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Categoria: Tianguá


07:42 · 11.09.2013 / atualizado às 10:56 · 14.09.2013 por

O Diário do Nordeste de Hoje traz, no caderno Regional, um dos destinos mais procurados da Serra da Ibiapaba, em Tianguá.

Para ler a reportagem completa, clique AQUI.

 

 

Área de Camping no Espaço Roots
Banho Natural
Mirante na Reserva – Daqui se pode observar a eólica de Camocim e as Dunas de Jeri
Trilhas
Vista da Rampa de Voo Livre

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07:11 · 11.09.2013 / atualizado às 07:11 · 11.09.2013 por

Tianguá. Para quem quer uma viagem diferente, o turismo integrado que acontece no município tem sido um dos destinos mais procurados da Zona Norte. A partir de um acampamento, o turista pode conhecer toda a região da Serra da Ibiapaba e até parte do Litoral Oeste do Estado por preços acessíveis.

Seja para praticar um esporte radical ou contemplar as belezas da natureza, Tianguá é a principal escolha dos turistas. De lá, um guia ainda oferece serviços para outras belezas da serra FOTO: JÉSSYCA RODRIGUES

O Espaço Roots foi o primeiro a oferecer esse tipo de serviço. O proprietário, Jordano Vasconcelos, conta que tomou a iniciativa o local por ter crescido cercado de natureza. Com pouco mais de meio hectare, o Roots oferece a diária de R$20,00 por pessoa incluso barraca e colchonete. De lá, Jordano realiza passeios para os mais diversos pontos da serra. “Daqui podemos ir para a Cachoeira do Boi Morto, em Ubajara, ou a Cachoeira do Frade, por exemplo”, salienta.

A área de camping está localizado a nove quilômetros da cidade de Tianguá, na vila Acarape em plena Serra da Ibiapaba uma das regiões mais exuberantes do estado do Ceará, de clima ameno, vista panorâmica, clima noturno variando entre 15° e 20°, numa altitude de 900 metros em relação ao nível do mar. (mais…)

12:36 · 27.01.2012 / atualizado às 13:30 · 27.01.2012 por

O Ceará comemora a primeira safra de maçã. O que parecia impossível virou realidade. A maçã está sendo cultivada no semi-árido nordestino. Destaque agora para a produção de Tianguá, Aracati e Limoeiro do Norte. A constatação desse feito aconteceu, hoje, no I Dia de Campo sobre a Cultura da Macieira no Ceará, realizado na Fazenda Sem Fronteiras, em Tianguá. O Dia de Campo faz parte do Projeto de Culturas de Clima Temperado, que objetiva avaliar o desempenho agronômico de culturas como macieira, pereira e caquizeiro no Estado.  A experiencia está acontecendo em oito fazendas localizadas nos perimetros irrigados do Ceará.

É um projeto inovador, comemora o produtor Ernesto Hemori. A cultura da macieira tem dado bons resultados já no primeiro ano de produção e sinaliza com mais sucesso para a safra 2012 com maças de excelente qualidade em tamanho e sabor. Primeiro para atender o mercado regional, mas com pretenções de exportação.

O pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Paulo Roberto Coelho Lopes, é dos entusíasta do projeto, que começou em 2007 por Petrolina (PE)-Juazeiro (BA), chegou ao Ceará em 2009 e pretende este ano ir para o Rio Grande do Norte. “Maçã no semiárido?” Com esta indagação Paulo Roberto Coelho Lopes mais as pesquisadoras Inez Vilar de Morais Oliveira e Raissa Rachel Salustriano da Silva dizem que o mercado internacional de frutas frescas movimenta anualmente 42,7 milhões de toneladas, correspondendo a U$ 42 bilhões. O Brasil, como o terceiro maior produtor mundial de frutas, em 2008, participou timidamente deste mercado, com 949.426 toneladas, representando em torno de 2% da produção total, gerando U$ 965.616 milhões de exportações de frutas frescas e castanhas. Segundo eles, um dos motivos do baixo desempenho das exportações é o grande consumo interno, como costuma acontecer também com os outros grandes produtores mundiais, “mas é verdade também que possui na maioria dos casos uma fruticultura incipiente, pouco produtiva e mal organizada, convivendo algumas vezes com uma produção especializada, de alto rendimento e gestão contemporânea”.

