mais importantes da década gera muita expectativa e promete recuperar audiência perdida. E não se preocupe em ler a matéria, pois não há spoilers
O que é a fumaça negra? Qual o significado dos números? Por que Richard Alpert não envelhece? Quem afinal é Jacob? Essas são apenas algumas das muitas perguntas que os fãs de Lost aguardam que sejam respondidas amanhã, no início da sexta, e última, temporada do seriado.
Criado por J.J. Abrams, o seriado que tem como premissa a queda de uma avião em uma ilha em algum lugar do Pacífico Sul, pode não ser o mais assistido, mas com certeza é um dos mais cultuados e importantes da última década. Lançado em 2004 nos Estados Unidos, Lost é, até o momento, o programa televisivo que melhor retrata o momento tecnologico pelo qual estamos passando. Episódios para celular, sites das organizações que só existem no seriado, advergames e até uma livro escrito por um dos personagens: “Bad Twin”, de Gary Troup, que chegou à lista de best-sellers do “New York Times”. Nenhum outro programa consegiu trabalhar tão bem em tão diferentes plataformas.
Temas difíceis
Claro que todo esse empenho em expandir o universo do seriado teria sido em vão se as pessoas não tivessem se interessado pela trama. Abordando temas difíceis como livre arbítrio, destino, misticismo, física quântica e viagem no tempo, Lost conseguiu atrair espectadores de todas as idades. O estudante Pedro Vieira, 14 anos, descobriu a série em 2006 e, desde então, acompanha tudo. “Depois de ver pela primeira vez, assisti alguns episódios por curiosidade e fui me interessando pelos mistérios e personagens cada vez mais, até passar a assistir todos os capítulos”, relembra.
publicado em 08/02/2010 - 15:04 por Leonardo Capibaribe
E Lost virou videogame para PC. Não é nova a informação, óbvio. Mas como a página é especial para o seriado, o jogo lançado no dia 26 de fevereiro de 2008, coloca o gamer na pele de um lostie desconhecido que interage com personagens conhecidos dos fãs. Com ele, você viverá a emoção de vários momentos marcantes das primeiras três temporadas do programa com direito até a flashbacks. Uma pena que é muito difícil de encontrá-lo no Brasil.
Curta um trailler do game no link: http://lostgame.us.ubi.com.
publicado em 08/02/2010 - 14:59 por Leonardo Capibaribe
publicado em 08/02/2010 - 14:54 por Leonardo Capibaribe
Lost in Lost
Lost in Lost é o blog que acompanha desde o inicio da série com podcasts, teorias interessantes, e sempre muito bem informado sobre tudo que gira em torno do seriado. Para quem não gosta é bom deixar claro: há vários spoliers no blog. Link: http://colunas.tv.globo.com/lostinlost.
Advergame
O Advergame da revista Superinteressante, da editora Abril, serve para os fãs da série relembrarem os fatos mais importantes que aconteceram na ilha. Você não lembra de tudo? Dá um pulinho lá. Link: http://super.abril.com.br/multimidia/info_489997.shtml
42 motivos para assistir Lost
Você quer algum motivo para assistir Lost e virar fã da série? Então vou te dar um local onde há 42 motivos para assistir Lost. Link: http://www.cineseries.com.br/colunas/listas/42-motivos-para-voce-assistir-a-6o-e-ultima-temporada-de-lost?
publicado em 08/02/2010 - 14:46 por Leonardo Capibaribe
publicado em 06/02/2010 - 16:06 por Marcelo Bloc
Pense num tradutor bom, aumenta as frases e ainda manda “dar um migué”. Fantástico!
Visto no Xpock.
publicado em 04/02/2010 - 12:44 por Marcelo Bloc
Visto no Num Clique.
publicado em 03/02/2010 - 17:50 por Leonardo Capibaribe
Sendo sem dúvidas uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, o Dire Straits, que foi fundado em 1977 pelos irmãos e guitarristas Mark e David Knopfler, Pick Withers(bateria) e John IIsley(baixo), obteve grande destaque dentro de um vasto repertório musical que a banda demonstrava, tendo como seu diferencial um som limpo e leve que caiu nas graças do público, já meio saturado do punk rock dos anos 70.
Entre as músicas mais conhecidas do legado de Knopfler e Cia, estão “Sultans of Swing”, “Romeo and Juliet”, “Lady Writer”, “So Far Away”, “Money for Nothing”,”Walk of Life”, “Brothers in Arms” e a nostálgica “Your Latest Trick”.
Curiosidades. Para o encerramento da turnê do dico “Brothers in Arms”, em abril de 1986, foram programadas 5 apresentações na Austrália. Em alguns dias de venda a demanda por ingressos exigia mais 15 shows extras. Mark Knopfler teve de ir a redes de TV locais pedindo que parassem de comprar ingressos pois estavam cansados pela longa turnê e tinham de voltar para a casa. Acredite se quiser…
Confira agora uma dessas apresentações na turnê de Sydney(Austrália)!
publicado em 03/02/2010 - 10:51 por Marcelo Bloc
A organização da Campus Party Brasil 2010 anunciou o balanço geral do evento que reuniu comunidades de diferentes áreas da sociedade em rede no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, entre o dia 25 e 31 de janeiro. Esta foi a terceira edição brasileira do evento, criado há 13 anos na Espanha.
Foram vendidas 6.000 vagas para o encontro – 3.877 pessoas ficaram acampadas. Do total de inscritos, 74,8% (4.448) eram homens e 25,2% (1.552) eram mulheres. A maioria dos campuseiros, 68% (4.080), estavam na faixa etária de 18 a 29 anos. Pessoas com idade entre 30 e 49 anos representavam 20% (1.200), com mais de 50 anos, 4% (240), e com menos de 19, 8% (480). De todos os estados brasileiros vieram pessoas interessadas em compartilhar conhecimento e participar da festa. Ainda, a Campus Party contou com a participação de campuseiros de 20 países, entre os quais Colômbia, México, Espanha, Suécia, Peru, Guatemala, França, Chile e Argentina.
Na terceira edição do evento o investimento total foi de R$ 12,5 milhões, que propiciaram tanto aos inscritos no evento, quanto aos mais de 100 mil visitantes da Área Expo (espaço de visitação grátis), uma vasta programação. Chamar de “maior festa brasileira” tem seu motivo: foram realizadas 553 atividades (palestras, oficinas, mesas de debates…), que duraram cerca de 700 horas. Os temas foram divididos em quatro áreas: criatividade (fotografia, blog, design, vídeo e música), entretenimento digital (games e simulação), inovação (desenvolvimento e software livre) e ciência (robótica e modding). Além disso, as atividades também tiveram espaço no palco principal, o Momento Telefônica, no Barcamp e no Campus Fórum, que estreou este ano. Dessas, a área com maior número de campuseiros inscritos foi a de blog, com 19,1%, seguida de desenvolvimento (18,2) e jogos (15,1%).
Ao todo 64 empresas, entre patrocinadores, parceiros e apoiadores, contribuíram para o sucesso da festa dos amantes da tecnologia, que usufruíram de uma impressionante conexão de 10 Gb, a maior banda já oferecida em todo o mundo, disponibilizada pelo Grupo Telefônica, principal patrocinador do evento. Para isso, foram necessários 40 km de cabos de rede e 20 km de cabos de fibra ótica. Trabalharam na Campus Party – direta e indiretamente – 3.600 pessoas. A taxa de upload foi de 66% e a de download 44%.
Outros números:
•Refeições servidas (refeitório) – 30 mil, cerca de 13,5 toneladas de comida
•Bebidas servidas (água ou refrigerante no refeitório) – 5,4 mil litros
•Total de pessoas que circularam na arena de campuseiros- cerca de 10 mil, incluindo os 6 mil campuseiros, jornalistas, palestrantes, colaboradores, organização, patrocinadores, convidados e equipes de serviços
•Batismo Digital - 5 mil
•Campus TV – O site da CPTV recebeu a visita de 44.863 IPs únicos, totalizando 276.418 visualizações, em 12 canais simultâneos
•Visitas ao site oficial- 180 mil durante os sete dias do evento
•Visitas ao blog oficial – 30 mil durantes os sete dias do evento
publicado em 01/02/2010 - 15:45 por Leonardo Capibaribe
Sabe onde é que a frase acima é lei na internet? No mais novo serviço que virou moda na grande rede: o Skoob. É a rede social perfeita para os amantes da literatura. Para aqueles que não querem perder tempo com papo furado na web
Infelizmente, o Brasil não é um país cujos habitantes tenham hábitos ferrenhos de leitura. Aqui, lê-se muito menos do que em países europeus e até mesmo do que em alguns vizinhos sul-americanos. As grandes paixões nacionais passam longe de envolver a literatura.
Skoob
No entanto, nessas terras em que a popularização dos livros ainda engatinha rumo ao ideal, uma rede social vem conquistando novos leitores e contribuindo para espalhar a magia literária pelo mundo digital. Batizado de Skoob (books livros em inglês ao contrário), o site, criado por brasileiros, é uma ótima opção para dar uma de crítico literário, trocar ideias e até fazer muitos amigos no serviço.
Se figuras marcantes da literatura nacional como Machado de Assis, José de Alencar e Lima Barreto estivessem vivas, certamente teriam uma conta no Skoob (www.skoob.com.br). A rede social é perfeita para os amantes da literatura. De cara, o site possui uma imensa estante virtual, que jamais para de ser alimentada.
Na busca, é difícil não encontrar um livro. E, se isso ocorrer, o Skoob é bastante democrático: o usuário pode cadastrar quantos livros quiser, cooperando com o engrandecimento do banco de obras literárias do site.
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