Os pesquisadores da Embrapa informam que o Nordeste Brasileiro, mediante a participação dos seus pólos irrigados, é a principal região produtora e exportadora de frutas tropicais frescas do Brasil, sobretudo as frutas tropicais. No Nordeste estão os quatro maiores produtores e exportadores, todos exportando acima de US$ 100 milhões. Além da castanha de caju, as principais frutas exportadas pelo Nordeste são o melão, manga, banana, uvas, limão e melancia. Mas os produtores enfrentam vários problemas e com isso estão buscando novas opções de cultivos para o Nordeste. Neste sentido as instituições de pesquisa estão desenvolvendo ações no sentido de encontrar soluções para a diversificação dos cultivos, para atender a demanda dos produtores e garantir a sustentabilidade da agricultura irrigada. E uma dessas ações é o projeto de Cultura de Clima Temperado que foi apresentado ontem em Tianguá. Para atender a demanda dos agricultores das áreas irrigadas do Nordeste foi iniciado também o Projeto Introdução e Avaliação de Cultivos Alternativos para as Áreas Irrigadas do Nordeste Brasileiro. Os pesquisadores da Embrapa dizem que o objetivo é introduzir e avaliar o desempenho agronômico e a qualidade dos produtos obtidos a partir de espécies frutíferas de clima temperado e tropical, em função da competitividade econômica, das perspectivas de inclusão social, preservação ambiental, geração de renda e agregação de valor aos produtos finais a serem comercializados, no intuito de promover a diversificação de cultivos nos principais pólos irrigados do Nordeste. As culturas de clima temperado, que foram introduzidas e estão em fase de estudo e avaliação nas áreas irrigadas do semi-árido nordestino são o caquizeiro, a macieira, a pereira, a ameixeira e o pessegueiro. “Criamos um sistema de manejo específico para que essas frutas se desenvolvam mesmo em clima quente, através de sistema de podas e inibidores de crescimento”, informa Paulo Roberto Lopes. No Ceará, a maça começou a dar os primeiros frutos. Pera e caqui vêm ainda neste semestre com suas primeiras safras.

A macieira é uma fruteira típica de clima temperado, da família Rosaceae, que tem suas origens nas montanhas do Cáucaso, Oriente Médio e Leste Asiático. Espécie exigente em tratos culturais, mormente fitossanitários. Por sua exigência climática, é cultivada em regiões com altitude ao redor de mil metros. Os principais Estados produtores são Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná e o Ceará agora entra nesta disputa pelo mercado de maças. Na década de 1970, o Brasil importava praticamente toda a maçã consumida. O aumento da produção nacional na década de 1980 e início da década de 1990 substituíram gradativamente as importações, revelam o estudo dos pesquisadores da Embrapa.

“Na Região Nordeste, pretendemos desenvolver um sistema de manejo para viabilizar a produzir maçãs nos meses de outubro a janeiro, período que poderíamos ofertar frutas frescas no mercado nacional, conseguindo assim melhores preços”, destacam os pesquisadores completando que “espera-se que os resultados desse Projeto venham a encontrar soluções para a diversificação dos cultivos nos Perímetros Irrigados do Nordeste, de forma atender às demandas dos produtores e garantir a sustentabilidade da fruticultura”. Segundo eles, “a diversificação de cultivos para os pólos irrigados do semi-árido, não representa apenas uma alternativa para a sobrevivência da agricultura regional, significa também, uma estratégia inteligente de mercado que poderá viabilizar a oferta de vários produtos em diferentes épocas do ano”.

Patrocinaram do Dia de Campo, hoje, em Tianguá, a Embrapa, Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), Institituto Agropolos, Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Associação dos Produtores de Frutas Temperadas.

09:28 · 12.12.2011 / atualizado às 09:37 · 12.12.2011 por
Natália Frota e Luiz Menezes cobram melhoramentos para Ceasa de Tianguá

A prefeita de Tianguá, Natália Felix Frota, cobra mais uma vez melhoramentos para a Central de Abastecimento S.A (Ceasa). Natália Frota reivindica a ampliação da Ceasa e que ela seja dotada de equipamentos suficientes para atender a demanda da Região. “Precisamos de uma Ceasa grande e equipada para desaguar nossa produção”, apela a prefeita.
Com 30 anos de existência a Ceasa de Tianguá tem promessa do Governo do Estado de ampliação há três anos. “Mas após trinta anos ela continua no mesmo jeito que foi construída. Não houve nenhuma evolução no sentido da construção do aumento da capacidade de atendimento aos usuários”, constata o chefe de gabinete da prefeita Natália Frota, Luiz Menezes.
Menezes afirma que os mais prejudicados com a “timidez” da Ceasa de Tianguá são os usuários. “Estes usuários começaram a construir seus galpões fora do espaço da Ceasa, causando uma grande dificuldade de ordenamento”, reclama o chefe de gabinete.
Segundo Luiz Menezes vários contatos já foram feitos para a Ceasa de Tianguá fosse ampliada. “Já fizemos contato com o governador Cid Gomes, que nos levou ao então ministro da Agricultura, Wágner Rossi, junto com o senador Eunício Oliveira, com o deputado federal Anibal Gomes e com o secretário do Desenvolvimento Agrário, Nelson Martins. Dali fomos em reunião, eu e o secretário Nelson Martins para o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Evandevaldo Moreira dos Santos. Isso estava bem adiantado, mas houve aquela história da saída do então ministro da Agricultura, Wágner Rossi e zerou tudo com o atual ministro Mendes Ribeiro Filho”, relata Luiz Menezes.
Cidade do Alimento
A prefeita Natália Frota destaca que o que depende da Prefeitura para a Ceasa cresça já foi feito. “A nossa parte nós cumprimos. Conseguimos com que um empresário doasse uma área de vinte hectares para que a gente possa montar ali um verdadeiro Porto Seco, onde se possa criar uma Cidade do Alimento para exportar esse alimento para as regiões Norte e Nordeste do Brasil”, aposta a prefeita.
Luiz Menezes ressalta que a nova Ceasa de Tianguá está dependência apenas da verba do Governo do Estado através do Ministério da Agricultura. “Para que a gente possa ter esta Cidade do Alimento está dependendo apenas de aproximar mais este contato com sua excelência o governador Cid Gomes; com o secretário de Desenvolvimento Agrário, Nelson Martins; e com o presidente da Ceasa, Reginaldo Moreira”, salienta o chefe de gabinete da prefeita.
Menezes reforça o pedido afirmando que a nova Ceasa é uma necessidade premente para Tianguá. “O governador está andou falando na imprensa em relação a Porto Seco. Seria então uma grande oportunidade de montarmos na Região da Ibiapaba um Porto Seco que poderia nos ajudar bastante a desenvolver essa Região que de uma certa forma é atrofiada a nível de investimentos que possa gerar emprego e renda”.
Reginaldo Moreira afirma que a expansão da Ceasa de Tianguá é uma das suas prioridades e que isso deve acontecer em 2012. No ano passado, a Ceasa de Tianguá movimentou 75,1 mil toneladas de produtos gerando um volume em dinheiro de R$ 56,3 milhões. A previsão para 2011 é aumentar esta circulação de mercadorias em 20%. Caso a Ceasa está estivesse ampliada esta produção poderia ser ainda maior. “Algo em torno de 100 mil toneladas de frutas, legumes e hortaliças”, informa Luiz Menezes.
Posto de Fiscalização – A Secretaria da Fazenda (Sefaz) já instalou no posto de fronteira de Tianguá com o Piauí um super scanner de fiscalização de circulação de mercadorias. “Já está em pleno funcionamento este scanner. Muita gente não gosta de ser fiscalizado, mas a fiscalização é necessária. A gente só fiscalizado quando deixa a desejar. Se todos cumprissem as suas obrigações não havia necessidade desse scanner”, afirma Luiz Menezes. Para ele o equipamento é muito importante. “Um dia desse eu passei por lá e logo acusou que o meu carro estava a mais de dez quilômetros do permitido, da próxima parada já tinha a placa do meu carro, tinha se ele estava bem com relação ao IPVA, se ele tinha algum impedimento. Eu achei aquilo fantástico. E é exatamente isso que estamos precisando para organizar o País, fiscalizar e que todos cumpram as suas obrigações que assim é bom para todos”, exemplifica Menezes.
MAIS INFORMAÇÕES
Centrais de Abastecimento S.A (Ceasa)
Avenida Doutor Mendel Steinbruch, S/N – Pajuçara, Maracanaú.
Telefones: 85-3299.1200 e 85-3299.1211.